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Entenda o conceito e a funcionalidade da matriz de risco

A matriz de risco é uma ferramenta muito utilizada para analisar os riscos de projetos ou áreas dentro de uma empresa. Ela possibilita visualizar os níveis de prioridade no tratamento dos riscos e influenciam na tomada de decisão dos profissionais.

É um recurso fundamental para a gestão de riscos de uma empresa. Pois, contribui para a criação de mecanismos que visam prevenir possíveis falhas que afetem de forma negativa os resultados organizacionais.

Mas você sabe como construir uma matriz de risco e como ela funciona? Não se preocupe! Preparamos este post para ajudar você! Mas antes veja o que é uma matriz de risco e como ela é útil na gestão de riscos.

O que é matriz de risco e qual a sua importância para a empresa?

Assumir e gerenciar os riscos dentro de uma empresa é um dos fatores determinantes para o seu sucesso. Ao passo que todas as atividades empresariais envolvem riscos, os profissionais devem estar aptos a avaliar e mensurar os riscos envolvidos em uma decisão.

Portanto, realizar uma gestão de riscos eficiente é essencial para a empresa. Mas o que é gestão de riscos? É um processo sistemático de identificar, analisar e responder aos riscos, sempre buscando obter vantagem e contribuir para manutenção da qualidade de vida no trabalho.

A gestão de riscos envolve a identificação das ameaças, a análise de probabilidade de ocorrência, criação de um plano de contingência e o controle delas. Nesse contexto, a matriz de risco é uma ferramenta que pode ser utilizada para analisar os riscos de várias naturezas.

Nessa matriz, eles são tabulados de maneira clara e ordenada para facilitar a sua identificação, além da maneira que eles podem afetar a empresa, tantos em termos de frequência quanto em termos de impacto.

Uma matriz de risco é mais do que uma simples ferramenta, pois saber como prevenir problemas, a partir de sua aplicação, é essencial para manter uma empresa saudável e em perfeito funcionamento.

Ela impacta de maneira positiva na satisfação dos colaboradores, em sua produtividade e, consequentemente nos resultados organizacionais. Veja como ela funciona no próximo tópico!

Como a matriz de risco funciona?

Na matriz de risco, o nível é definido pela composição das variáveis de frequência e de impacto associadas aos fatores de riscos. É adotada uma classificação qualitativa para essas variáveis.

Na classificação de frequência, os níveis de impacto são definidos em raríssimo, raro, eventual, frequente e muito frequente. Pode ser composta pela atribuição de pesos que variam de 1 a 5.

Na classificação de impacto, os níveis são muito baixo, baixo, médio, alto e grave. Já os pesos também variam de 1 a 5. Por exemplo, os riscos, em ambas categorias, com os pesos mais elevados indicam a necessidade de controle mais rígidos.

Para avaliar a severidade dos riscos identificados, é possível combinar a matriz de risco com a matriz de avaliação. Ela combina três cores: vermelho, amarelo e verde que correspondem, respectivamente, risco alto, moderado e baixo.

A matriz de avaliação demonstra o nível de importância dos riscos, permitindo avaliar os níveis de controle de cada um deles. A zona vermelha significa impacto e possibilidades de ocorrências grandes e a zona verde tem resultados contrários.

Na análise dos riscos deve-se levar em consideração o tempo. Por exemplo, deve-se considerar a sua ocorrência. Se é no futuro próximo ou mais remoto. Isso significa que as suas prioridades são diferentes. Um exige uma resposta imediata e o outro, pode ser tratado mais tarde.

Cabe lembrar também, que há dois tipos de riscos: os adversos e os favoráveis, que são as oportunidades.

Como implementar a matriz de risco na empresa?

1. Liste os principais riscos

O primeiro passo é identificar todos os riscos que podem afetar um projeto ou uma área da empresa. As fontes de informação podem ser o plano de gestão de risco existente, informação histórica dos riscos ocorridos ou opinião de especialistas ou gestores e colaboradores.

As ferramentas e técnicas de quantificação dos riscos mais utilizadas são entrevistas, criação de possíveis cenários, métodos analíticos e árvore de decisão. Os componentes dos riscos são causa, evento e consequência.

Por exemplo, devido a incapacitação de profissionais na área de segurança, poderá acontecer situações em que os colaboradores não saberão como agir, o que poderá levar à escolhas erradas durante os procedimentos, impactando na perda de tempo e dinheiro.

2. Monte a matriz de cada risco

O passo seguinte é a criação de uma matriz de risco, onde cada um deles será avaliado. Faça uma análise do nível de frequência, impacto e prioridade de acordo com os pesos.

Você pode criar uma tabela para cada variável, a fim de observá-las individualmente. Ou montá-la com todas as variáveis e fatores de risco juntos para comparar os resultados.

Relembre como a matriz de risco funciona no tópico anterior. Depois prossiga para o próximo passo.

3. Trace medidas para evitar os riscos

prevenção é a melhor forma de se obter bons resultados. Então, está na hora de traçar as medidas que diminuirão ou limitarão os riscos. Bem como definir a periodicidade na aplicação dessas correções.

