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Por que fazer o mapeamento da saúde dos funcionários? Entenda!

Você quer implementar ações que promovam a saúde e o bem estar dos seus colaboradores. Mas sabe por onde começar? Entende quais são as principais necessidades da equipe nesse aspecto?

O mapeamento da saúde dos funcionários pode ser o seu maior aliado nesse sentido. Isso porque esse processo revela indicadores poderosos sobre o perfil da sua equipe e as estratégias mais eficientes para a sua organização.

Então, que tal continuar a leitura e descobrir mais sobre o assunto?

O que é e como funciona o mapeamento da saúde dos funcionários?

O mapeamento da saúde dos funcionários nada mais é do que uma forma de acessar os principais indicadores de saúde e comportamento relacionados a esse conceito dos seus funcionários — tanto dentro quanto fora da empresa. Portanto, é uma forma de entender como está a saúde da equipe e qual o padrão de cuidado que cada colaborador tem consigo.

Para isso, são utilizadas algumas estratégias específicas. A principal delas é um questionário desenvolvido especialmente para o mapeamento da saúde dos funcionários.

Esse questionário contém perguntas sobre os hábitos alimentares de cada membro da equipe,prática de atividades físicas, vícios e padrão de consumo de álcool, histórico familiar relacionado a doenças (como diabetes), assim como a percepção do colaborador sobre a própria saúde. Além disso, você pode incluir mais perguntas de acordo com as necessidades da empresa.

O questionário pode ser aplicado presencialmente ou de forma virtual. A primeira maneira possibilita uma conversa mais aberta com o funcionário, de forma a acessar também elementos psicológicos e emocionais relacionados à saúde. Já a segunda maneira permite que o colaborador responda o questionário rapidamente e de qualquer lugar, economizando recursos e tempo.

Outras estratégias também podem ser analisadas, tanto no questionário quanto com a contratação de uma equipe especializada. Esse é o caso de níveis de glicemia no sangue, IMC, pressão arterial, peso, altura, entre outros.

Tudo isso faz parte de um mapeamento da saúde dos funcionários eficiente e eficaz, gerando uma série de insumos para a sua empresa.

Qual a importância do mapeamento da saúde dos funcionários?

Como você já deve ter percebido, o mapeamento da saúde dos funcionários pode ser uma ferramenta muito importante para a sua empresa.

Isso porque já foi constatado que colaboradores saudáveis são mais motivados e produtivos. Além disso, as empresas, atualmente, tendem a não se preocupar apenas com o desempenho dos colaboradores no ambiente de trabalho, considerando o funcionário como uma pessoa completa — que possui desejos e necessidades individuais.

Diante desse cenário, é importante criar uma cultura de saúde na empresa, encorajando a equipe a adotar comportamentos e práticas positivas para a vida, dentro e fora do trabalho. Nesse aspecto, o mapeamento é uma ferramenta extremamente importante.

Ela permite que você conheça melhor a equipe, identificando os padrões de comportamento predominantes na empresa. Além disso, é possível fazer um diagnóstico sobre a condição física dos colaboradores como um todo, entendendo melhor quais são os principais pontos de atenção e criando as melhores estratégias para a equipe.

  A ferramenta permite, assim, entender onde é necessário concentrar esforços e quais são as principais ações a serem implementadas para uma cultura de saúde na companhia.

Além disso, o mapeamento pode servir como uma forma de levar a equipe a refletir sobre o próprio comportamento. Isso porque existem hábitos que podem passar despercebidos para determinados profissionais, mas afetar a sua saúde como um todo. Durante o mapeamento, ele pode perceber esses elementos e, antes mesmo de qualquer ação da empresa, começar a trabalhar para modificá-los.

Quais são os benefícios do mapeamento da saúde?

O mapeamento da saúde traz uma série de benefícios, tanto para a empresa quanto para o colaborador. Leia os itens e entenda agora as principais vantagens!

Melhoria da saúde dos colaboradores

O mapeamento da saúde dos funcionários faz parte de uma estratégia maior de implementação de uma cultura de saúde na empresa. Dessa forma, ele traz impactos positivos para o colaborador, permitindo que as condições físicas e psicológicas de todo o time de funcionários melhorem.

Aumenta a satisfação da equipe

Quando você investe em saúde, investe na equipe como um todo. Os funcionários percebem isso e, dessa forma, sentem-se mais valorizados. Isso é um dos fatores que pode aumentar os níveis de satisfação dos colaboradores com a empresa.

Reduz gastos para a empresa

Os gastos com colaboradores afastados devido a problemas de saúde são um dos grandes custos de um empreendimento. Com o mapeamento e a melhoria das condições de saúde da equipe, você é capaz de reduzir o índice de afastamento e absenteísmo, reduzindo também os gastos.

Potencializa os resultados

Colaboradores mais saudáveis, motivados e satisfeitos produzem mais. Isso significa que o mapeamento da saúde dos funcionários pode potencializar os resultados do negócio.

Como uma empresa especializada pode ser sua aliada no mapeamento da saúde dos funcionários?

Existem empresas especializadas em saúde dos trabalhadores. Elas lidam com diferentes companhias, como a sua, e trabalham para resolver problemas semelhantes aos seus.

Dessa forma, essas empresas podem ser grandes aliadas no mapeamento da saúde dos funcionários. Isso porque contam com colaboradores experientes e capacitados para realizar esse processo com eficiência.

Além disso, evita que os seus funcionários tenham que dedicar um tempo específico para tal atividade. Desa forma, os seus colaboradores podem continuar focados nas atividades diárias da empresa com a garantia que um mapeamento de qualidade será realizado na organização.

O mapeamento da saúde dos funcionários vem ganhando cada vez mais espaço nas organizações. Essa ferramenta faz parte, como dito anteriormente, da criação de uma cultura de saúde dentro da empresa, melhorando as condições físicas e psicológicas do time de colaboradores. Além disso, traz uma série de benefícios, tanto para o funcionário quanto para o negócio. Portanto, ele pode ser um grande aliado na hora de criar um diferencial competitivo para a sua empresa e, com isso, destacar-se perante o mercado.

Então, que tal encontrar em contato com a Almanza agora mesmo? Aproveite e confira todas as soluções em saúde do trabalhador que temos para oferecer para o seu negócio!

