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5 seguros essenciais para os funcionários da empresa

A preocupação com a saúde e bem-estar dos colaboradores, não apenas a curto prazo, começou a fazer parte de muitas empresas. Afinal, essa é uma forma de valorizar a equipe e mostrar que a empresa se preocupa com o profissional como um todo, não apenas nas horas que ele está trabalhando.

É aí que entram os seguros para funcionários da empresa. Eles são muito importantes para a manutenção da motivação e engajamento da equipe, além de auxiliar o cuidado do time de colaboradores que geram os resultados do seu negócio.

Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura e descubra!

Por que investir em seguros para funcionários da empresa?

Reflita um pouco sobre uma coisa: quem efetivamente garante bons resultados para o seu negócio? Independente da área de atuação, automação de processos e máquinas utilizada na empresa, o que realmente gera um diferencial capaz de proporcionar vantagem competitiva para um negócio são os colaboradores.

É aí que entra a importância de investir na proteção, segurança e bem-estar do time. Uma das formas de fazer isso é por meio de seguros para os funcionários.

Os seguros mostram que a empresa se preocupa e valoriza a equipe. Isso reflete diretamente na satisfação do funcionário com a empresa, o que impacta positivamente a motivação, engajamento e até mesmo a produtividade do time.

Porém os benefícios vão além desses elementos. Quando a sua empresa oferece seguros para os funcionários, acaba chamando atenção de profissionais disponíveis no mercado de trabalho. Isso significa que você desperta o desejo dos melhores talentos em fazer parte do negócio.

Dessa forma, quando abre um processo seletivo, atrai mais candidatos qualificados para preencher suas vagas, potencializando o time da sua empresa como um todo — assim como os seus resultados.

Ainda vale lembrar que os seguros oferecem segurança tanto para a empresa quanto para os colaboradores. Isso porque eles se sentem amparados em caso de acidentes, doenças ou qualquer outra situação adversa.

Além disso, ainda existem categorias profissionais para as quais são obrigatórias alguns tipos de seguro — como o de vida —, de forma a garantir que a sua empresa e o funcionário estejam protegidos no caso de acidentes.

Quais são os melhores seguros para os funcionários da empresa?

Sabendo da importância de investir em seguros para os funcionários da empresa, é a hora de descobrir quais são os mais vantajosos para o negócio. Leia e descubra alguns que podem trazer ótimos resultados!

1. Seguro de vida

A finalidade de um seguro de vida é proteger a família e dependentes de uma pessoa caso algo aconteça com ela. Ou seja, em caso de morte, os familiares recebem dinheiro e não ficam desamparados. Além disso, alguns seguros de vida também oferecem proteção no caso de acidentes e invalidez.

Portanto, quando você oferece esse tipo de seguro para o seu colaborador, ele se sente mais protegido. Isso porque, apesar de ser um assunto difícil, é preciso admitir que acidentes podem acontecer a qualquer momento e há como evitá-los, mas não como impedir com total garantia.

O colaborador também sente que você se preocupa com a família e dependentes do profissional. Dessa forma, ficam mais satisfeitos com a empresa como um todo uma vez que percebem o investimento que você realiza no time.

2. Seguro de saúde

Seguro de saúde é um dos benefícios mais valorizados pelos colaboradores. Isso porque garante assistência em caso de doenças ou qualquer outro problema relacionado à integridade física do profissional.

Além disso, com esse seguro, o colaborador pode investir na própria saúde, realizando exames de rotina e consultas de check-up. Alguns seguros também podem ser estendidos para dependentes, o que aumenta as vantagens do benefício oferecido.

Dessa forma, além de garantir a satisfação do time, você ainda passa a contar com colaboradores saudáveis e bem-dispostos para a realização das atividades na empresa.

3. Seguro odontológico

Nem todos os seguros de saúde garantem acesso a serviços odontológicos. Dessa forma, é importante ficar atento também a esse benefício para a sua equipe.

Eles oferecem a possibilidade de tratamentos dentários, assim como odontologia preventiva — com limpezas anuais, por exemplo. Isso é muito bem-visto pelos colaboradores uma vez que demonstra preocupação em relação à saúde do profissional como um todo.

4. Seguro previdenciário

Seus colaboradores se preocupam com o futuro. Afinal, querem ter a certeza de uma aposentadoria tranquila após tantos anos de dedicação.

É aí que entra o seguro previdenciário, como uma forma de garantir essa proteção aos funcionários. Dessa maneira, você mostra que também se preocupa com o colaborador, mesmo após ele deixar a organização.

5. Seguro viagem

Em algumas empresas, os colaboradores precisam se deslocar até outras cidades do país para realizar atividades. A sua empresa é responsável por tudo que acontece, tanto no deslocamento quanto no local.

Portanto, o seguro viagem é uma forma de garantir proteção ao seu colaborador durante esse tipo de atividade. Além disso, protege a sua empresa contra qualquer tipo de acidente, o que, caso contrário, poderia gerar gastos e transtornos não previstos para o negócio.

O que levar em consideração na hora de escolher seguros para funcionários da empresa?

Na hora de escolher um seguro para os funcionários da empresa, é importante levar alguns elementos em consideração.

Em primeiro lugar, entenda qual o orçamento destinado a esses benefícios. A partir disso, é possível descobrir quais os tipos de seguros você pode contratar e determinar critérios para priorizar os mais importantes.

Você também precisa entender muito bem a sua empresa, elencando características do negócio como o número de colaboradores, tipo de atividades desenvolvidas, necessidades da equipe, entre outros.

Por fim, é importante sempre ficar atento às características da prestadora de serviços. Isso porque a qualidade do seguro depende diretamente da empresa que oferece o benefício. Portanto, faça vários orçamentos, mas pesquise também referências sobre os seguros, de forma a entender qual o melhor custo-benefício para o seu negócio.

Oferecer seguro para funcionários da empresa é uma ótima forma de potencializar os resultados da equipe. Afinal, uma equipe que se sente protegida tende a ser mais motivada e engajada nas atividades. Portanto, entenda cada um dos tipos de seguro e descubra quais são aqueles que melhor se adéquam ao seu negócio.

Aproveite também para baixar o nosso e-book e descubra como fazer uma gestão de saúde e segurança do trabalho na sua empresa!

Saiba quais são os principais desafios do transporte de carga no país

O Brasil tem uma extensa malha rodoviária, na qual transitam milhões de veículos. No entanto, suas condições permitem observar muitos desafios do transporte de carga terrestre. Como a infraestrutura rodoviária é de baixa qualidade, as empresas transportadoras precisam superar muitos obstáculos para ter sucesso.

Assim, há grande perda de tempo e de produtos nos processos de logística, resultante, principalmente, das características das estradas do país. Por sua vez, alguns segmentos cujos produtos poderiam seguir por via ferroviária, por exemplo, também ocupam as estradas, aumentando as dificuldades.

Continue neste post e saiba quais são os principais desafios enfrentados pelo transporte de carga no país.

Insuficiência da malha rodoviária

A malha de transporte no país foi assentada tendo como base as rodovias, em detrimento da exploração de ferrovias e hidrovias. Desse modo, a logística interna nacional envolve majoritariamente as estradas como ligação entre os municípios brasileiros.