Nessa etapa desenvolva planos de reação aos riscos identificados e avaliados. A melhor maneira de prevenir é a criação de meios para reduzir o risco, como guia de boas práticas, automatização, treinamentos e simulações, checklist etc.

4. Realize um acompanhamento constante

Chegamos ao último passo para a implantação de uma matriz de risco. Depois de traçar as medidas, é preciso realizar um acompanhamento constante para controlá-los.

O processo de identificação, avaliação e desenvolvimento de respostas aos riscos permite, além de combatê-los, manter os planos de contingências atualizados e prontos para serem implementados.

Erros e falhas são inevitáveis, mas podem ser minimizados. Para isso é preciso realizar um diagnóstico, criar estratégias para se antecipar e gerir os riscos e tratá-los por meio de ações corretivas. Esse é um processo contínuo e dinâmico. Para garantir a precisão da matriz de risco conte com o auxílio de todos os envolvidos no processo.

Continue mantendo o ambiente de trabalho seguro, conhecendo os seguros essenciais para a sua empresa e assegura-a contra os potenciais riscos que ela possa sofrer.

Conheça os 6 erros mais comuns na gestão de obras

Para que seja bem-sucedida, uma construção requer planejamento. No entanto, em razão de erros na gestão de obras (que costumam ser comuns), nem sempre as coisas são mantidas sob controle.

De modo geral, essas falhas alteram o cronograma da obra e impactam o planejamento financeiro, trazendo custos maiores — quando não provocam prejuízos. É preciso, portanto, conhecer tais fragilidades e saber como superá-las.

Quer ver quais são os 6 erros mais comuns na gestão de obras e aprender a evitá-los? Continue a leitura deste artigo!

1. Descuido com a segurança dos funcionários

O descuido com a segurança no canteiro de obras não é apenas um erro de gestão, mas uma infração facilmente percebida pela fiscalização. Por isso, o cuidado com as condições no ambiente laboral deve ser sempre redobrado pela empresa e pelos funcionários.

Nesse sentido, é preciso considerar especialmente a utilização dos equipamentos de proteção individual (EPIs). Na verdade, deve haver um controle do fornecimento e do emprego adequado do EPI para cada trabalhador.

Para tanto, o gestor deve disponibilizar o equipamento, instruir sobre seu uso e fomentar a utilização. Na verdade, todo esse empenho precisa incluir ainda uma cobrança permanente, capaz de promover o efetivo emprego do EPI apropriado.

De modo geral, é recomendado seguir o roteiro abaixo para garantir a segurança no canteiro de obras:

  • planejar a segurança do local antes do início do trabalho;
  • considerar as previsões das normas de segurança;
  • capacitar a equipe;
  • promover a cultura da prevenção de acidentes;
  • fazer uma precisa gestão dos EPIs necessários e fornecidos.

2. Comunicação inadequada com a equipe

O sucesso da gestão de um canteiro de obras requer comunicação eficiente entre o responsável e sua equipe, assim como das diversas áreas entre si. Considere que existe uma diversidade de atividades, mas todas devem seguir no mesmo sentido para alcançar o objetivo em comum.

Para obter esse resultado, é preciso manter a harmonia do conjunto — o que requer boa comunicação. Isso é imprescindível sobretudo quando existirem dúvidas ou dificuldades que possam afetar o bom andamento dos trabalhos.

Podemos afirmar, portanto, que saber a quem se reportar a partir de canais claramente definidos é importante. Porém, fazer a informação fluir e propiciar as respostas necessárias são cuidados prioritários.

Considere que a comunicação, quando é falha, pode favorecer o aparecimento de um clima ruim no ambiente de trabalho. Como resultado, há a possibilidade de ocorrerem quedas na produtividade e tomadas de decisões equivocadas.

3. Descumprimento do cronograma

Uma das principais falhas no segmento da construção civil é o atraso na entrega de uma obra. O descumprimento do cronograma operacional (existe também um financeiro) geralmente está na raiz do problema.

Não se pode desconsiderar a possibilidade do surgimento de fatores externos capazes de afetar o andamento dos prazos inicialmente previstos. Mas mesmo o clima e a demora na entrega por parte de um fornecedor, por exemplo, devem ser levados em conta durante a elaboração do cronograma.

Dessa forma, o planejamento da obra precisa considerar prazos realizáveis, assim como prever circunstâncias contrárias. Uma vez definido, o cronograma tem que ser seguido. Para tanto, todo empenho deve ser aplicado a fim de evitar sua compensação com o uso de um horário extraordinário.

4. Falta de controle do material

Receber o material no canteiro e descuidar-se de sua gestão é uma falha comum durante as obras. O mesmo se aplica àquilo que está em uso e ao que já foi utilizado.

Quando existe a má gestão do estoque, pode ocorrer um maior número de perdas. Esse fato, por si só, aumenta a demanda por material acima do previsto, além do desperdício que comumente é observado.