Invista na gestão da saúde corporativa de sua empresa e aumente sua competitividade

Mais do que garantir o bem estar dos colaboradores, investir na gestão da saúde corporativa é uma forma de elevar os índices de produtividade e competitividade da empresa.

Saudáveis física e mentalmente, os funcionários estão habilitados para realizar suas atividades com melhores resultados. Mais do isso: sentem-se engajados e motivados na busca dos objetivos e metas da organização. Isso sem falar no melhor controle das despesas com atendimentos médicos e com o plano de saúde corporativa, resultantes também da boa gestão.

Neste artigo reunimos algumas informações sobre o papel da gestão da saúde corporativa, qual a forma correta de aplicá-la e quais os resultados que dela se pode esperar. Confira:

O que é a gestão da saúde corporativa?

Atualmente, a gestão da saúde corporativa é um tema estratégico para as empresas. Ela pode representar mais competitividade e menos custos para a organização, a partir da elaboração de ações, programas e procedimentos que previnam patologias e garantam o bem-estar dos colaboradores.

O ponto de partida para traçar estas iniciativas é a busca de subsídios e a elaboração de um diagnóstico sobre a saúde ocupacional, a saúde suplementar e a ergonomia na empresa. A análise dos dados referentes a estes três aspectos permite identificar os principais problemas a saúde a que os trabalhadores estão expostos.

Assim, é possível mapear os riscos relacionando atividades, setores e patologias. Estes dados, por sua vez, podem ser cruzados com os registros de atendimentos do convênio de saúde da empresa e até com informações sobre os hábitos e condições de vida do colaborador fora do ambiente de trabalho.

Isso torna o diagnóstico, a prevenção e o tratamento das patologias mais efetivos. Assim se alcança a realidade que citamos no início do artigo: com mais saúde e bem-estar dos colaboradores a empresa torna-se mais competitiva e tem menores custos.

Como colocar em prática a gestão da saúde corporativa?

Cada vez mais disseminada entre as empresas, a gestão da saúde corporativa tem processos e ações que precisam ser observados. Confira algumas delas:

  • é importante fazer o mapeamento das necessidades e riscos aos quais os colaboradores estão expostos. Assim identificam-se as patologias mais frequentes e é possível traçar estratégias de prevenção e tratamento;

  • ofereça um plano de saúde coletivo. Além de ser um dos benefícios mais desejados pelos colaboradores, o convênio é um importante aliado na definição das estratégias de promoção da saúde na empresa, especialmente no diagnóstico das demandas;

  • além de implementar o plano de saúde é preciso desenvolver alguma ferramenta que permita acompanhar a sua utilização. A ideia é identificar a origem das patologias mais comuns;

  • monitore o absenteísmo na empresa. Desenvolva processos que permitam verificar as causas e os efeitos das ausências dos colaboradores;

  • dê atenção também ao presenteísmo. É importante medir o quanto ele está sendo nocivo para a produtividade da empresa e também quais as suas causas;

  • a contratação de uma consultoria pode ser uma boa medida para aprimorar os processos de gestão de saúde e fazer a adequação ergonômica dos postos e processos do trabalho;

  • invista, ainda, em programas de saúde in company, muito efetivos na prevenção primária e na redução das doenças ocupacionais;

  • promova uma cultura de prevenção entre os colaboradores. Isso vale tanto para os cuidados com a saúde quanto para a redução de acidentes. Promova eventos, discussões, workshops e outros momentos de discussão sobre temas como uso de EPIs, por exemplo. Isso mantém os funcionários sempre alertas para os riscos inerentes às rotinas de trabalho.

Quais as vantagens de uma boa gestão?

Cuidar da saúde e do bem-estar dos colaboradores pode garantir uma série de benefícios para a empresa. Confira:

Menos afastamentos

O excesso de faltas e afastamentos, sejam eles justificados ou não (absenteísmo), é um verdadeiro golpe na produtividade dos colaboradores. E os problemas médicos estão entre as principais causas desta situação. A reversão deste quadro é um dos benefícios da gestão da saúde corporativa para a empresa.

Mais qualidade de vida

A produtividade dos colaboradores está diretamente relacionada com a qualidade de vida. Pessoas mais felizes obtêm melhores resultados, pois atuam com mais satisfação. Gerar este ambiente também é papel da gestão da saúde corporativa.

Perceber a atenção e a preocupação que a empresa lhe reserva costuma despertar no colaborador o sentimento de pertencimento, o engajamento e a motivação.

Retenção de talentos

Políticas maduras de promoção da saúde e da qualidade de vida melhoram o ambiente interno na empresa. E este é um dos elementos que aumentam o valor da empresa aos olhos da força de trabalho. É uma ferramenta para a retenção de talentos.

Controle de custos

A gestão da saúde corporativa também tem impactos positivos sob o ponto de vista financeiro em diferentes aspectos. A melhoria do ambiente e das condições de trabalho, por exemplo, pode reduzir eventuais demandas trabalhistas.

O controle e a redução dos acidentes diminui a exposição da empresa aos rigores da legislação trabalhista, neste caso materializado em multas que podem ser bem pesadas.

Além disso, a prevenção de patologias recorrentes entre os colaboradores permite melhorar as condições de contratação do plano de saúde, a partir da redução do volume e da complexidade dos sinistros.

É importante lembrar-se da importância da mensuração do desempenho das iniciativas de gestão da saúde corporativa no que se refere ao aspecto financeiro. Para cada ação deve ser elaborado o processo de controle do retorno sobre o investimento (ROI), como forma, inclusive, de garantir sua perenidade na empresa.

Melhoria da imagem da empresa

Em tempos de elevada preocupação com a responsabilidade social, engajar-se na promoção de qualidade de vida para os colaboradores tem repercussão positiva também na imagem da organização. Isso ocorre tanto internamente, entre os próprios funcionários, quanto externamente, frente ao mercado e aos seus clientes.

Adequação ao eSocial

eSocial é o novo sistema de controle e envio aos órgãos federais das obrigações junto aos colaboradores, e é de adesão obrigatória a todas as empresas. A medida, que afeta fortemente a área de recursos humanos pode ter sua operação facilitada por meio da gestão da saúde corporativa.