No entanto, um estudo realizado pela Bain & Company (Infraestrutura rodoviária no Brasil: para onde vamos?) aponta a existência de uma demanda de 21 mil quilômetros de novas estradas. Com um incremento desse porte nos caminhos do Brasil, poderiam ser reduzidos significativamente os tempos e os custos de percurso, assim como a sinistralidade, cuja presença é marcante.

Má condição das estradas

As estradas brasileiras, de modo geral, são muito deficitárias em infraestrutura adequada para o transporte. A qualidade estrutural é baixa, a manutenção é insuficiente e a ausência de suporte ao motorista profissional é patente, obrigando-o até à prática de trabalho em horário extraordinário. Tudo isso, ao mesmo tempo, cria o segundo e grande desafio para o segmento.

Desse modo, os custos envolvidos com transporte de produtos, mercadorias e pessoas tornam-se muito elevados, além das perdas substanciais observadas nas cargas. Enquanto isso, a ocorrência de acidentes resultantes das más condições das estradas confere ao país um destaque triste nos índices estatísticos de óbitos e perdas de carga.

Diversificação dos meios de transporte

Para além das estradas, um grande desafio para o transporte nacional é a diversificação dos modais empregados. Em especial, existem condições excelentes para a utilização de hidrovias e ferrovias no Brasil.

Um trabalho dessa natureza desafogaria a malha rodoviária, reduzindo o custo atual e agilizando os deslocamentos de carga e de passageiros. As dimensões territoriais e os recursos naturais permitem uma investida nessa direção.

Acesso difícil a alguns municípios

Inúmeros municípios brasileiros são desprovidos de infraestrutura viária adequada para o trânsito de ônibus e caminhões. Assim, a ausência de pavimentação, a irregularidade e o estreitamento das pistas e vias, entre outras coisas, tornam quase impraticável um deslocamento regular, além de constituírem forte fator de estresse no trabalho do motorista.

Dessa forma, as transportadoras são obrigadas a implantar as chamadas taxas por difícil acesso, a fim de cobrir os custos extras para viabilizar soluções. Muitas vezes, travessias de balsa e a utilização de aeronaves são necessárias para se chegar a determinadas regiões.

Circulação restrita em meios urbanos

Centenas de municípios brasileiros têm leis que impedem a circulação de caminhões em boa parte de suas vias urbanas. A proibição pode dizer respeito aos horários de deslocamento ou mesmo às operações de carga e descarga.

Para o segmento de transportes, contornar literalmente o problema constitui um grande desafio. A situação promove uma elevação dos custos praticados, forçando a cobrança da taxa de restrição de trânsito.

Muitas vezes, as restrições exigem o emprego de veículos utilitários para se concretizar a entrega. Todo o contexto requer uma boa dose de planejamento logístico em busca de soluções alternativas.

Adequação da logística

A realidade das estradas nacionais e as restrições existentes em alguns municípios tornam o exercício da logística especialmente difícil. Assim, um grande desafio é a adequação das estratégias, percursos e horários, entre outros, a fim de contornar e superar as dificuldades da realidade brasileira.

Por sua vez, a inversão de sentido provocada pelo surgimento das demandas de logística reversa constitui outra difícil tarefa a cumprir. Assim, as ações de gestão de estoque, armazenamento, distribuição e entrega precisam ser estrategicamente estruturadas para se adequar às necessidades impostas pelas novas demandas.

Segurança no transporte de cargas

O Brasil é considerado um dos países com maiores riscos para o transporte de carga em todo o mundo. Nos últimos anos, o número de roubos de carga cresceu ininterruptamente e, desse modo, toda viagem para entrega passa a ser uma aventura.

Essa realidade eleva muito os custos do transporte e, em diversos casos, já se incorporou ao preço do frete. Entre os segmentos mais visados pelas quadrilhas de roubo de carga, podem ser destacados:

  • alimentos e bebidas;
  • cigarros;
  • combustíveis;
  • eletrônicos;
  • medicamentos;
  • cosméticos;
  • peças automotivas.

Nesse contexto, algumas medidas tornam-se obrigatórias para a continuidade da atividade, dentre as quais se destaca a contratação de um seguro de carga e seus possíveis adicionais, além da proteção patrimonial da empresa.

Contratação de seguro

A principal medida a ser tomada é a contratação de um seguro para o transporte de carga. Na verdade, trata-se de uma iniciativa indispensável.

O seguro de carga foi desenvolvido especialmente para essa condição de transporte com risco de perda por acidente ou roubo. Com ele, fica-se protegido dos prejuízos resultantes dessas ocorrências.

Capacitação de motoristas e colaboradores

Motoristas e demais colaboradores precisam estar preparados para os procedimentos a serem adotados quando da ocorrência de assaltos. Evitar ações descuidadas pode reduzir perdas, sobretudo as de natureza humana.

Redefinição de rotas

Um dos trabalhos que a segurança deve considerar é a elaboração de rotas alternativas, sempre que possível. Para tanto, devem ser considerados os horários, evitando-se os deslocamentos noturnos e os trechos com maiores índices de assaltos.

Avaliação da demanda por escolta armada

Por fim, há que se considerar a necessidade de contratação dos serviços de uma escolta armada. Às vezes, a situação de risco requer essa solução, com a qual é bem maior a probabilidade de que tudo corra bem com o transporte.

Para isso, é necessário verificar junto à empresa a ser contratada alguns requisitos básicos que a tornem uma opção segura. Assim, confira a existência de registro na Polícia Federal, assim como uma boa reputação no mercado, além de comprovação do exercício regular da atividade.

Com o que foi exposto, pôde-se comprovar a difícil realidade da inteligência logística no país e a dimensão dos desafios do transporte de carga.

Gostou deste post? Então, saiba agora por que sua empresa deveria investir em um seguro de frotas.

Conheça 5 seguros que são essenciais para sua empresa

Para manter uma empresa saudável no mercado, é necessário mais do que competitividade e boas práticas de gestão. É preciso antecipar e prevenir-se contra situações danosas que podem comprometer a perenidade do negócio. Para isso, é necessário ficar atento a um pacote de seguros essenciais que podem protegê-la.

Por melhor que seja a administração de uma empresa, há diversas situações que podem comprometer o seu desempenho. Um acidente, um roubo ou problemas de saúde que acometem seus colaboradores são exemplos de situações que podem ocorrer, de forma inesperada, e causar prejuízos ou outros danos aos seus negócios.

Confira, neste post, quais são os seguros mais indicados para proteger o seu negócio e saiba também qual a melhor forma de contratá-los.

Por que é tão importante investir em seguros?

Para quem tem dúvidas sobre a relevância de se investir em seguros, vale a pena fazer um breve exercício. Imagine que todos os esforços e investimentos dedicados ao seu negócio seja colocado em risco por conta de uma situação inesperada, imprevisível ou que, simplesmente, não possa ser administrada. É para estes casos que se deve contar com o seguro.

Muitas pessoas têm a tendência de enxergar o seguro como um custo extra, quando na realidade trata-se de um investimento na proteção do patrimônio da empresa, dos seus colaboradores e de sua capacidade produtiva, que pode ser comprometida por inúmeros eventos.