O resultado que se obtém nesses casos é um significativo aumento no custo real da obra, muitas vezes ultrapassando as previsões do planejamento financeiro. Por essa razão, além do cuidado na gestão, a capacitação da equipe é essencial para que sejam evitadas perdas de tal natureza.

As iniciativas necessárias a um bom controle de material podem ser assim resumidas:

  • planejamento da demanda;
  • treinamento do pessoal para a utilização;
  • gestão organizada e eficaz do estoque;
  • acompanhamento do consumo.

5. Ausência de controle financeiro

Um controle eficiente começa com o planejamento adequado e a elaboração do respectivo cronograma financeiro. Este último documento, por sua vez, consiste na programação do desembolso de dinheiro para o pagamento das diversas despesas envolvidas na obra.

Assim, desde o pagamento dos trabalhadores até a aquisição dos insumos, o cronograma financeiro é a base para o controle dos gastos em uma construção. Além disso, existem os custos indiretos, que não podem ser desconsiderados.

A gestão financeira da obra deve levar em conta as despesas efetuadas diariamente, mantendo as informações sempre em referência às previsões do planejamento. Embora a fórmula seja simples (“não se pode gastar mais do que se tem”), na prática é bem comum que haja um avanço das previsões e os gastos superem aquilo planejado.

Sem um adequado controle financeiro, a situação de inadimplência com fornecedores e a dificuldade de pagamento da folha de pessoal serão sempre sombras capazes de inviabilizar a conclusão da obra. Tais riscos precisam ser evitados com muito cuidado.

6. Perda do escopo do projeto

Por mais experiente que seja o gestor da obra, não se pode perder o escopo do projeto ou afastar-se de suas previsões originais. Isso significa que é essencial manter o foco. Por vezes, o excesso de autoconfiança induz a um desvio de estratégias, podendo ocasionar retrabalhos e perdas de material.

Para que o resultado seja o sucesso pretendido, os diversos projetos que compõem a obra precisam estar harmonizados. Não se afastar do escopo dessas previsões estruturais, da hidráulica e da elétrica, entre outros, é fundamental para alcançar o objetivo do trabalho.

Assim, na ocorrência de dúvidas quanto ao projeto, uma boa discussão com os diversos setores envolvidos pode esclarecê-las e mostrar o melhor caminho. Nesse sentido, como já apontado anteriormente, a comunicação precisa fluir com facilidade.

Com as dicas acima, você pode evitar os erros na gestão de obras que comumente são observados. Vale a pena levá-las em consideração!

Nosso artigo foi útil para sua rotina de trabalho? Então, aproveite e conheça agora o seguro para riscos de engenharia!

Como evitar prejuízos com imprevistos empresariais? Descubra agora!

Quem atua como gestor de um negócio sabe como essa tarefa é difícil no dia a dia, tanto na contratação de funcionários como no controle dos processos e na tomada de decisões. Isso porque, em muitos casos, a saúde financeira da empresa fica à mercê de situações que podem fugir do controle da chefia. Nessas horas, então, estar preparado para agir e reduzir os impactos é fundamental.

Mesmo com uma estratégia de atuação baseada em planejamento e eficiência, não é fácil se livrar de imprevistos empresariais, inerentes à natureza da atividade empreendedora. Ainda assim, há formas de evitar o surgimento de alguns deles. Quer saber como? Veja a seguir as principais eventualidades do mundo corporativo e como se preparar para cada uma delas!

Os mais comuns imprevistos empresariais

Quando falamos dessas eventualidades corporativas, pensamos logo naquelas ligadas ao mercado e às condições do setor — ou seja, o que nos foge ao controle. Bom, mesmo estas podem ser melhor controladas se houver um plano de gerenciamento eficiente. Mas elas não são as únicas. Vejamos mais algumas a seguir.

Acidentes de trabalho

Esse item é deixado de lado em muitas organizações por ser considerado um custo extra, desnecessário. No entanto, investir na medicina do trabalho pode significar menos absenteísmo, custos menores com licenças médicas, melhora na qualidade de vida dos funcionários e mais motivação e produtividade no dia a dia corporativo.

Esse investimento também deixa a empresa preparada para atuar em casos de acidentes de trabalho. Veja o que é considerado pela legislação vigente nesse sentido:

  • doenças desencadeadas pela atividade exercida pelo funcionário no exercício da função;
  • acidentes ocorridos durante o expediente do indivíduo dentro do ambiente da organização;
  • acidentes que acontecerem durante o trajeto do funcionário entre a sua casa e o trabalho, se a distância e o tempo forem compatíveis com o percurso feito normalmente.

Investir nessa segurança do trabalho pode até ser considerado como mais um gasto para a empresa. Contudo, aquela que não cumprir a legislação pode ser multada, obrigada a pagar o Seguro de Acidente do Trabalho (SAT) e até levada à justiça por causas trabalhistas. Muito prejuízo, não é mesmo? Então, tenha um programa sólido de segurança do trabalho na sua empresa para minimizar esses imprevistos e garantir o bem-estar de todos!