Você sabia o quanto a gestão da saúde corporativa é importante para melhorar a produtividade e a competitividade de sua empresa? Gostaria de saber mais sobre o tema? Então assine nossa newsletter e fique por dentro de todas as nossas novidades.

Quais são os impactos legais de não investir na medicina do trabalho?

Os cuidados com a saúde e a segurança constituem parte essencial na relação da empresa com o trabalhador. Além disso, é uma exigência da legislação e, portanto, impactos legais na medicina do trabalho não praticada podem ser especialmente danosos para a empresa.

O principal aparato legal que rege esse assunto é a Lei no 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Essa lei alterou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) com relação à segurança e à medicina do trabalho.

Por outro lado, o investimento que a empresa realizar nesse segmento a manterá dentro da legalidade, além de trazer diversos benefícios para todas as partes envolvidas.

Continue lendo este post e saiba quais são os impactos legais ao não investir em medicina do trabalho!

Processos trabalhistas

Processos trabalhistas constituem um problema em potencial diante da ausência de investimentos nos cuidados com a saúde dos colaboradores. Grande parte de causas movidas por trabalhadores tem origem em situações dessa natureza.

Em resumo, elas são iniciativas judiciais nas quais o funcionário procura responsabilizar a empresa por algum dano à saúde que tenha sofrido. Diante de uma condenação, a empresa deve pagar uma quantia arbitrada para reparação desses danos — o que, às vezes, pode envolver somas significativas.

Nesse sentido, podem ser considerados motivos suficientes para as causas trabalhistas:

  • ausência do exame admissional;
  • condições de trabalho inadequadas;
  • indisponibilidade de equipamento de proteção individual;
  • não pagamento de adicionais por insalubridade ou periculosidade.

Ação civil pública

A legislação brasileira instituiu um instrumento de coação ágil de interesse coletivo: a ação civil pública. Esse mecanismo é movido com vistas ao atendimento das demandas de uma categoria, geralmente pelo Ministério Público ou pelo respectivo sindicato da classe trabalhadora envolvida.

A ação civil pública é considerada como um dos principais caminhos para uma solução mais rápida no meio judicial. No caso trabalhista, a empresa é pressionada a dar solução e compensação pela ausência de cuidado demonstrada com a saúde do trabalhador.

Esse instrumento legal impõe, por exemplo, a adequação do meio ambiente de trabalho da empresa (iluminação, temperatura ou condições ergonômicas). As consequências do não atendimento ou da resistência do empregador em se adequar às determinações podem constituir impactos financeiros muito grandes, às vezes capazes de desestabilizar a empresa.

Multas aplicadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego

A legislação pertinente prevê a aplicação de multas administrativas diante da não conformidade com a segurança e a medicina do trabalho. O objetivo é coibir a falta de proteção à saúde e à integridade física dos trabalhadores

A fiscalização exercida pelos agentes do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) pode resultar na imposição de multas, quando diante de irregularidades. As responsabilidades com a medicina do trabalho costumam ser um terreno fértil para esse tipo de ocorrência fiscal.

Os valores dessas multas podem ser elevados, principalmente nos casos de reincidência em dada incorreção trabalhista. Nesse sentido, deve-se registrar que as causas dessas multas podem até incitar a interdição ou embargo do estabelecimento.

Interdição ou embargo de atividades da empresa

Assim como no caso das multas, a ausência de atendimento aos preceitos legais que regulam a saúde do trabalhador pode impedir a empresa de dar continuidade às suas atividades. Quando a prática é constante ou os danos muito significativos, a organização pode ser penalizada com o impedimento de dar continuidade àquela atividade.

Nesse contexto, uma determinada obra, por exemplo, pode ser suspensa ou embargada pelas condições de trabalho. E assim permanecerá até que os devidos cuidados com a saúde dos funcionários sejam adotados — em conformidade com as exigências normativas, claro.

Despesas no caso de doenças do trabalho

A responsabilidade do empregador com a ocorrência de doença relacionada à atividade laboral pode obrigá-lo a arcar com as despesas decorrentes do distúrbio provocado. Para isso, no entanto, é preciso que estejam presentes três elementos essenciais:

  • o descumprimento de uma exigência normativa;
  • um dano à saúde do trabalhador;
  • o nexo causal entre os dois anteriores.

Isso significa que basta que fique provado que uma condição de trabalho irregular foi a origem de determinados danos à saúde do funcionário para a empresa ser responsabilizada.

De maneira geral, tem sido entendimento das cortes trabalhistas que se trata de responsabilidade subjetiva da empresa. Assim, ainda que existam boas intenções da parte do empregador, havendo danos à saúde em razão da atividade, a empresa será responsabilizada pelos custos resultantes.

Aumento da alíquota SAT/GILRAT

Existe uma contribuição previdenciária das empresas na forma do Seguro de Acidente do Trabalho, anteriormente conhecido pela sigla SAT. Posteriormente, a nomenclatura foi alterada para Grau de Incidência de Capacidade Laborativa Decorrente de Riscos Ambientais do Trabalho (GILRAT).

Essa contribuição tem o objetivo de financiar os benefícios concedidos pelo INSS nos casos de danos à saúde por razões do trabalho. Seu valor, no entanto, pode apresentar aumentos em razão da quantidade de casos resultantes da falta de investimento em segurança e medicina do trabalho.

Assim, as alíquotas aplicáveis a uma empresa para a definição do valor desse seguro variam conforme as ocorrências registradas para aquela empresa. Quanto mais acidentes ou doenças do trabalho ocorridos na empresa, maiores serão os valores a pagar.

Pagamento de adicional de insalubridade

Algumas atividades desenvolvidas pelos funcionários podem ser consideradas insalubres pelas normas regulamentadoras do MTE. Isso se dá, sobretudo, em razão das condições do ambiente de trabalho.

Por sua vez, os cuidados com a instalação do equipamento de proteção coletiva (EPC) devido podem eliminar a condição de insalubridade ou reduzi-la a níveis aceitáveis pela legislação. Do mesmo modo, o fornecimento do equipamento de proteção individual (EPI) necessário pode ter o mesmo efeito.