Quando uma empresa mapeia riscos e se protege por meio de um seguro, ela pode dedicar suas atenções inteiramente à sua atividade-fim, à conquista de novos mercados e às estratégias para encantar cada vez mais seus clientes.

Confira, a seguir, cinco dos principais seguros empresariais e descubra quais deles são mais importantes para a sua empresa.

1. Transporte de cargas

Não é nenhuma novidade que a violência é um dos grandes problemas no Brasil. Infelizmente, o transporte de cargas é uma atividade bastante visada, sendo alvo constante da criminalidade. Da mesma forma, o trânsito caótico, tanto nas estradas quanto na cidade, eleva consideravelmente o risco de acidentes no transporte de mercadorias.

As duas situações citadas no parágrafo anterior são mais do que suficientes para justificar os investimentos em um seguro para o transporte de cargas.

Empresas que atuam em ramos que envolvem o deslocamento de seus ativos não podem ficar a mercê da sorte, sob o risco de amargarem prejuízos consideráveis.

Mesmo que se aposte em outros meios para controlar os veículos que transportam os seus valores, como escoltas ou sistemas de monitoramento, somente o seguro garante o ressarcimento de perdas eventualmente registradas nesta atividade.

2. Seguro empresarial

A proteção patrimonial que a empresa necessita para o seu dia a dia pode ser garantida por meio da contratação de um seguro empresarial. Sua cobertura pode ser customizada de acordo com as demandas específicas da empresa, concentrando-se naquilo que se considera o mais importante para o seu funcionamento e sua perenidade.

As coberturas podem abranger desde imóveis até equipamentos, mercadorias e móveis, entre outros itens considerados essenciais para o funcionamento da organização.

A consultoria de um profissional especializado em seguro empresarial pode ser extremamente útil na definição do tipo de cobertura mais indicada para cada caso e qual a melhor forma de usá-lo para proteger o patrimônio da empresa.

3. Previdência privada

Embora não seja um formato de seguro que exatamente proteja a empresa contra algum fato externo, investir em previdência privada é uma maneira de garantir tranquilidade no que se refere à gestão de pessoas. Cada vez mais, este é um investimento essencial para a saúde das organizações.

Independentemente da área de atuação, os mercados atualmente encontram-se altamente competitivos, com todos perseguindo os mais elevados níveis de excelência e de produtividade. O capital humano pode ser o diferencial que fará a organização se destacar e se impor.

Um pacote de benefícios atrativo é essencial para atrair e manter os melhores talentos. A perspectiva de uma aposentadoria tranquila, turbinada por um bom plano de previdência complementar, pode ser um dos diferenciais para garantir o engajamento e a motivação de seus colaboradores.

4. Saúde empresarial

Para se buscar a máxima produtividade de seus colaboradores, é essencial garantir a eles a tranquilidade no que se refere aos cuidados com a sua saúde. Trata-se de uma preocupação que é imediatamente reconhecida pelos beneficiados e que também se reflete em engajamento e motivação.

Proteger a saúde de seus colaboradores significa combater o absenteísmo e a perda de produtividade. Quanto mais abrangente e completa for esta proteção, melhores os resultados deste investimento.

O ideal é apostar em soluções customizadas, planejadas a partir da análise do perfil e das demandas de seus colaboradores. Mas também é importante que este investimento seja acompanhado de uma eficiente gestão de risco, de forma a melhor aproveitá-lo, integrando prevenção e tratamento.

5. Seguro de vida

O seguro de vida é mais um produto com grande capacidade de valorizar o pacote de benefícios posto à disposição de seus colaboradores — tanto que é o segundo mais oferecido pelas empresas no Brasil, atrás apenas da assistência médica.

Ao oferecer seguro de vida aos seus colaboradores, a empresa está garantindo a eles uma proteção financeira no caso de um imprevisto. Ele cobre uma série de despesas, que vão do afastamento por acidente de trabalho até a morte natural ou acidental.

Além de garantir a valorização de sua força de trabalho, investir em um seguro de vida também é importante para a empresa adequar-se às normas sindicais. Isso porque, embora a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) não determine a obrigatoriedade do empregador oferecê-lo, uma série de sindicatos o impõe nas negociações de acordos coletivos de trabalho.

Estes são alguns dos seguros essenciais que todas as empresas deveriam considerar no momento da contratação para garantir a proteção de seu patrimônio, dos seus colaboradores e de sua sustentabilidade.

Lembre-se de que o seguro não é uma despesa e, sim, um investimento na garantia de que os seus ativos estarão a salvo de qualquer imprevisto.

A Almanza é uma consultoria em seguros que pode auxiliar na condução deste investimento. Confira ainda como funciona nossa metodologia de trabalho e como podemos ajudar a sua empresa.

O que é o seguro garantia judicial e por que ele é importante?

Um trâmite comum em processos judiciais com disputa pecuniária é a exigência de um depósito em juízo, o que pode fragilizar as finanças de uma empresa envolvida na pendência. O seguro garantia judicial é uma ferramenta que permite cumprir essa etapa do processo com o menor dano possível.

Tanto o depósito em dinheiro quanto a penhora de bens e a fiança bancária, alternativas disponíveis para o cumprimento da exigência do depósito, podem ser substituídas pelo seguro. Confira, neste post, como funciona essa proteção do capital e verifique em que situações ela pode ser útil para a sua empresa.

O que é o seguro garantia judicial?

O direito brasileiro garante a qualquer pessoa, física ou jurídica, a oportunidade de recorrer ao judiciário para solucionar divergências e garantir benefícios que considere que tenham sido desrespeitados.

Quando a contestação envolve créditos ou indenizações pecuniárias, é comum que a justiça determine que os valores contestados sejam depositados pela parte credora na ação, como forma de garantir o pagamento do débito, se essa for a conclusão do processo.

O depósito em juízo pode ser realizado tanto em dinheiro quanto pela penhora de bens e, ainda, por meio de fiança bancária. Em todas as opções, a empresa ou parte contestada tem seu patrimônio imobilizado até a conclusão do processo, independentemente do seu resultado.

A morosidade dos processos judiciais no Brasil torna o procedimento do depósito em juízo uma situação penosa e arriscada para quem recebe essa incumbência. Uma das principais vantagens do seguro garantia judicial é justamente não comprometer o capital de giro da empresa, reduzindo o impacto dessa obrigação sobre sua competitividade e perenidade.

Em que situação pode ser utilizado o seguro garantia judicial?

Essa modalidade de seguro pode ser utilizada por qualquer pessoa jurídica durante processos judiciais, sejam eles trabalhistas, civis ou tributários. Ela garante a cobertura do valor devido caso, ao final do procedimento, o magistrado decidir pela confirmação do débito.

Cabe ressaltar que o seguro garantia judicial não substitui a obrigação do pagamento da pendência, se esse for o resultado do processo. A seguradora atua, nesse caso, como uma espécie de fiadora do tomador, que deverá arcar com o pagamento caso essa seja a decisão final da pendência.

Quais são as partes envolvidas no seguro?