Problemas com a responsabilidade civil

Situações como essa podem ocorrer para quem trabalha com a prestação de serviços a terceiros, como empresas de eventos, por exemplo. Nesse caso, os funcionários vão trabalhar nas dependências dos próprios clientes, provavelmente, com equipamentos de outros.

Isso significa que, quanto à responsabilidade civil, é preciso estar preparado para prejuízos financeiros causados graças a indenizações por danos materiais ou morais a clientes, funcionários ou fornecedores, mesmo que de forma involuntária. Nesses casos, contar com um bom seguro pode livrar você de uma grande conta a pagar, para o ressarcimento de quem quer que seja.

Danos ao patrimônio da empresa

A perda de materiais e equipamentos também pode representar um grande imprevisto empresarial, com grave prejuízo financeiro. Ela pode até colocar em risco a sobrevivência da companhia, a depender da situação. Você não quer ter esse tipo de eventualidade, não é mesmo? Vejamos em quais casos pode haver danos ao patrimônio:

  • roubos;
  • despesas emergenciais;
  • incêndios;
  • danos na parte elétrica ou na estrutura física da empresa;
  • acidentes com a frota;
  • catástrofes naturais;
  • vandalismo.

Quando há um incêndio, por exemplo, as empresas são obrigadas por lei a contratar um seguro para cobrir esse tipo de prejuízo. Sem ele, a organização pode ser multada e, em alguns casos, até ser impedida de funcionar, caso não cumpra a exigência. Dessa forma, o melhor é incluir nesse contrato obrigatório outros tipos de fatalidade, para garantir a sua tranquilidade.

Falta de uma equipe capacitada

Ter funcionários pouco qualificados pode representar mais do que a ineficiência no dia a dia da empresa. Uma equipe sem capacitação não consegue desenvolver as atividades e alcançar os resultados desejados. Isso acaba refletindo em atitudes de omissão e negligência por parte dos trabalhadores, ou até fraudes para mascarar má condutas e baixo desempenho.

Por isso, é muito importante investir na contratação de bons profissionais, sempre com a qualificação necessária para realizar o trabalho indicado. Também vale apostar na constante capacitação dos funcionários já contratados, incentivando-os a buscar mais conhecimento constantemente.

Problemas com o sistema operacional

Ninguém quer que isso aconteça, mas programas de computador podem falhar e atrasar as atividades de uma empresa.

Se um bom produto ou serviço não for contratado, pode haver queda de servidor, falha de sistema operacional, divulgação indevida de dados e informações sigilosas, ciberataques, entre tantos outros problemas. Além disso, é preciso instruir funcionários e colaboradores para usar antivírus e firewalls corretamente, bem como não divulgar informações confidenciais da empresa onde atuam.

A importância de contratar um seguro

Como dito anteriormente, nem todas as situações levantadas neste texto podem ser evitadas. Mas elas podem, sim, ser controladas e ter seu impacto reduzido. A contratação de um seguro para atender as principais necessidades da empresa é uma saída para evitar um grande descontrole financeiro nesse sentido, capaz até de comprometer o futuro da organização.

A seguradora contratada poderá lhe oferecer assistência nas mais diversas situações do mundo corporativo, além de garantir os recursos necessários para resolver imprevistos empresariais e, assim, garantir a saúde financeira da companhia.

Ainda outras medidas podem ser adotadas, como:

  • fazer um bom planejamento e gerenciamento da sua empresa;
  • investir em um ambiente de qualidade para os trabalhadores;
  • ter um plano de ação para a segurança no trabalho;
  • ficar sempre atualizado com as novas tendências do mercado;
  • cuidar da saúde financeira da sua organização;
  • ter uma boa reserva de capital.

Enfim, você sabe como é desafiadora a tarefa de gerenciar uma empresa. Mas, com um planejamento estratégico, o controle de cada setor da organização e um bom seguro, é plenamente possível diminuir os impactos de imprevistos empresariais e ter sucesso no seu empreendimento!

E aí, gostou do nosso conteúdo? Agora, aproveite para conferir também 5 seguros que são essenciais para a sua empresa!

Seguro para riscos de engenharia: o que é e como funciona?

Quando realiza uma obra na sua empresa — seja para a construção de uma nova unidade, seja uma reforma da atual — você está sujeito a riscos e imprevistos. Eles podem gerar atrasos no processo ou até inviabilizá-lo de vez. Mas você sabia que é possível se prevenir a esses riscos contratando um seguro?

Se não sabia, está na hora de descobrir! Continue lendo este artigo para entender o que é e como funciona um seguro para riscos de engenharia, além da real importância de contar com ele na sua empresa.

O que é o seguro para riscos de engenharia?

Basicamente, o seguro de riscos de engenharia pode ser contratado por qualquer empresa — ou mesmo por pessoas físicas — para se proteger contra os diversos riscos a que uma obra de construção civil está sujeita.