Deixar de atender a esses cuidados obriga o empregador ao pagamento do adicional por insalubridade — e o não pagamento habitual desse adicional resulta, como se viu, em processos trabalhistas contra a empresa.

Como você conferiu, é fácil perceber a importância de estar em dia com os cuidados preconizados e evitar os impactos legais na medicina do trabalho descuidada. Com isso, além das vantagens como redução do absenteísmo e maior produtividade no trabalho, evitam-se os prejuízos e os custos impostos pela legislação trabalhista.

Gostou deste post? Para saber tudo que você precisa para a saúde de seus colaboradores, entre em contato conosco. Estamos prontos para ajudar!

Doenças crônicas — Conheça suas causas e implicações!

As doenças crônicas não transmissíveis, (conhecidas pela sigla DCNT), segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são responsáveis por 80% de todas as mortes ocorridas nas Américas. Só no Brasil, essas doenças estão na origem de 73% dos óbitos registrados.

Em sua maioria, essas doenças resultam da adoção de hábitos e estilos de vida pessoais inadequados para a construção de uma vida saudável. Por isso, sua ocorrência é assunto de interesse da saúde pública, e requer toda atenção de cada um.

Para conhecer as principais causas das doenças crônicas no Brasil, continue lendo este post e saiba o que você pode fazer para evitar fazer parte das estatísticas da OMS!

O que são doenças crônicas?

Doenças crônicas, basicamente, são aquelas que permanecem com o indivíduo por longos períodos. Persistindo por vários meses — ou, em alguns casos, por toda a vida —, elas exigem que a pessoa aprenda a conviver com ela, e a se submeter às restrições que impõe.

As mais significativas são as doenças crônicas não transmissíveis, que não passam de uma pessoa para outra. Dentre estas, podem ser destacadas:

  • hipercolesterolemia (colesterol elevado);
  • hipertensão arterial (pressão alta);
  • doenças cardiovasculares (dos vasos circulatórios e do coração);
  • neoplasias malignas (diversos tipos de câncer);
  • doenças respiratórias crônicas (asma, rinite alérgica, doença pulmonar obstrutiva etc.);
  • obesidade;
  • diabetes.

Quais são as suas principais causas?

Quase sempre, as doenças crônicas apresentam origens diversas, o que significa que podem ser provocadas por diferentes fatores. Mas, de modo geral, elas se desenvolvem ao longo da vida, como resultado de hábitos alimentares, vícios, sedentarismo e até mesmo o stress.

O tabagismo (vício de fumar), por exemplo, pode construir ao longo do tempo as condições que levam a distúrbios pulmonares, circulatórios e alguns tipos de câncer, dentre outros.

Uma alimentação inadequada e conduzida por muito tempo, por sua vez, pode elevar os níveis de triglicerídeos e de colesterol a patamares patológicos, obstruindo importantes artérias do corpo.

Da mesma forma, excessos alimentares — em especial, de sal e açúcar — são particularmente perigosos. E, quando associados à ausência de atividades físicas, os danos podem ser ainda maiores.

Como evitar a sua ocorrência?

Considerando-se as principais causas referidas, as doenças crônicas podem ser reduzidas em sua possibilidade de ocorrência, sobretudo com a adoção de estilos de vida saudáveis. Situações resultantes de herança genética podem exigir maiores atenção e cuidados.

Uma alimentação adequada, associada à prática de atividades físicas regulares, constitui um grande passo. Essas são, na verdade, as bases de uma boa saúde, além de permitir a construção de maiores capacidades de resposta do organismo.

Do mesmo modo, noites bem-dormidas, com a quantidade de sono necessária, são determinantes e não devem ser desconsideradas, principalmente por pessoas que militam em atividades estressantes.

Sem contar, é claro, a postura de se evitar excessos no consumo de bebidas, fumo, doces e outros vícios, que é muito bem recompensada com uma significativa redução no risco do desenvolvimento de algumas doenças crônicas importantes.

Enfim, gostou do nosso post? Então, continue conosco em nossas redes sociais e saiba tudo o que você precisa para sua saúde e segurança! Estamos no Facebook e LinkedIn.

Entenda a importância da biomecânica ocupacional para sua empresa

A prevenção de acidentes, a elevação da produtividade e a melhoria da qualidade de vida dos colaboradores estão entre os principais benefícios da aplicação da biomecânica ocupacional no ambiente de trabalho.

Ao analisar e corrigir os problemas ocasionados por falhas de postura e movimentos da atividade laboral, a biomecânica possibilita reduzir os impactos e proteger o corpo do colaborador durante sua atividade.

No entanto, você sabe exatamente como funciona a biomecânica ocupacional? Confira, neste texto, não apenas como ela se desenvolve, mas também os principais benefícios que a Ergonomia pode garantir à sua empresa e aos colaboradores. Boa leitura!

O que é a biomecânica ocupacional

É possível definir a biomecânica ocupacional como o estudo dos movimentos executados pelos trabalhadores durante sua atividade laboral e das suas respectivas consequências sobre o corpo. Ela avalia a interação do homem com seu trabalho a partir dos impactos em seu sistema músculo-esquelético.

Cada atividade realizada tem um determinado reflexo sobre o corpo do trabalhador. Identificar quais são esses reflexos e como eles podem ser minimizados, eliminando seus efeitos nocivos, é um dos principais benefícios da biomecânica ocupacional.

Ela permite ajustar tarefas às habilidades e limitações dos indivíduos, prevenindo o esforço excessivo ou inadequado, que possa gerar danos físicos. Em vez de o trabalhador adaptar seu corpo à demanda da atividade, a biomecânica ocupacional permite ajustar a tarefa ao colaborador.

Avaliando especialmente questões relacionadas à postura, à mobilidade e à aplicação de cargas, a biomecânica ocupacional pode determinar os limites de segurança para que o trabalhador realize suas tarefas com o menor risco possível à sua integridade física.

Assim, a aplicação da biomecânica no ambiente de trabalho pode gerar uma série de desdobramentos positivos, não apenas para a saúde dos colaboradores, mas também para os resultados da empresa. Confira!