Quando se faz a opção pelo seguro como forma de garantia do depósito judicial, há basicamente três partes envolvidas:

Tomador

Qualquer pessoa física ou jurídica que conste como eventual devedor na ação pode efetuar, junto à seguradora, a contratação do seguro fiança judicial para garantir o cumprimento da obrigação em execução, independentemente do tipo de processo.

Como contratante do seguro é ele quem irá responder pelo pagamento do prêmio da apólice, que é o custo do seguro.

Segurado

Já o segurado será a parte que consta como credora da obrigação pecuniária, objeto da discussão no processo judicial. Ele constará na apólice como o beneficiário do seguro.

Garantidor

A seguradora, por sua vez, será a responsável pela apólice e pelo cumprimento do contrato que envolve tomador e segurado.

Quando pode ser apresentado o seguro garantia judicial?

O seguro pode ser incluído em um processo no momento que é determinada a realização do depósito judicial ou a qualquer tempo, em substituição a outro tipo de garantia já apresentada como dinheiro, bens penhorados ou fiança bancária, sempre com autorização do juiz.

Qual a vigência da apólice?

Uma vez contratada, a apólice do seguro garantia judicial terá duração até a proclamação da decisão final do processo, quando é proferido o veredito determinando se a obrigação pecuniária é cabível ou não.

Enquanto não ocorrer esse desdobramento, a seguradora fica obrigada a renovar a apólice quantas vezes forem necessárias, salvo se o tomador apresentar outro tipo de garantia devidamente aceita pelo juiz que conduz o processo.

Porém, o tomador não poderá trocar a seguradora responsável por uma apólice de seguro para garantia judicial já apresentada em um processo sem a expressa anuência daquela anteriormente contratada.

Quais são os tipos de seguros garantia judicial?

Esse tipo de seguro pode ser utilizado em diferentes espécies de processos judiciais que requeiram algum tipo de depósito ou caução, como:

  • ações trabalhistas;
  • ações cíveis;
  • ações relacionadas a débitos tributários, como mandados de segurança e ações cautelares;
  • ações de execução fiscal.

Quais as vantagens do seguro garantia judicial?

Confira os benefícios que a empresa envolvida no litígio pode dispor ao optar pelo seguro garantia judicial:

Capital liberado

Como abordamos acima, os prazos que envolvem os processos judiciais no Brasil são invariavelmente longos e imprevisíveis. No caso do depósito judicial feito em dinheiro, a empresa tem seu patrimônio comprometido, imobilizado em virtude do processo.

O seguro garante ao tomador a disposição desse montante mesmo com a ação em andamento. Não há comprometimento de capital de giro antes da conclusão do processo judicial.

Substituição de bens penhorados

Mesmo nos casos em que já há bens penhorados como garantia dos valores cujo depósito foi determinado, é possível substituí-los pelo seguro. O patrimônio da empresa não fica comprometido.

Menor custo

Em comparação com a fiança bancária, também aceita como garantia do depósito judicial, o seguro é consideravelmente mais barato. Enquanto, na primeira opção, o custo médio anual gira em torno de 3% a 4% do valor total da ação, no seguro essa pendência varia entre 0,5% e 2,5%.

Além disso, a fiança bancária tem liberação mais complexa por parte do banco, que pode exigir algum tipo de relacionamento ou aplicação para concedê-la, além de comprometer os limites de crédito do solicitante.

Como contratar o seguro garantia judicial?

Para contratar essa modalidade de seguro, é importante buscar assessoria em uma corretora que possa auxiliar na montagem da operação. É indispensável a reunião de toda a documentação inerente à defesa do tomador, cuja análise é primordial para a avaliação de risco e aprovação da contratação.

Essas são as principais características do seguro garantia judicial, uma forma de sua empresa proteger-se dos riscos que um processo na justiça pode ocasionar à sua saúde financeira e à sua competitividade.

Quer saber mais sobre opções de seguro voltado para a sua empresa? Então, entre em contato conosco e conheça nossos produtos.

Por que a sua empresa deveria investir em um seguro de frotas?

Furtos, roubos, acidentes, enfim, são vários os riscos aos quais um veículo está exposto nas ruas de qualquer cidade brasileira.

No caso de empresas que dispõem de diversos carros rodando diariamente, essa ameaça se multiplica na proporção do tamanho da frota.

Hoje, é impensável manter esse patrimônio circulando desprotegido. Por isso, contar com um seguro de frotas é um investimento indispensável. A boa notícia é que o mercado oferece várias opções para esse perfil de cliente.

Confira neste post quais são as principais alternativas e qual a melhor forma de escolher o seguro para manter os veículos da sua empresa amparados.

O que é o seguro de frotas?

O seguro de frotas permite a contratação do seguro para mais de um veículo por um mesmo cliente, seja ele pessoa física ou pessoa jurídica.

No que se refere à cobertura, o funcionamento é idêntico ao plano individual. A única diferença é que em um mesmo contrato são contemplados dois ou mais veículos.

Todas as coberturas disponíveis para o seguro individual podem ser contratadas por meio da apólice coletiva, incluindo as indenizações por danos em acidente, roubo ou furto, seguro aos passageiros, assistência em caso de pane e, também, o ressarcimento aos terceiros.

De olho no mercado de frotas, as seguradoras oferecem alguns diferenciais no que se refere às coberturas adicionais. O objetivo é fidelizar os clientes por meio de benefícios especiais que permitam reduzir riscos ou prejuízos por sinistros em veículos utilizados pelas empresas.

Um exemplo desses benefícios é a cobertura de lucros cessantes pelo período paralisado. Ela garante o pagamento de uma diária ao segurado nos dias em que o veículo sinistrado permanecer impossibilitado de rodar.

Assim, a empresa é indenizada pela quebra no faturamento que seria gerada pelo veículo enquanto ele fica parado.

Como é feita a contratação do seguro de frotas?

Assim como no seguro individual, para frotas a contratação se inicia com a apresentação de uma proposta, que vai originar a apólice propriamente dita.

A diferença está na avaliação do objeto segurado, no caso, um número maior de veículos em um mesmo contrato.

A análise realizada pela seguradora vai influenciar tanto a abrangência da cobertura quanto o preço do seguro. Assim, são consideradas algumas variáveis, como o número e o tipo de veículos, atividade executada, área de circulação, o histórico de sinistros, entre outros.

Porém, diferentemente do seguro simples, no caso das frotas não é necessário especificar o condutor individualmente.

Isso é importante, por exemplo, para empresas com frotas maiores, em que vários colaboradores são habilitados a conduzir os veículos.

O número mínimo de carros necessários para a contratação do seguro de frotas varia de acordo com a seguradora. Com dois carros já é possível encontrar opções no mercado.

Quando o contratante é uma pessoa jurídica, há pacotes que permitem a inclusão na apólice de veículos de empresas subsidiárias e até de funcionários.

Outra diferença no seguro frotas diz respeito à ocorrência do sinistro. Na apólice individual, uma única ocorrência já tem influência no seu valor. Já no coletivo é o desempenho conjunto de todos os veículos que pesa para a variação dos preços.

Quais os tipos de seguros de frotas existentes?

