Quais são as principais causas da baixa produtividade dos funcionários? - Blog da Gisc - Gestão de saúde corporativa

Certamente, você já sabe que o maior patrimônio de sua empresa é a equipe que a mantém funcionando. Mas, o desempenho dos funcionários tem sido o melhor ou a baixa produtividade está caracterizando seus resultados?

Quando as respostas estão aquém do que poderiam ser, é preciso avaliar as possíveis causas e agir sobre elas. Nem sempre a origem das possíveis falhas está na equipe, mas na ausência de iniciativas capazes de elevar o patamar de resultados da empresa.

Descubra quais são as principais causas de baixa produtividade e saiba o que você deve fazer para corrigi-las.

Principais causas de baixa produtividade

Por trás da baixa produtividade de uma empresa sempre existem causas que podem ser avaliadas para sua correção. Conheça as principais.

Desgaste físico e emocional

O desgaste físico e emocional dos funcionários, quando originado no ambiente de trabalho, deve ser objeto de atenção cuidadosa, pois tende a ser cumulativo, como no caso de excesso de horas extraordinárias. A atividade laboral realizada pode ser extenuante fisicamente, enquanto as questões emocionais podem estar relacionadas ao clima organizacional da empresa.

Por sua vez, questões pessoais relacionadas à família ou à estabilidade financeira do colaborador costumam resultar em queda significativa de seu desempenho. Do mesmo modo, a saúde emocional abalada acaba se traduzindo em manifestações físicas limitantes da capacidade laboral do funcionário.

Atuação na função errada

Quando um colaborador não consegue dar o melhor de si por estar na função errada, é provável que aí resida uma das causas do absenteísmo e de baixa produtividade. Assim, deixar de promover uma otimização do perfil profissional dos membros de sua equipe pode trazer como resultado o baixo desempenho.

Às vezes, não se trata de uma função errada, mas do fato de não estar na posição em que os resultados seriam bem melhores. Avaliações periódicas, nesse sentido, serão de grande valia.

Aumento do estresse no ambiente de trabalho

O estresse no trabalho pode ter origem no volume de responsabilidades requeridas do funcionário, por exemplo. Da mesma forma, também nos prazos muito curtos para os resultados esperados. Como consequência, os erros tornam-se mais frequentes, assim como são tomadas decisões equivocadas, resultando em perda de produtividade.

No entanto, o clima organizacional pode agir como atenuante ou agravante dessas situações estressantes. Um ambiente competitivo, em que as relações não se caracterizam pela motivação e pelo entrosamento da equipe, agrava o estresse do trabalho.

Liderança ineficiente

As fragilidades da liderança se refletem na equipe e afetam drasticamente os resultados. A ineficiência do líder na gestão de sua equipe, quando permanece, retroalimenta seus próprios efeitos negativos.

É assim, por exemplo, com a ausência de motivação sentida pelos funcionários. A falta de reconhecimento dos esforços da equipe limita essa dedicação maior, levando à queda de produtividade. Os resultados negativos desmotivam ainda mais os colaboradores.

Problemas na comunicação interna

A comunicação interna deve ser instrumento de agilização dos processos em uma empresa. Quando mal realizada, resulta em demora de respostas ou ausência da informação necessária.

Assim, a inexistência de mecanismos e de fluxos eficientes para a comunicação interna impede ou atrasa processos efetivos. Do mesmo modo, o uso incorreto dos instrumentos de comunicação como e-mail, telefone e celular também consome o tempo necessário à melhoria da produtividade.

Medidas a serem tomadas

A primeira iniciativa é proceder a uma avaliação dos resultados que a empresa vem obtendo. Em seguida, é importante realizar um diagnóstico das causas de possíveis perdas de produtividade. Com isso, pode-se definir quais sejam as medidas de correção aplicáveis, dentre as quais se destacam as seguintes:

Estabelecer metas e objetivos

Para que as metas estabelecidas reflitam na produtividade, elas devem estar afinadas com a estratégia da empresa. Ao mesmo tempo, devem ser realizáveis, bem definidas e com prazos bem específicos.

Uma boa gestão da equipe define claramente o papel de cada colaborador para o alcance dessas metas. O trabalho harmônico conduzido para uma mesma direção e com um objetivo comum permite mais facilmente alcançar as metas estabelecidas.

Capacitar os funcionários

A capacitação periódica dos colaboradores, por um lado, qualifica os funcionários para as atividades que desenvolvem e, por outro, permite a consolidação da filosofia da empresa, assim como dos procedimentos preconizados para aquelas atividades.

Por sua vez, treinamentos constantes melhoram a performance da equipe e reflete na melhoria da produtividade. Assim, o aprimoramento constante também ajuda a conduzir os resultados para os patamares mais elevados.

Engajar e motivar a equipe

Vestir a camisa é o termo utilizado no jargão das empresas. Mas, para existir esse engajamento dos funcionários, tão sonhado por toda liderança, é necessário que haja motivação.

Desse modo, motivar a equipe é essencial para que se manifeste a animação necessária, que faz cada um dar o melhor de si. A chave para isso encontra-se, primeiramente, na postura da liderança de saber ouvir a equipe.

Isso significa, portanto, prestar atenção no que é dito e ter sensibilidade para o que não é manifestado por palavras. Isso destaca o líder.

A partir desse estágio, o reconhecimento dos sucessos alcançados complementa a base para qualquer outra iniciativa com vistas à motivação. Mas, sempre, primeiro ouvir e reconhecer.

Revisar os processos de trabalho

Processos desorganizados ou com procedimentos ultrapassados podem frear o crescimento da produtividade. Assim, rever os fluxos das ações, assim como o perfil do colaborador encarregado de cada atividade permite aprimorar os resultados.

Para esse fim, um mapeamento de processos é capaz de identificar possíveis gargalos existentes, além de aprimorar o fluxograma em muitos casos. Nesse sentido, não deixe de fazer uso de ferramentas conhecidas como os diagramas de Pareto e de Ishikawa, assim como as técnicas 5S e 5W1H, entre outras.

Importância das ações periódicas

A produtividade de uma empresa resulta de fatores que devem estar atuando conjuntamente. As intervenções necessárias para que haja continuidade precisam ser periódicas. Para esse fim, as ações pontuais não são suficientes e podem iludir o gestor com resultados passageiros.

Finalmente, considere que pessoas e processos precisam ser revistos periodicamente, a fim de identificar pontos que podem ser aprimorados na direção da produtividade da empresa.

Agora, conhecendo as possíveis causas da baixa produtividade em sua empresa, assim como iniciativas para saná-las, você está pronto para avaliar e aprimorar os resultados de sua equipe.

Gostou deste post? Assine nossa newsletter e saiba tudo o que você precisa para conduzir sua empresa aos melhores índices de produtividade.

Autor

Escreva um comentário

Share This