Queda no número de acidentes de trabalho

Menor exposição aos riscos e menos estresse físico são determinantes na redução de acidentes de trabalho. Com músculos e articulações sendo exigidos dentro de parâmetros compatíveis com sua capacidade, a probabilidade de acidentes por fadiga, por exemplo, é reduzida.

Controle das doenças ocupacionais

A biomecânica ocupacional pode ser uma ferramenta essencial para o controle das patologias diretamente relacionadas à atividade laboral. Aplicando a postura adequada e a carga certa para cada atividade, é possível reduzir sensivelmente as ocorrências de doenças ocupacionais.

Mais bem-estar aos colaboradores

Com melhores condições de trabalho, no que se refere ao ambiente físico, a qualidade de vida dos colaboradores também aumenta. A jornada de trabalho menos desgastante propicia mais satisfação e bem-estar.

Melhoria da produtividade

Garantir a integridade física do colaborador, reduzindo os riscos e os efeitos da atividade laboral em seu corpo, tem, entre seus resultados, a elevação da sua produtividade. Além dos benefícios para o próprio colaborador, a empresa experimenta uma série de vantagens, com a redução do absenteísmo e dos custos com a saúde, além da elevação da competitividade, entre outros.

Como você pode ver, a aplicação da biomecânica ocupacional pode garantir uma série de benefícios para sua empresa e seus colaboradores. Gostaria de conhecer um pouco mais sobre ela? Entre em contato conosco e saiba como podemos ajudar! Vamos lá!

Por que adotar programas de nutrição e combate à obesidade nas empresas?

O combate à obesidade nas empresas, indústria e comércio está cada vez mais popular. A iniciativa costuma partir dos próprios funcionários, que buscam se alimentar melhor e acabam influenciando nos hábitos dos colegas de trabalho. Contudo, também existem empregadores que são adeptos aos programas de nutrição nas empresas.

A obesidade é considerada uma doença e está relacionada a uma série de outras enfermidades. Alguns médicos atribuem o problema a uma patologia crônica, outros acreditam ser comportamental. O fato é que pode prejudicar seus portadores.

Preparamos este artigo para mostrar como esse problema pode interferir diretamente na rotina de trabalho e também no desempenho das empresas como um todo. Além disso, falaremos sobre a importância de combatê-lo. Confira!

Como a obesidade prejudica o colaborador

O fato de a obesidade ser uma doença com várias outras relacionadas pode ser muito prejudicial ao trabalhador. Veja alguma das patologias ligadas ao excesso de peso:

  • hipertensão;
  • diabetes;
  • asma;
  • problemas nas articulações, como joelhos.

Essas enfermidades podem causar um impacto negativo na sua assiduidade. Há também outras formas do profissional portador desses problemas ser prejudicado no ambiente laboral.

Dependendo da função desempenhada, o portador dessa doença não consegue efetuar as atividades com a agilidade necessária e leva mais tempo para concluir algumas tarefas, o que pode afetar na produtividade. Esse é o fenômeno conhecido como presenteísmo.

Obviamente, restringir a contratação desses profissionais não é uma escolha inteligente, já que o peso não interfere na capacidade intelectual de um colaborador e existem diversos outros fatores ligados a falta de motivação e eficiência dos funcionários de uma empresa.

O combate à obesidade nas empresas, por meio de programas de nutrição nas empresas, visa preservar a vida dos trabalhadores de maneira geral, uma vez que a boa alimentação pode impactar no bem-estar e na motivação da equipe como um todo.

A importância da medicina preventiva

Atividades para o combate à obesidade nas empresas são consideradas ações de medicina preventiva, que visam garantir o bem-estar dos funcionários e têm como consequência a melhoria da produtividade.

A prática tem o objetivo de prevenir lesões, doenças e acidentes e, como já exposto anteriormente, o sobrepeso na prática de algumas atividades pode trazer alguns contratempos.

Vamos exemplificar: o seu melhor vendedor pode lesionar o joelho ao pegar uma mercadoria em uma prateleira mais alta, ou levar a sua zeladora mais caprichosa a apresentar muitos atestados por precisar de endoscopias em curtos intervalos de tempo, motivadas por uma gastrite constante.

Esses problemas podem ser resolvidos ou amenizados com programas de nutrição nas empresas, que vão ensinar a essa mulher como se alimentar para prevenir essas dores, ao mesmo tempo em que o vendedor poderá perder peso e não sobrecarregar os joelhos.

Um empreendimento não sobrevive sem os seus funcionários. Mantê-los engajados e motivados é essencial para que uma organização obtenha bons resultados. Além disso, essas ações atuam como um importante benefício para atração e fidelização de talentos, reforçando a employer branding.

Quer saber mais sobre o combate a obesidade nas empresas e os programas de nutrição nas empresas? Siga a página da AlmanzaGISC e da Almanza Corretora de Seguros no Facebook. Você também pode adicionar nosso perfil no LinkedIn e ter acesso a mais conteúdos exclusivos. Até breve!

Saiba por que investir em qualidade de vida no trabalho

As ações que promovem qualidade de vida no trabalho representam muito mais do que apenas um benefício corporativo ou um atendimento a normas legais.  Na realidade, essas intervenções são um verdadeiro investimento na produtividade da empresa.

Há uma série de vantagens que se pode obter quando o índice de bem-estar dos colaboradores de uma organização encontra-se em um nível elevado. Confira neste conteúdo qual o retorno que se pode esperar deste investimento e qual a melhor forma de executá-lo.

Benefícios da boa gestão em saúde corporativa

São muitos os ganhos da empresa que adota uma política arrojada de promoção de saúde e qualidade de vida no trabalho junto aos seus colaboradores. Confira a seguir alguns deles:

Mais produtividade

Há uma série de estudos e trabalhos demonstrando que, quanto mais saudáveis — física e psicologicamente — estiverem seus colaboradores, melhores serão seus resultados. E quando percebem que há uma real preocupação do seu empregador com o seu bem-estar, os indivíduos estão propensos a desenvolver um sentimento de pertencimento que eleva ainda mais sua produtividade.

Melhor aproveitamento dos investimentos em saúde

Também há uma vantagem estritamente econômica na promoção da qualidade de vida no trabalho. Os gastos com plano de saúde podem ser paulatinamente reduzidos, à medida que se controla melhor a sinistralidade entre os colaboradores.