Basicamente, o mercado oferece duas modalidades de seguro de frotas. São elas os grupos de afinidade e as apólices coletivas. Confira as características de cada uma delas.

Grupos de afinidade

No seguro de frotas por grupos de afinidade a contratação pode ser feita por meio de um empregador ou de uma associação legalmente constituída, que represente os empregados de uma empresa ou organização.

Nesse caso, há uma única apólice prevendo todas as coberturas contratadas, mas cada integrante do grupo recebe um certificado individual. Algumas seguradoras aceitam incluir na apólice também os dependentes dos empregados.

Na modalidade de grupos de afinidade também é possível efetuar o pagamento do seguro de diferentes formas. O débito pode ser quitado integralmente pelo empregador, se ele for o contratante ou de forma individual por empregado. Também é possível dividir o pagamento entre ambos.

Apólices coletivas

Essa modalidade destina-se às frotas cujos veículos pertencem à mesma pessoa ou empresa, tanto pessoa física quanto jurídica. Logo, um único CPF ou CNPJ constará na apólice, a cobrança também será unificada e não haverá necessidade de emitir certificados individuais, como nos grupos de afinidade.

As apólices coletivas permitem ao titular incluir novos veículos que venha adquirir ou mesmo alugar durante a vigência do contrato. Basta, para isso, efetuar o pagamento do prêmio individual.

Pessoas jurídicas que contratam o seguro por meio de apólices coletivas podem ainda incluir veículos de diretores da empresa e de suas subsidiárias.

Prestadores de serviços cujos carros rodam exclusivamente para atender ao contratante também podem ser inseridos na apólice.

Quais os cuidados na hora de contratar um seguro de frotas?

Antes de assinar a contratação de uma apólice de seguro de frotas é preciso tomar algumas precauções para proteger a sua empresa. Lembre-se de que você está cuidando de um patrimônio essencial para o seu negócio.

É importante realizar uma comparação de preços entre as corretoras. Algumas delas podem oferecer valores melhores. Outras, uma cobertura mais ampla ou determinados serviços e vantagens mais atraentes para a sua empresa.

Identificada a melhor proposta, verifique se a corretora está devidamente credenciada e autorizada a operar. Você verifica essa informação no site da Superintendência de Seguros Privados (Susep), uma autarquia federal que fiscaliza o setor de seguros.

Se estiver tudo certo, leia atentamente a apólice de seguros. Ela deve discriminar todas as coberturas previstas na proposta inicial. O documento também deve apresentar, de forma clara, todas as exclusões da cobertura.

Se tudo estiver ok, finalmente é hora de assinar a contratação e proteger os veículos de sua empresa. O auxílio de um corretor de seguros pode ser bastante útil em todas as etapas acima, sendo assim, não deixe de contar com ele.

Esses são os principais diferenciais do seguro de frotas, uma medida essencial para proteger os veículos de sua empresa e, também, evitar os prejuízos decorrentes de sinistros. Dessa forma, você não precisará se preocupar com os imprevistos que podem acontecer no futuro.

Gostaria de saber mais sobre o mercado de seguros corporativos, especialmente para empresas de médio e grande porte? Então assine nossa newsletter e receba todas as nossas novidades.

Por que aderir a um seguro empresarial?

Independentemente de seu porte ou de sua área de atuação, toda a empresa precisa de segurança e tranquilidade para produzir e prosperar.

Mas para obter um ambiente propício para concentrar esforços na atividade fim da organização, é necessário conhecer e prevenir os riscos ao negócio.

É justamente para criar este clima favorável que é indispensável a contratação de um seguro empresarial, uma forma de garantia que todo o esforço e investimento direcionado à empresa não estarão sob ameaça no caso de algum sinistro.

Sua empresa ainda não conta com um seguro empresarial? Então é hora de compreender melhor por que essa proteção é tão importante e não deve ser vista simplesmente como uma despesa, mas como um investimento no seu negócio.

Contra o que o seguro protege a empresa?

Quem é empreendedor sabe o quanto é difícil tocar um negócio e fazê-lo crescer no Brasil. É preciso enfrentar a burocracia, a falta de crédito, a carência de mão de obra qualificada, enfim, uma série de dificuldades que devem ser superadas uma a uma.

Este caminho árduo valoriza ainda mais cada meta superada e cada objetivo atingido. E reforça a necessidade de proteger o que já se conquistou. Perder, em um sinistro de qualquer natureza, patrimônio acumulados à base de muito suor é um forte golpe em um ambiente de negócios tão hostil.

Logo, é preciso ficar atento aos fatores de risco que podem estar ameaçando o seu negócio. Eles podem resultar tanto de ações criminosas, como um roubo ou furto, quanto de causas naturais, como uma enchente ou vendaval.

Além de desfalcar as finanças da empresa, essas situações podem comprometer sua capacidade produtiva.

Imagine perder, de uma hora para outra, uma máquina ou equipamento essencial para o seu negócio? O seguro pode garantir a rápida recomposição da sua produção, reduzindo ao máximo os danos gerados pelo sinistro.

O que pode ser coberto pelo seguro?

Atualmente, as seguradoras oferecem uma vasta lista de opções de coberturas, que podem ser adequadas às necessidades e características de cada empresa. Assim, seu seguro pode ser praticamente personalizado.

Há uma cobertura básica que, por lei, todas as apólices precisam contemplar. Ela abrange danos ocasionados basicamente por incêndios e fatores a ele relacionados. Além desses sinistros, é possível concentrar o seguro nos fatores de risco aos quais a empresa está mais exposta.

É possível incluir na apólice, por exemplo, a proteção de produtos perecíveis que possam estragar caso uma falha elétrica comprometa sua refrigeração.

Perdas com aluguel de imóvel que tenha sofrido danos durante um incêndio ou vendaval também podem ser ressarcidas por meio do seguro. A abrangência da apólice vai depender das ameaças que fustigam a empresa.

O que não pode ser coberto pelo seguro?

Na apólice de seguros, todas as coberturas contratadas deverão estar devidamente listadas e identificadas. O mesmo ocorre com as exclusões, que são os itens não cobertos. Eles devem estar claramente discriminados no documento.

É preciso ficar atento ao fato de que determinadas coberturas são garantidas sob condições específicas. Um bem que seja objeto de seguro não estará protegido de todo e qualquer sinistro, indiscriminadamente.

Na apólice deve constar cada situação. Confira alguns exemplos de situações que podem configurar exclusão da cobertura:

  • danos provenientes de rebeliões, greves ou ataques terroristas;
  • desgaste ocasionado por deterioração natural ou vício próprio do objeto;
  • perdas ou danos ocasionados pelo descumprimento de contratos por parte do segurado;
  • atos de autoridade pública;
  • danos provenientes de contaminação por radioatividade, combustível ou resíduo nuclear.

Qual o perfil da empresa que deve fazer seguro?

Das corporações de grande porte aos pequenos empreendimentos familiares, todas as empresas estão sujeitas a riscos que podem prejudicar ou comprometer o seu desempenho ou a continuidade de suas atividades.