Esses riscos podem ser naturais (como alagamentos, tempestades, granizo, entre outros) ou causados por má utilização de materiais e equipamentos. Algumas apólices ainda oferecem cobertura contra outras situações, como roubos, atos de vandalismo e até explosões ou incêndios.

As coberturas variam de caso a caso, mas o foco é sempre garantir suporte contra os danos que esses imprevistos podem causar, tanto ao seu projeto quanto às finanças do negócio.

Como esse seguro funciona?

Sabemos que nenhuma obra é igual a outra, o que significa que as apólices de seguro também são diferentes entre si, a depender das demandas específicas de quem as contrata. Justamente por isso, é preciso fazer uma avaliação com uma corretora de serviços dos riscos aos quais você está sujeito. Só assim se pode entender quais são as suas principais necessidades e determinar o tipo de contrato mais indicado.

Geralmente, você vai encontrar a opção de cobertura básica, que é muito ampla — garantindo, inclusive, a integridade de todos os equipamentos e materiais utilizados. Além dela, é possível contratar pacotes adicionais, caso você ache necessário, garantindo ainda mais proteção.

Qual é a importância de contar com ele para riscos de engenharia?

Em uma empresa, uma obra é sempre sinônimo de investimento. Ou seja, quando amplia ou reforma a estrutura física do seu negócio, você está pensando a longo prazo, nos ganhos que essas ações podem trazer. Um simples imprevisto, porém, pode transformar esse investimento em prejuízo, principalmente quando inviabiliza a finalização da obra.

É aí que entra o seguro para riscos de engenharia. Ao garantir a segurança do projeto, você pode investir na estrutura da sua empresa com maior tranquilidade, sabendo que os efeitos serão positivos — aconteça o que acontecer.

Além dessa segurança, o seguro ainda traz uma série de outros benefícios. Vejamos, então, quais são os principais deles!

Ajuda na avaliação dos riscos do investimento

Entender, exatamente, quais são os riscos de um projeto é o primeiro passo para se prevenir e evitar prejuízos maiores, ou outros danos futuros para a sua empresa. Pois é exatamente isso que o seguro para riscos de engenharia proporciona.

Como esse tipo de serviço requer uma avaliação prévia, você conta com a ajuda de um especialista no assunto para considerar todos os riscos aos quais a sua obra está sujeito. Dessa forma, você melhora a qualidade do processo e ainda é capaz de tomar outras medidas para reduzir ou neutralizar situações adversas aos seus colaboradores.

Evita prejuízos financeiros para a sua empresa

Como dissemos, todo investimento tem uma chance de se tornar um prejuízo para o negócio — e nem sempre você é capaz de prever quando isso vai acontecer. Porém, ao contar com um seguro para riscos de engenharia, você evita essa situação. Mesmo que a obra sofra contratempos, você não sentirá o peso deles em suas finanças, já que receberá uma indenização por eles.

Só termina quando a obra termina

Também é importante ressaltar que o seguro para riscos de engenharia protege você durante todo o tempo de execução da obra. Ele pode começar com o início do investimento, mas só termina quando ele é totalmente concluído, mesmo em casos de atraso ou adiamento.

Gera mais segurança para os trabalhadores

Não são só as finanças do negócio que exigem segurança, certo? Os seus trabalhadores também precisam estar seguros para realizar as atividades do dia a dia da empresa. Portanto, realizar o diagnóstico de riscos e intervir de forma a minimizá-los ao máximo é essencial para ter bons resultados com a sua equipe.

Em outras palavras, o seguro para riscos de engenharia também atua como uma forma de promover a saúde de todo o seu time. É importante, por outro lado, ter em mente que ele, sozinho, não é suficiente para toda a empresa.

Ainda é preciso investir em outras formas de garantir a saúde e segurança dos seus colaboradores, utilizando estratégias como planos de saúde, capacitações para cuidado do bem-estar e ações relacionadas à garantia da ergonomia no trabalho.

Dessa forma, você tem uma equipe totalmente focada em gerar os melhores resultados para o seu negócio, sem comprometer a integridade física e mental dos colaboradores.

Enfim, diante de tudo isso, fica claro que contar com um seguro para riscos de engenharia é essencial para garantir bons resultados nesse investimento que uma obra representa para o negócio. Além de se proteger financeiramente, você traz benefícios para todo o time, diagnosticando riscos e problemas antes mesmo que eles tenham a oportunidade de comprometer o andamento e o término da sua obra!

Então, ficou interessado em adquirir esse tipo de serviço para a sua empresa? Entre em contato com a Almanza Corretora de Seguros e descubra todas as soluções que nós temos para lhe oferecer!

7 erros que comprometem a saúde financeira de sua empresa!

O sucesso de qualquer negócio é medido pela saúde financeira alcançada pela empresa. Nesse caminho, organização, planejamento e controle são componentes indispensáveis para a consolidação e a sobrevivência no mercado.

Na rotina dos empresários, no entanto, muitos erros podem ser cometidos, deixando de atender às necessidades de uma boa gestão. O resultado pode acender a luz vermelha, colocar a empresa sob riscos ou inviabilizar totalmente o empreendimento.