Com menos ocorrências, é possível negociar com a operadora de saúde uma redução nos índices de reajuste aplicados regularmente.

Queda nos indicadores de absenteísmo e presenteísmo

Esses são dois fenômenos comuns e muito prejudiciais às empresas onde a saúde corporativa ainda não está devidamente controlada. Doentes ou estressados, os colaboradores deixam de comparecer ao trabalho, de forma justificada ou não (absenteísmo). Ou, mesmo estando presentes, não têm capacidade produtiva (presenteísmo).

Em ambos os casos os prejuízos para a empresa são grandes. Investir na qualidade de vida no trabalho e na promoção de saúde é uma forma eficiente de manter essas duas ocorrências em índices aceitáveis.

Mais motivação e engajamento

Já falamos que ao se sentirem cuidados, os colaboradores desenvolvem com mais facilidade o sentimento de pertencimento a uma organização. Pois é possível afirmar que este é um primeiro passo para um ciclo positivo na relação do profissional com seu local de trabalho cuja evolução apresenta ganhos para ambos.

Esse pertencimento costuma vir associado ao crescimento da motivação, que é a mola propulsora do desejo do colaborador de enfrentar novos desafios, executando de forma mais efetiva as tarefas que lhe cabem.

Sentir-se cuidado também se reflete no engajamento, que pode ser descrito como um degrau posterior à motivação, quando o colaborador assume o sucesso de seus projetos com suas próprias realizações, e não apenas como obrigações da empresa.

Maior retenção de talentos

Já faz algum tempo que a remuneração deixou de ser o principal diferencial para a retenção de talentos em uma empresa. Entre as vantagens oferecidas pelo mercado, aqueles que envolvem o cuidado com a saúde e a promoção do bem-estar costumam fazer sucesso entre os melhores profissionais. Se os benefícios forem extensíveis aos seus familiares, a atratividade é ainda maior, reforçando a employer branding da corporação.

Roteiro para o bem-estar

Confira a seguir quais são as etapas indispensáveis para o sucesso de um projeto de promoção da qualidade de vida no trabalho:

Faça o mapeamento do perfil

O primeiro passo — e um dos mais importantes — é traçar o perfil dos seus colaboradores no que diz respeito à saúde. Identifique a quais riscos sua força de trabalho está mais exposta e reúna-os em grupos.

Essa será a forma mais eficiente de traçar um planejamento com foco na saúde preventiva, atacando os problemas mais incidentes. O mapeamento é essencial para o sucesso da implantação da gestão da saúde na empresa.

Defina as metodologias

Com os públicos mapeados, determine que tipo de metodologia será utilizada para garantir as melhorias desejadas. Cada grupo pode ter um tipo de demanda específica, o que exige diferentes abordagens.

Estabeleça incentivos

De que forma a empresa atrairá a atenção dos colaboradores? Quais serão os incentivos à sua adesão? Manter os colaboradores engajados em uma rotina de cuidados com a saúde não é tarefa fácil. Estabelecer recompensas é essencial, especialmente durante a implantação das inciativas.

Institua metas e a forma de medir a evolução

O que não é medido, não é gerenciado, diz a máxima da administração dos teóricos Robert Kaplan e David Norton. Na gestão de saúde, não é diferente. É preciso estabelecer objetivos claros e determinar como eles serão contabilizados.

Monitore os resultados

Acompanhe a evolução dos indicadores e os resultados do programa de saúde corporativa, sem deixar de monitorar a taxa de adesão.

Não esqueça também que o resultado financeiro é fundamental para sustentar qualquer projeto. Por isso, ao planejar alguma iniciativa verifique como será medido o retorno do investimento (ROI).

Invista em conhecimento na área

Para idealizar e desenvolver as iniciativas de gestão da saúde corporativa sua empresa vai precisar de profissionais com expertise no assunto, sejam reunidos em um time próprio, seja por meio de uma consultoria externa.

Menos cigarro, mais descanso

Vem do Japão um exemplo de ação arrojada de incentivo ao cuidado com a saúde no ambiente corporativo. Uma empresa de marketing de Tóquio criou uma norma que garante seis dias a mais de férias para os colaboradores não fumantes.

A iniciativa, na verdade, resultou de um pleito feito por um funcionário que não fuma. Ele constatou que os colegas fumantes perdiam muito tempo com o mau hábito. Eram pelo menos 15 minutos perdidos para deixar seu posto, fumar o cigarro e retornar à empresa, localizada no 29º andar de um prédio de Tóquio.

Três meses após a criação da norma, 30 colaboradores já desfrutaram da folga adicional. E o mais importante: quatro pessoas abandonaram o cigarro. Com mais de 21% da população fumante, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, o Japão luta contra o tabagismo.

Esses são alguns dos benefícios que sua empresa pode aferir ao investir na promoção da qualidade de vida no trabalho. Lembre-se que esta atenção com o colaborador não é um diferencial. É uma prática comum nas organizações, extremamente valorizada pelos profissionais mais cobiçados do mercado.

Também não encare as despesas com saúde simplesmente como uma despesa. Veja como um investimento na produtividade e na melhoria dos resultados da sua empresa, com redução de custos de RH.

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SIPAT: um passo para a cultura da saúde e segurança no ambiente de trabalho

A saúde e segurança do trabalho (SST) é a área responsável por preservar a integridade física e psicológica dos trabalhadores, visando aumentar a qualidade de vida e o bem-estar dos mesmos. Para tal, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (SIPAT) é uma das principais ferramentas que as organizações podem utilizar.

O que é a SIPAT

Regulamentada pela legislação trabalhista, a SIPAT é um evento obrigatório que deve ocorrer anualmente, independente do porte da empresa. As atividades acontecem no período de uma semana, dentro do horário de trabalho.

Trata-se de um evento direcionado para a prevenção de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.

Os principais objetivos da SIPAT

Dentre os principais objetivos dessa semana está a promoção do conhecimento e estímulo da conscientização dos funcionários acerca de temas que se relacionam com a saúde, a segurança no ambiente de trabalho e as possibilidades de prevenção de acidentes.

Quando bem estruturada, a SIPAT aumenta o senso crítico dos empregados, incentivando-os a participar mais ativamente dos processos que envolvem a segurança no trabalho ao decorrer de todo o ano.