É claro que, dentro de sua realidade e de seu ambiente de atuação, cada uma estará sujeita a ameaças diferentes e específicas. Mas, invariavelmente, terão um patrimônio a proteger, seja em valores, equipamentos e insumos.

Por isso, todas as empresas podem se beneficiar do seguro empresarial. Obviamente, cada caso demandará uma configuração de cobertura e um investimento diferente, customizado aos seus pontos de risco. Mas todas demandam a proteção do seguro.

Qual o procedimento para contratar um seguro empresarial?

O ponto de partida para a definição do tipo de cobertura mais adequada para a sua empresa é realizar um diagnóstico para identificar os riscos aos quais o negócio está exposto.

Isso é feito levando-se em consideração diversos aspectos, desde o porte da empresa até a existência de insumos, máquinas e equipamentos essenciais ao seu negócio.

Não esqueça, também, que a contratação só deve ser feita com o suporte de um corretor de seguros e de uma seguradora devidamente registrados e autorizados a operar. Essas informações podem ser conferidas junto à Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia federal que faz o controle e fiscalização do setor.

O corretor de seguros é muito importante para auxiliar a compor a configuração ideal da apólice de sua empresa, elaborada com base no possível impacto dos riscos identificados. Até porque, uma contratação incorreta pode gerar prejuízos à empresa.

A experiência dos profissionais é justamente um dos diferenciais da Almanza. O profundo conhecimento do mercado de seguros permite aos nossos corretores identificar com precisão o tipo e a extensão ideal da apólice de sua empresa.

O passo seguinte será a aprovação da apólice, que deverá identificar claramente a cobertura e suas respectivas exclusões e todas as demais condições do seguro.

Se tudo estiver correto, basta finalizar a contratação e garantir a proteção do seu negócio.

Como você pôde ver, contratar um seguro empresarial pode ser uma vantagem competitiva de sua empresa. Protege sua produtividade e sua competitividade ao prevenir os riscos e ameaças que possam prejudicar o seu negócio.

Entre em contato conosco e confira como podemos ajudá-lo a identificar o modelo de seguro mais adequado para a sua empresa!

Responsabilidade civil das empresas: o que isso significa na prática?

A responsabilidade civil das empresas está presente em quase todas as rotinas. Em especial, na qualidade dos produtos que fornecem e dos serviços que prestam.

Na legislação que regula o assunto, destaca-se, entre outras normas, o Código de Defesa do Consumidor. Nos seus diversos artigos, essa lei explicita o campo das responsabilidades das empresas na posição de fornecedoras.

Nesse contexto, pessoas e organizações, em geral, estão cada vez mais exigentes e preparadas para a defesa de seus direitos. Com isso, aumenta a responsabilidade das organizações com referência às suas instalações, à qualidade de vida dos colaboradores e aos produtos ou serviços.

Continue neste post e saiba, na prática, o que significa a responsabilidade civil das empresas.

O que é responsabilidade civil?

A responsabilidade civil de uma empresa é a obrigação que pesa sobre ela de reparar um dano causado a terceiros. Nesse caso, as consequências sofridas pela pessoa podem ser de natureza moral ou patrimonial.

No entanto, para ser responsabilizada, é preciso que a própria empresa tenha praticado o ato ou deixado de praticar uma ação necessária (o que se conhece por omissão). Da mesma forma acontece se o dano for causado por uma pessoa por quem a organização responde.

Por essa razão, alguém que se sente prejudicado em uma experiência com uma companhia deve provar a existência e o tamanho do dano sofrido.

Ademais, precisa demonstrar o nexo causal, ou seja, o vínculo entre as perdas ou inconvenientes ocorridos e a atividade da empresa.

Na rotina da organização, como exemplo simples, uma lesão por esforço repetitivo (LER) ou um dano ergonômico podem suscitar a responsabilidade civil da empresa.

Quais os tipos existentes?

Existem diversas classificações para a responsabilidade civil, mas importa conhecer duas delas.

A primeira se refere ao fato que gerou o dano: pode ser uma responsabilidade contratual ou extracontratual.

A outra diz respeito ao fundamento e, desse modo, poderá ser responsabilidade objetiva ou subjetiva.

Responsabilidade civil contratual ou extracontratual

A responsabilidade contratual, como o próprio nome indica, resulta da existência de um contrato que, de alguma forma, não foi cumprido pela empresa.

Nesse caso, basta a parte prejudicada provar o descumprimento para obter a reparação devida por perdas e danos.

Já a responsabilidade extracontratual não está associada a qualquer contrato prévio. Assim, se a empresa não cumpre uma obrigação legal devida e, daí, resulta um dano, sua responsabilidade será extracontratual.

Responsabilidade civil objetiva ou subjetiva

Aqui, trata-se de definir em que circunstâncias a empresa está obrigada a responder por uma reparação de dano quando esse for provocado pelo fornecimento de seus produtos ou serviços.

Nesse caso, a responsabilidade objetiva se dá quando a empresa responde, independentemente de haver culpa de sua parte.

O Código de Defesa do Consumidor (Lei No 8.078/1990), por exemplo, é bem claro quanto à responsabilidade civil objetiva de fabricante, produtor, construtor ou importador.

Essa responsabilidade se dá, inclusive, quando se trata de ausência de informações suficientes a respeito da utilização e dos riscos relativos a um produto.

Por sua vez, a responsabilidade subjetiva exige que seja demonstrado que o dano ocorreu por culpa ou dolo da empresa. Assim, não basta que tenha ocorrido o dano, mas é necessário provar que houve culpa ou dolo da companhia.

Quais penalidades podem estar envolvidas?

Existem situações de naturezas e circunstâncias diversas que podem levar à responsabilidade civil de uma empresa. Assim, podem ser consideradas, entre outras, as responsabilidades civis por motivos que envolvam:

  • esportes;
  • saúde;
  • transporte;
  • meio ambiente;
  • finanças;
  • tributos;
  • serviços;
  • produtos.

Desse modo, o tipo de dano envolvido definirá a falta, o delito, ou mesmo, o crime cometidos pela empresa. Por sua vez, a lei que definir a falta também explicitará as penalidades aplicáveis a cada caso.

Nesse sentido, as penalidades transitam por inúmeras possibilidades e intensidades. Assim, vão desde o ressarcimento pelo preço pago, passam pelo pagamento de multas — que podem ser muito elevadas —, chegando, até mesmo, à prisão do responsável. Nesse último caso, situam-se os crimes ambientais e tributários, por exemplo.

É importante ressaltar que a responsabilidade civil de uma empresa não precisa resultar, necessariamente, de uma atitude ou posicionamento de má-fé.

Em muitos casos, pode ocorrer um total desconhecimento da ilicitude do ato praticado ou de sua omissão e, no entanto, isso não exime a organização.

De maneira semelhante, a companhia pode ser responsabilizada pela ocorrência de um acidente fortuito, um acidente do trabalho ou pelo erro de um funcionário. Portanto, a responsabilidade civil não está limitada ao dolo, isto é, à intenção de fazer.

Assim, uma retroescavadeira de uma pequena empreiteira operando na abertura de uma vala na rua pode romper uma adutora de água existente e provocar danos em grande parte da via pública. Nesse caso, responderá pelos estragos provocados nos veículos que estavam próximos.