Continue neste post e conheça 7 erros que podem comprometer seriamente a saúde financeira da empresa.

1. Ausência de planejamento financeiro

Quando se trata do controle das finanças da empresa, parece lógico pensar imediatamente nas previsões contidas em seu planejamento financeiro. Não sem razão, uma vez que se trata do principal instrumento de gestão de qualquer empreendimento, pois indica o norte a ser perseguido, isto é, as metas a serem alcançadas.

A ausência de planejamento, no entanto, leva a empresa a operar sob as diretrizes da demanda, isto é, sem uma perspectiva clara do que está por vir. Desse modo, pode-se investir menos que o necessário para o sucesso ou, ainda pior, gastar mais que o recomendável.

A saúde dos negócios fica comprometida quando não se sabe se os resultados foram satisfatórios. Assim, a empresa poderá estar em situação deficitária (sem lucros) e não se dar conta disso logo ou apenas fazê-lo tardiamente.

2. Deficiência no controle de fluxo de caixa

O fluxo de caixa é a movimentação de entrada e saída de recursos. É essencial, portanto, que esteja sob o mais estrito acompanhamento.

O controle do fluxo de caixa permite um diagnóstico permanente da situação da empresa no período avaliado. Na verdade, esse controle deve ser diário. Dessa forma, os relatórios de fechamento do movimento financeiro podem ser avaliados dentro de qualquer período que se queira.

Por sua vez, o adequado gerenciamento do caixa é um excelente indicador para o resultado das previsões do planejamento financeiro. Com esse fim, sua adoção correta permite uma avaliação permanente da saúde financeira da empresa.

Nos casos de ausência desse mecanismo, as deficiências no controle do fluxo de caixa podem estar na periodicidade inadequada com que é realizada ou na imprecisão dos registros com que opera. O pior cenário envolve as duas situações.

3. Ausência de estratégia para imprevistos

A ocorrência de situações imprevistas que requeiram maiores aportes de recursos é evento de grande probabilidade em qualquer negócio. Pode ser constituída por um simples incremento pontual urgente, mas, por outro lado, pode tratar-se de uma verdadeira contingência bem mais séria.

Assim, por exemplo, uma máquina ou equipamento danificados podem paralisar ou reduzir a capacidade produtiva. Da mesma maneira, rescisões contratuais podem exigir um montante não programado para desembolso imediato, em razão dos passivos trabalhistas.

Desconsiderar essas possibilidades e descuidar-se de manter uma reserva ou uma estratégia que permita solução rápida pode vir a ser caro para a empresa.

4. Ausência de planejamento tributário

A legislação tributária no Brasil é realmente muito exigente. Por essa razão, toda empresa deve considerar como premissa estratégica a previsão dos tributos a que estará sujeita, do mesmo modo como realizou o planejamento financeiro.

Deixar de atentar para esse aspecto da gestão pode conduzir ao pagamento desnecessário. Assim, seja pelo volume pago, maior que o devido, seja pela dispensa de pagamento para a qual não atentou, a ausência de previsão adequada representa prejuízo direto. O pior cenário inclui envolver-se com sonegação tributária, ainda que em razão do desconhecimento.

Assim, o planejamento permite que, por um lado, adote-se o modelo tributário mais adequado e, por outro, proceda-se ao fornecimento de informação fiscal e recolhimento corretos. Seu objetivo é a redução da carga tributária sobre a empresa e a regular situação de pagamento dos tributos devidos.

5. Promiscuidade entre as contas pessoais e empresariais

Misturar contas pessoais com as da empresa é um dos erros mais comuns, sobretudo, nas pequenas organizações, em que o gestor é o proprietário do negócio. Inúmeras vezes, a saúde da organização é seriamente comprometida.

Com os saques pessoais do caixa, perde-se o controle do fluxo como visto antes. Dessa forma, o próprio capital de giro pode ser prejudicado, colocando em risco o funcionamento e a continuidade do negócio.

O planejamento financeiro deve definir um valor específico a título de pró-labore e o empresário deve limitar-se a essa retirada. Caso contrário, compromissos deixam de ser honrados, principalmente com fornecedores e com o fisco, podendo inviabilizar o negócio.

6. Desconhecimento da composição de custos

A composição dos custos envolvidos com os processos de produção ou de prestação de serviço é a base para a precificação. Assim, seu desconhecimento pode levar a trabalhar com preços que não alcançam o lucro necessário para a sobrevivência da empresa. A sabedoria popular diz que se está “pagando para trabalhar”.

O equilíbrio entre cobrir os custos e obter uma margem de lucro precisa ser sempre avaliado e mantido. Na concorrência do mercado, esse equilíbrio aponta o limite de preço a que se pode chegar.

Para isso, é necessário o conhecimento de toda a cadeia de formação do preço do produto ou serviço, incluindo todas as variáveis envolvidas. Desconhecer essa composição ao longo do tempo pode impedir a continuidade dos negócios da empresa.