Também é uma oportunidade para investir em treinamentos, seja revisando conteúdos já passados anteriormente ou apresentando novos temas aos trabalhadores.

As relações entre cultura organizacional e SIPAT

A cultura organizacional atua como um guia para os comportamentos e para a mentalidade dos membros de uma empresa. Quando a cultura estimula a participação dos funcionários na rotina de saúde e segurança do trabalho os mesmos se sentem mais corresponsáveis pelas ações estipuladas pela organização.

Uma cultura organizacional que promove a saúde e a segurança no trabalho como fundamentais contribui para a formação de funcionários engajados em seguir as normas e regras e que entendem a importância delas para seu bem-estar, reforçando ainda a employer branding da corporação.

Nesse sentido, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho é uma ferramenta para iniciar ou fortalecer essa cultura, promovendo o engajamento da organização como um todo.

Além disso, como há a possibilidade de abordar diversos temas, a SIPAT pode oferecer atividades que visem estabelecer atitudes especificas, conforme o contexto e as necessidades empresariais identificadas pela medicina do trabalho.

Como tornar a SIPAT um evento atrativo

A principal forma de tornar a SIPAT atrativa é promover o engajamento dos funcionários de diversos setores em sua organização. Uma forma de fazer isso é possibilitar que todos deem sugestões de temas ou votem nos temas propostos pela comissão organizadora.

Trazer temáticas diferentes a cada ano, bem como diversificar os modelos de atividades com dinâmicas, oficinas e palestras aumentam o interesse dos colaboradores. O importante é promover uma articulação entre conhecimentos teóricos e práticos das ações que visam a segurança no trabalho.

Ao abordar as temáticas previstas na legislação brasileira, como alcoolismo e tabagismo, por exemplo, é importante articular com o cotidiano dos trabalhadores, a fim de torná-las mais interessantes.

Mais do que uma obrigatoriedade, a realização da SIPAT deve ser vista como uma oportunidade para desenvolver e fortalecer uma cultura organizacional que valoriza a saúde e a segurança dos empregados.

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Educação postural no trabalho: como incentivar e implantar essa prática?

A educação postural no trabalho tem se tornado um tema cada vez mais importante nos ambientes corporativos. Isso por que, com jornadas de trabalho cada vez mais intensas, é comum encontrar profissionais que reclamam de dores nas costas, punhos, ombros e no corpo em geral.

Desse modo, a falta de postura no ambiente de trabalho pode resultar em problemas que vão além de uma simples dor muscular. Essa prática pode levar a faltas ao trabalho, aumentando o absenteísmo, além de redução de produtividade ou até mesmo o desenvolvimento de doenças ocupacionais que resultam em processos legais contra a empresa.

Pensando nisso, colocamos neste post as principais informações sobre postura correta no trabalho e como promovê-la na sua empresa. Confira!

Qual é a postura correta no trabalho?

A postura correta no trabalho varia de acordo com a atividade realizada pelo profissional. Existem manuais de boas práticas e métodos de segurança para atividades mais técnicas. Entretanto, para aqueles que trabalham no meio corporativo, as necessidades dentro da política de ergonomia devem ser avaliadas por um profissional da medicina do trabalho.

Existem dicas e orientações gerais que podem ser passadas aos profissionais, a fim de incentivar a adoção de uma postura adequada no ambiente corporativo. São elas:

  • manter a coluna ereta, com apoio lombar;
  • alinhar o quadril num ângulo de cerca de 90º em relação à coluna quando sentar;
  • não inclinar o pescoço para frente ao usar o computador;
  • ter pausas para se movimentar;
  • manter o punhos em posição neutra.

O ideal é ter um médico do trabalho especializado nas funções dos profissionais da empresa, a fim de avaliar o ambiente e definir as melhores práticas de postura e segurança do trabalho.

Como a postura influencia nos resultados da empresa?

Como falamos, a postura errada do profissional leva à problemas como dores de cabeça, dores musculares e até mesmo à situações mais sérias como o desenvolvimento de transtornos de coluna, por exemplo.

Isso impacta diretamente nos resultados de produtividade do funcionário, que por sua vez, impacta nas entregas de toda a equipe. No longo prazo, a ocorrência desses problemas aumenta os custos da empresa, que precisará de mais funcionários, devido ao aumento do presenteísmo.

Além disso, em casos mais graves, erros na postura levam à necessidade de afastamentos, tratamentos especializados ou podem resultar passivo trabalhista para a empresa, uma vez que a mesma é responsável pelo ambiente de trabalho e deve garantir que o mesmo está adequado para o funcionário.

Como incentivar os funcionários à ter uma postura correta no trabalho?

Disponibilize manuais para os funcionários

Para evitar problemas legais, é essencial que a empresa tenha um manual de boas práticas que inclua a questão da educação postural no trabalho. Esse direcionamento deve ser apresentado e estar disponível para todos os funcionários, inclusive no processo de integração pré-admissão.

Incentive a prática de atividades físicas

Uma das principais indicações para melhorar a postura é a prática de atividades físicas. Portanto, é indicado que a empresa promova incentivos para seus funcionários, como passes para academia ou centros de exercícios ligados a fisioterapia, como Pilates e RPG..

Outra forma de promoção de atividades é levá-las ao ambiente de trabalho, contratando uma equipe de ginástica laboral para visitar a empresa e dar aulas para os profissionais que se tornarão multiplicadores.

Além de melhorar a postura, essa prática melhora o entrosamento entre os funcionários e a imagem da empresa diante seus funcionários, mostrando que eles são importantes para o negócio e reforçando a employer branding da corporação.

Contrate uma consultoria no assunto

Adotar as medidas corretas não é uma tarefa simples. Ela deve ser realizada por profissionais especializados no assunto, portanto, recomenda-se a busca de uma consultoria. Essa prática garante os melhores resultados, além de permitir que a equipe de RH da empresa dedique-se à outras frentes, mais importantes para o negócio.

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6 práticas eficientes para combater o estresse ocupacional

O estresse ocupacional é um dos principais causadores de afastamentos no trabalho, além de ser um grande inibidor da produtividade. E não se trata de um problema isolado. As incidências desse problema estão tomando ares de epidemia.