Como uma empresa pode se precaver?

Para uma empresa se precaver diante das inúmeras possibilidades de ser responsabilizada em razão de algum dano que provoque, a chave é a própria cautela. Esse princípio chama por uma postura de cuidado, ao mesmo tempo em que clama por uma gestão responsável.

O desenvolvimento de uma cultura com vistas a minimizar falhas e reduzir as possibilidades de se cometer erros se harmoniza com os princípios de melhoria contínua da gestão moderna. Assim, o exercício da precaução levado a efeito nos processos produtivos e na realização de serviços é o melhor cuidado, como nos casos de saúde e segurança do trabalho.

Seguro de responsabilidade civil

A responsabilidade civil das empresas é um risco permanente. A qualquer momento, um dano material, corporal ou moral causado de modo não intencional a terceiros poderá ser suscitado como de responsabilidade da empresa.

Para essa realidade empresarial, a melhor precaução é a contratação de um seguro, além da segurança patrimonial que você já conhece. O mercado especializado oferece um seguro de responsabilidade civil, que resguarda e protege as operações — produtos e serviços — de sua empresa.

Uma grande vantagem dessa solução é sua adequação à realidade da companhia. Assim, o seguro é dimensionado para cada caso e cada necessidade, garantindo a capacidade de ressarcimento em uma ocorrência inesperada.

Neste artigo, você conheceu os principais aspectos da responsabilidade civil das empresas. Com isso, pode tomar as medidas necessárias para que sua organização esteja resguardada.

Gostou do nosso post? Agora, conheça o Seguro Garantia Judicial. Essa proteção deixará sua companhia preparada e em condições de responder a uma necessidade de realizar um depósito em pagamento judicial.

5 razões para contratar um seguro de vida para seus funcionários

O seguro de vida para funcionários é o segundo benefício mais oferecido pelas empresas brasileiras, atrás apenas da assistência médica.

E não é para menos, visto que há uma série de vantagens relacionadas, como a retenção e a segurança dos talentos, por exemplo.

Cada vez mais gestores e empresários percebem que este é o momento de deixar de oferecer apenas o básico e definido pelas leis aos trabalhadores. Por isso, tem investido em benefícios complementares, como o seguro de vida.

De igual modo, é vantajoso ao negócio, já que gera vantagens sobre o imposto de renda, além de não ter um perfil predeterminado.

Nós reunimos tudo o que precisa saber sobre o assunto e as 5 razões para contratar um seguro de vida para funcionários, neste post. Continue a leitura para conferir!

1. Funcionários e familiares amparados

O primeiro benefício está na proteção financeira aos profissionais e familiares. Ninguém espera que um acidente ou imprevisto ocorra, porém, é sempre bom estar preparado para situações inesperadas.

O seguro de vida cobre uma série de despesas, como o afastamento por acidente de trabalho, morte natural ou acidental.

Infelizmente, mais de 700 mil pessoas sofrem acidentes de trabalho por ano, apenas no Brasil. Entre 2012 e 2016, foram mais de 13 mil mortes. Isso custa caro ao governo e às empresas, mas especialmente às famílias e aos próprios profissionais. Portanto, o seguro deve ser considerado crucial.

No caso de acidente de trabalho, por exemplo, a seguradora paga um valor adicional a partir do 16º dia de afastamento, de modo que seja possível manter tudo em ordem.

Já nas situações em que ocorre o falecimento, seja acidental ou por causa de doenças, o seguro de vida do trabalhador é pago aos dependentes previamente indicados, como forma de garantir o futuro da família.

2. Custo-benefício para a empresa

Se comparado a outros tipos de benefícios complementares, o seguro de vida tem um valor muito mais acessível.

Por ser destinado a um grupo de trabalhadores, o plano empresarial é mais barato que o individual. Ou seja, você pode contratar algumas das melhores coberturas do mercado por um baixo custo.

Os benefícios, por outro lado, são diversos! É possível fazer a dedução do pagamento do seguro de vida no imposto de renda. Além do que, a empresa demonstra um forte apreço pelo profissional e sua família, oferecendo uma cobertura mais ampla e tranquilidade nos momentos mais difíceis.

A verdade é que, cada vez mais, as empresas precisam pensar em ações com elevado custo-benefício, para manter a competitividade do negócio, o crescimento sustentável e o compromisso com os funcionários.

3. Valorização do funcionário

No passado, os funcionários eram vistos como meras ferramentas de trabalho e, por isso, tinham poucos direitos e muitas obrigações.

Hoje, no entanto, é preciso de talentos cada vez mais preparados e motivados para entregar um bom resultado, visto que o mercado está realmente competitivo. Por causa disso, a valorização dos funcionários é inevitável.

O seguro de vida é uma forma de mostrar que sua empresa valoriza o talento e sua família, bem como se preocupa com a segurança, saúde e bem-estar dos funcionários no trabalho.

Pode até parecer algo simples, mas não é! Para se ter uma ideia, a correta valorização reduz o desligamento de talentos, aumenta a retenção de profissionais e até melhora o desempenho econômico do negócio.

Além disso, ao investir no seguro de vida, a empresa está suprindo uma das necessidades mais básicas dos seus funcionários: a de segurança.

De acordo com o psicólogo Abraham Maslow, famoso criador da pirâmide das necessidades, os profissionais só podem agir com motivação quando suas necessidades básicas, como a segurança, são supridas.

4. Adequação às normas sindicais

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) não determina o pagamento de seguro de vida aos empregados, mas alguns acordos sindicais podem impor essa obrigação. Profissionais da engenharia civil, trabalhadores envolvidos na coleta de lixo e motoristas são bons exemplos disso. Para eles, o benefício do seguro de vida é uma necessidade básica e obrigatória.

Se o seu sindicado exige a aquisição do seguro de vida, o melhor caminho é se adequar as regras. Caso contrário, a empresa poderá ser penalizada, além de pagar multas e até responder judicialmente pelo descumprimento contratual.

Assim, o seguro de vida pode ter um valor ínfimo, se comparado aos problemas decorrentes da inobservância desses acordos.

Para saber se seus profissionais têm direito ao seguro, o ideal é entrar em contato com o seu próprio sindicato. Infelizmente, muitos empresários enxergam os sindicados como inimigos que devem ser combatidos, o que é um grande equívoco. Afinal, existem para representar os funcionários e, em muitos casos, podem ser fortes aliados da empresa.

5. Não tem perfil predeterminado

Uma grande dúvida para definir o pacote de benefícios é a sua adequação ao perfil dos funcionários. O auxílio-creche, por exemplo, pode ser um ótimo benefício aos pais ou mães de famílias, mas nem um pouco atraente aos jovens sem filhos.

O vale-cultura, por outro lado, pode ser uma grande vantagem aos jovens, mas sem sentido algum para os pais de crianças que não têm tempo para shows ou eventos culturais.

O seguro de vida interessa a todos, afinal de contas, imprevistos não escolhem idade, gênero, raça ou classe econômica. Todos, do mais simples operário ao diretor-executivo, estão sujeitos a imprevistos e devem estar devidamente preparados. Logo, o seguro de vida tem um perfil generalista e diz respeito a todos os profissionais.