7. Ausência de indicadores

No jargão administrativo, existe um velho ditado: “não se controla aquilo que não se mede”. Isso significa que o monitoramento dos resultados é imprescindível para uma gestão financeira de sucesso, tanto quanto os indicadores de RH.

Para esse fim, uma excelente iniciativa é a utilização de indicadores financeiros. Esses, por sua vez, retratam a saúde da empresa e permitem acompanhar o que está indo bem e onde se observam dificuldades, como baixa produtividade.

O planejamento financeiro define as metas que devem ser alcançadas. Por sua vez, os indicadores mostram se está sendo trilhado o caminho certo para o resultado pretendido ou se há necessidade de ajustes. Algumas vezes, podem apontar até se será necessária uma mudança de estratégia.

Administrar sem indicadores pode ser uma aventura e não combina com sucesso. É um risco que, quase sempre, leva ao encerramento do negócio.

Com essas dicas, fica clara a necessidade de se implementar estratégias adequadas, a fim de garantir a saúde financeira da empresa.

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Quais são os principais desafios da gestão de frotas?

Fazer uma boa gestão de frotas é crucial à empresa. Assim, os custos operacionais podem ser reduzidos há um ganho de competitividade. Além disso, a companhia ainda consegue prestar um serviço de qualidade ao cliente. A dúvida é: quais são os principais desafios?

Existem desafios mais genéricos e, como em todo setor, outros mais específicos que devem ser identificados em cada negócio. A falta de controle dos indicadores, os processos de logística ineficazes e o risco de roubo (do veículo ou da carga) são alguns dos principais. Em razão disso, você precisa ter um bom plano e administrar bem.

Neste artigo, reunimos informações sobre o tema e dicas para enfrentar os principais desafios na gestão de frotas. Portanto, leia com atenção aos próximos tópicos!

Falta de controle dos atuais resultados

Algumas vezes, gestores são tendenciosos ao apontar erros que ocorrem no ambiente externo e, portanto, têm pouco controle. O problema é que dentro da própria empresa há desafios que devem ser confrontados. A falta de indicadores é um dos principais.

Reflita sobre a seguinte questão: quais indicadores de desempenho na logística você acompanha? É crucial monitorar a atual performance para identificar pontos críticos, assim como superá-los. Confira alguns dos principais indicadores para sua frota:

  • percentual de entregas dentro do prazo;
  • consumo médio de combustível;
  • quilometragem dos atuais caminhões;
  • total de acidentes no trabalho.

Quanto mais você conhece os atuais resultados obtidos, mais será capaz de criar boas estratégias para crescer no mercado. Por outro lado, administrar no escuro precede uma série de problemas que só agravam a logística, mitigando sua competitividade.

Pouca produtividade nas entregas

Ainda falando do ambiente interno, outro problema recorrente é a falta de produtividade. Muitas empresas não produzem a metade do que poderiam, seja pela falta de motivação dos empregados, seja pela ausência de processos funcionais.

Microsoft entrevistou 38 mil profissionais de diferentes áreas e diferentes países e descobriu que cerca de 17 horas semanais não improdutivas no trabalho. Outra pesquisa afirma que só 39% do expediente são produtivos, muito abaixo do ideal. E em sua organização, a produtividade está adequada ou deve ser maior?

É crucial encontrar meios de estimular a equipe que está diretamente envolvida com a frota — motorista, auxiliar, supervisor etc. É possível estabelecer metas desafiadoras, remunerar por produtividade ou até oferecer benefícios diferenciados.

Controle adequado dos gastos

Toda empresa ou setor de logística deve ter um adequado controle do seu orçamento de trabalho. Quando os gastos são elevados, o lucro e a rentabilidade da empresa são afetados, tornando-a menos saudável e competitiva no mercado.

O problema é que controlar os gastos nem sempre é fácil. Afinal de contas, os custos de operação são elevados. Além disso, há uma série de tributos — taxas, impostos e contribuições — que a empresa deve arcar. A saída é pensar de maneira estratégica e reduzir todos os custos que não contribuem para o aprimoramento do negócio.

Para tanto, divida seus custos em duas categorias: uma estratégica (capaz de agregar segurança e aumentar a produtividade) e outra não estratégica (importante à existência do negócio, como os impostos ou materiais de limpeza). Depois, busque mitigar aqueles que não são estratégicos.

Inexistência de processos de controle e de manutenção

A ausência de processos claros é um grande problema e, até certo ponto, pior do que os outros citados. Quando a equipe não sabe exatamente o que fazer, além de perder produtividade, corre o risco de enviar mercadorias erradas e deixar de revisar a frota.

Para ficar claro, um processo é uma sequência de práticas com um objetivo específico. Imagine a manutenção da frota: envolve a vistoria antes e despois das entregas, a emissão de OS (ordem de serviços) e a realização de manutenções pontuais. Se os processos não forem seguidos, torna-se muito mais provável a ocorrência de erros.