Segundo pesquisa realizada pelo braço brasileiro da International Stress Management Association (Isma BR), nove em cada dez trabalhadores no país têm sintomas de ansiedade em diferentes níveis.

E mais: 47% da nossa força de trabalho sofre de depressão, doença que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), será a patologia mais incapacitante para a atividade laboral até 2020. Na América Latina, nenhum país registra maior número de trabalhadores depressivos como no Brasil.

Saber identificar o estresse ocupacional e desenvolver métodos para combatê-lo é missão da área de gestão de saúde corporativa das organizações. Confira a seguir algumas sugestões de iniciativas que podem ajudar a sua empresa nessa tarefa.

Estresse ocupacional

Identificar o mais rápido possível o estresse ocupacional entre os colaboradores é essencial para contornar a situação e reduzir os seus malefícios. O estresse ocupacional pode ser caracterizado como um conjunto de reflexos emocionais, comportamentais e fisiológicos que o individuo apresenta em resposta a situações ocasionadas no ambiente de trabalho.

Embora varie em cada indivíduo, os fatores responsáveis por disparar esse problema estão relacionados a questões como carga horária excessiva, falta de reconhecimento pela chefia, baixa afinidade com as tarefas exercidas, clima organizacional desfavorável, entre outros.

Além do aumento do absenteísmo e da queda de produtividade, o estresse ocupacional também tem forte reflexo fora da empresa, seja em sua saúde de forma geral, seja no seu ambiente familiar e social. Por isso é essencial preveni-lo e combatê-lo.

Práticas de combate ao estresse ocupacional

1. Invista em pesquisa de clima organizacional

O primeiro passo para combater o estresse ocupacional é implementar uma pesquisa de clima organizacional o mais completa possível. Para obter subsídios de forma mais assertiva, o ideal é que o levantamento permita o anonimato dos participantes, evitando constrangimentos que os faça omitir informações relevantes.

Entre os aspectos cujos reflexos podem ser medidos por meio da pesquisa estão a identificação com as tarefas executadas, a compreensão do seu papel na organização, a percepção sobre a remuneração recebida, o relacionamento com colegas e chefias e o nível de satisfação geral com o trabalho.

Com base nessa radiografia, é possível identificar os fatores que têm provocado o maior estresse entre os colaboradores e em quais áreas ou setores eles estão mais expostos aos riscos de serem afetados.

Os resultados da pesquisa de clima serão o ponto de partida para o planejamento de uma proposta de atuação visando combater os fatores que disparam o estresse ocupacional na organização. É importante que o levantamento se transforme em um processo periódico e estratégico para o RH na empresa, tendo os seus resultados atualizados constantemente.

2. Analise o motivo dos afastamentos por ordem médica

Sempre que um trabalhador é afastado de suas atividades por motivos médicos, esse afastamento é registrado de acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde. As doenças psiquiátricas são identificadas como CID-F.

É preciso monitorar e acompanhar esse tipo de afastamento junto à área responsável pela gestão de saúde e segurança do trabalho da empresa. Quanto mais efetivo e rápido for o suporte ao trabalhador afetado, menor será o reflexo dessas patologias em sua saúde e mais curto será o afastamento.

Devido às características do tratamento e da subjetividade dos diagnósticos, os afastamentos motivados por transtornos mentais costumam ser prolongados e penosos, tanto para o trabalhador quanto para a empresa.

3. Implemente ações que promovam a qualidade de vida

Além de atuar com foco nas causas do estresse ocupacional identificado por meio da pesquisa de clima, é preciso investir em ações que ampliem o bem-estar e a qualidade de vida dos trabalhadores de forma geral.

Aqui são válidos os programas que incentivem a alimentação saudável, promovam a adesão dos colaboradores à prática de esportes e a sessões de ginástica laboral, mantendo o acompanhamento médico periódico.

4. Incentive comportamentos saudáveis

Há uma série de medidas eficazes para o combate do estresse referentes a rotinas e comportamentos que extrapolam o ambiente de trabalho. São os bons hábitos que devem ser adotados pelos colaboradores, individualmente, que os preparam para enfrentar melhor os fatores de risco.

À empresa, cabe desenvolver estratégias de estímulo à adoção desses bons hábitos. A boa alimentação é um deles, assim como a organização da rotina, de forma a garantir um bom período de sono, entre outros. As pessoas também precisam reservar momentos de desconexão com sua atividade laboral. Desenvolver atividades relaxantes e prazerosas de forma periódica é uma forma de recarregar as energias e se preparar para novos desafios.

5. Avalie a adoção de terapias de meditação na empresa

Uma atividade que tem ganhado adeptos e apresentado bons resultados é a terapia conhecida como mindfulness. Trata-se de um tipo de terapia baseada em técnicas de meditação que desenvolve a capacidade de concentração extrema.

Além de auxiliar os praticantes a manterem o foco em determinada atividade, o mindfulness tem sido utilizado para reduzir a ansiedade, ativar a memória e a criatividade. Aplicar a técnica como um momento de relaxamento entre as atividades laborais pode trazer bons resultados.

6. Identifique e combata o presenteísmo

Em contrapartida aos casos de afastamentos por causas mentais ou emocionais, há um fenômeno crescente no ambiente corporativo que faz os colaboradores comparecerem todo dia ao trabalho com produtividade praticamente nula.

Chamado de presenteísmo, esse fenômeno também é reflexo do estresse ocupacional e precisa ser medido por meio de uma avaliação dos níveis de insatisfação do indivíduo e de produtividade. É uma forma de identificar indícios de problemas maiores e planejar como combatê-los de forma eficaz.

Estas são algumas das alternativas que as empresas podem e devem lançar mão para combater o estresse ocupacional. Trata-se de um cuidado de grande reflexo, tanto na qualidade de vida dos colaboradores quanto na produtividade da organização.

Com menos ansiedade e menos depressão entre os seus colaboradores, é possível reduzir o absenteísmo e os afastamentos previdenciários, evitar doenças ocupacionais e elevar a satisfação geral com o trabalho, com reflexos positivos na produtividade, e aumentar o sentimento de pertencimento da sua força de trabalho à organização.

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