Não por acaso, segundo pesquisa, o seguro de vida está entre os 10 benefícios mais desejados pelos funcionários brasileiros, e é visto como essencial por mais de 32% dos talentos.

Ele traz segurança ao que está sendo feito, independentemente de idade ou posição dentro da empresa, resultando em produtividade e bem-estar no trabalho.

Enfim, essas são algumas das principais razões para contratar o seguro de vida para funcionários. Eles certamente se sentirão mais amparados e terão mais tranquilidade quanto aos seus familiares. A empresa, por sua vez, poderá se adequar aos acordos sindicais, obter um ótimo custo-benefício e valorizar os seus talentos.

Você está por dentro do tema, certo? Agora, aproveite para entrar em contato conosco e descobrir as soluções que temos. Até lá!

Como é o serviço de seguro-saúde empresarial da Almanza?

O conhecimento de que o maior patrimônio de uma empresa é o seu pessoal já se tornou universal. Esse patrimônio, no entanto, deve ser devidamente cuidado e mantido o mais próximo possível da condição de excelência.

Para isso, é necessária a construção de ambientes saudáveis e a manutenção de pessoas igualmente saudáveis. A melhor solução para alcançar esse objetivo é a utilização de serviços especializados nessa área.

Nesse sentido, colaboradores saudáveis são responsáveis por resultados muito melhores e, dessa forma, o investimento apresenta retorno garantido. Ao mesmo tempo, empresas que cuidam de suas equipes são muito bem pontuadas pelos melhores talentos do mercado.

Assim, continue neste post e saiba como é o serviço de seguro-saúde empresarial da Almanza.

Colaboradores saudáveis

A simples ausência de alguma doença não caracteriza a saúde. Da mesma forma, funcionários saudáveis não são aqueles que simplesmente não apresentam alguma doença.

Assim, a condição saudável envolve a qualidade de vida e uma sensação de bem-estar. No ambiente laboral, colaboradores saudáveis são muito mais produtivos e proativos, o que reflete no desempenho da equipe e na produtividade da empresa.

Por sua vez, os níveis de estresse que comumente são encontrados em inúmeras empresas são responsáveis, inicialmente, por uma queda no rendimento individual. Mas, em seguida, produzem distúrbios na saúde individual provocando afastamentos que representam custos significativos.

Por esse motivo, empresas de sucesso costumam estimular ambientes ocupacionais saudáveis. Ao mesmo tempo, promovem programas e atividades que visam a construção e manutenção de equipes compostas por funcionários saudáveis.

Para alcançar esse objetivo, o caminho mais seguro é dispor de um plano de saúde empresarial para os colaboradores. Os resultados positivos logo se apresentam.

A importância de um plano de seguro-saúde empresarial

O plano de saúde é um dos principais benefícios oferecidos pelas empresas e, como tal, só perde em importância para o salário. Na verdade, sua significância permite afirmar que constitui um dos motivos de redução no turnover (rotatividade de pessoal).

Não sem razão, bons profissionais consideram com especial predileção a existência de um bom plano de saúde quando vão em busca de uma nova colocação no mercado. Deixar de oferecê-lo, portanto, pode significar para uma empresa a perda de seus melhores talentos.

Por sua vez, disponibilizar esse benefício valoriza os colaboradores em geral e confere mais segurança e tranquilidade para todos. Além disso, caracteriza a empresa que o faz como responsável e atenta à saúde dos membros de sua equipe. Afinal, o primeiro e mais importante cuidado é com a saúde.

Já para o negócio, o investimento em um seguro empresarial é essencial para sua imagem. Não apenas valoriza a empresa, mas vai além e se consolida em resultados que viabilizam maior produtividade.

Assim, tanto a imagem organizacional, como a satisfação dos colaboradores e o próprio sucesso da empresa, são definitivamente afetados pela oferta de um bom plano de saúde empresarial. Mas, como é um bom plano?

A gestão de saúde

Que a oferta do plano de saúde empresarial é essencial, não se discute. Mas, além disso, o grande diferencial é dispor de um serviço de gestão de saúde corporativa, a fim de conquistar e manter sempre mais colaboradores saudáveis.

A gestão de saúde corporativa amplia o cuidado da empresa com os seus funcionários. Para isso, envolve um conjunto de políticas e programas voltados para o bem-estar e a qualidade de vida. Seu objetivo maior, portanto, é a prevenção e o tratamento das ocorrências que possam impedir para os colaboradores a condição de uma vida saudável.

Entre as iniciativas que compõem uma estratégia de gestão de saúde, podem ser destacadas:

  • programas para a redução do tabagismo;
  • programas para a redução ou acompanhamento do alcoolismo;
  • programas para o acompanhamento da dependência química;
  • palestras diversas sobre vida saudável;
  • campanhas de vacinação;
  • orientação sobre doenças sexualmente transmissíveis;
  • incentivo às práticas esportivas.

Desse modo, uma boa e experiente corretora vai identificar o plano mais adequado à sua empresa e apresentar a melhor estratégia, assim como os melhores serviços para a gestão de saúde corporativa. Quer ver como é?

O serviço de seguro-saúde empresarial da Almanza

A Almanza é uma empresa nacional, corretora de seguros, especializada na estruturação de soluções completas em garantias patrimoniais e pessoais.

Detentora de um portfólio extenso e especializado, consolidou-se no mercado como uma corretora experiente e preparada. Assim, é capaz de atender às necessidades das grandes e pequenas organizações e fazer toda sua gestão documental e operacional.

Para atender qualquer demanda que se apresente, o serviço de seguro-saúde empresarial da Almanza oferece soluções totalmente personalizadas. A partir de uma análise detalhada do perfil e das necessidades apresentadas pelo cliente, prepara soluções em um plano feito sob medida para sua empresa.

Além disso, para as empresas de médio e grande porte, a Almanza realiza a gestão de saúde com equipe médica própria e com larga experiência. Destaque-se, ainda, que uma grande vantagem para essas organizações é a gestão de riscos. Por meio dela, a corretora consegue diminuir a utilização desnecessária do plano e reduzir os custos de reajustes envolvidos.

Fazendo uso de softwares especializados, a Almanza conduz uma gestão integrada da saúde. Assim, promove uma análise ampla, de natureza preventiva, com vistas a elaborar um mapa de riscos da massa dos funcionários. E, do mesmo modo, promove a gestão da utilização do plano otimizando seus recursos.

Dessa forma, consegue elaborar e fornecer subsídios para a tomada de decisão dos gestores da empresa. Entre os recursos disponíveis, podem ser destacados, entre outros:

  • gerenciamento das internações;
  • gerenciamento dos maiores utilizadores do plano de saúde;
  • gestão de casos crônicos;
  • auditorias médicas;
  • acompanhamento de processos.

Todos esses recursos podem ser integrados ao RH da empresa disponibilizando indicadores essenciais para o aprimoramento da gestão.

Agora você já conhece o serviço de seguro-saúde empresarial da Almanza e pode fazer sua opção por um bom plano.

Se você gostou deste post, entre em contato conosco e saiba tudo o que precisa seguros.