Por esse motivo, uma ótima dica é criar fluxogramas aos processos mais importantes e compartilhá-los com o time. E mais: fazer vistorias contínuas para verificar se tudo está sendo seguido até que se crie o hábito desejado. Logo, todos são beneficiados.

Segurança dos condutores

Até agora falamos de bens materiais. Esses são essenciais ao negócio, mas caso aconteça algo podem ser substituídos. Um desafio maior e mais importante é garantir a segurança do condutor do veículo. Essa deve ser uma preocupação primária.

Infelizmente, são mais de 700 mil acidentes de trabalho por ano só no Brasil, sendo muitos de áreas operacionais como a logística. Portanto, é preciso se adaptar a todas as medidas de segurança para os motoristas, auxiliares e demais profissionais. Além disso, é crucial oferecer os instrumentos certos à preservação da saúde no trabalho.

Existem muitos benefícios que podem aumentar a percepção de segurança. Um ótimo exemplo é o plano de saúde, que permite o tratamento médico em todo o Brasil. Outro é o seguro de vida, que oferece proteção financeira para entes queridos que dependam diretamente do profissional.

Risco de roubo dos veículos ou de cargas

O investimento para ter uma frota é considerável. Cada veículo tem um valor elevado e perdê-lo pode desestabilizar as finanças da empresa ou, no mínimo, afetar a produtividade diária. O problema é que os casos de roubo são cada vez mais comuns!

O número de cargas roubadas aumentou 86% e custou mais de R$6 bilhões, só entre 2011 e 2016. As ocorrências de roubo de veículos também estão crescendo, resultado da insegurança pública e da falta de monitoramento das estradas. Portanto, é crucial encontrar estratégias para assegurar a proteção do patrimônio da empresa.

O rastreamento do veículo é uma possibilidade, mas certamente não inibe a ocorrência de roubos. Nesse sentido, o mais recomendado é contar com o seguro da carga e do veículo, objetivando cobrir eventuais prejuízos ligados ao roubo ou até aos acidentes decorrentes das más condições da estrada.

Existem muitos desafios na gestão de frotas, mas eles podem ser contornados para garantir a construção de um negócio bem-sucedido. Então, controle os indicadores, reduza os gastos não estratégicos, crie processos funcionais e conte com um seguro para a equipe, o veículo e a carga transportada!

Quer saber mais sobre por que a sua empresa deveria investir em um seguro de frotas? Confira em nosso outro artigo.

5 sinais que indicam a necessidade de contratar uma consultoria em gestão de riscos

Você sabe o quanto uma consultoria em gestão de riscos pode ajudar na manutenção da competitividade e na perenidade de sua empresa? Em determinadas situações, por mais que se capriche nos processos de gerenciamento, fatores diversos podem minar a produtividade da organização e comprometer seus resultados.

E, muitas vezes, o gestor sequer tem tempo ou oportunidade de identificar as causas dessa queda de rendimento, perdendo não apenas o controle da situação, mas, também, os clientes e o seu espaço no mercado.

Confira neste post quais são os sinais que indicam quando é hora de contar com o auxílio externo de uma consultoria em gestão de riscos e saiba por que essa ajuda é importante para proteger o seu negócio.

Saiba o que é a gestão de riscos

Independentemente de sua área de atuação ou do seu tamanho, todas as empresas estão sujeitas a situações de risco que podem comprometer seus resultados e colocar sua saúde sob ameaça. Não é exagero dizer que, no mundo corporativo, as organizações dividem-se entre as que já enfrentaram crises e as que ainda serão atingidas por elas.

O que diferencia as empresas nesse aspecto é o impacto que sofrerão com o revés e, especialmente, como elas estarão preparadas para enfrentar essa situação. Enquanto algumas simplesmente ficarão na torcida para que a crise vá embora, outras tentarão reduzir sua influência nos resultados da organização ou até crescer com ela.

A gestão de riscos é, justamente, o ato de planejar, traçar estratégias para superar a adversidade, minimizando seus efeitos e até transformando-a em uma experiência positiva, capaz de fortalecer o negócio.

E o primeiro passo para se obter sucesso no enfrentamento de uma crise é identificando seus sinais e reconhecendo quando é necessário contar com um auxílio de um olhar externo, capaz de propor ajustes de rota suficientes para manter o desempenho satisfatório.

Confira 5 sinais que indicam a necessidade de contratar uma consultoria

1. Perdas elevadas ou em crescimento

Inadvertidamente, a empresa passa a contabilizar certas perdas incompatíveis com seu planejamento e seu histórico, que podem envolver desde problemas de caixa até questões envolvendo capital humano, acidentes de trabalho etc.

Muitas vezes, essa situação acontece sem que tenha ocorrido alguma mudança importante na rotina da empresa, o que faz com que os gestores tenham dificuldades de identificar os reais motivos do problema.

Sendo assim, contar com o auxílio de uma consultoria em gestão de riscos pode ser determinante tanto no diagnóstico das causas dessa nova realidade quanto na elaboração de uma estratégia de reversão e prevenção desse tipo de ocorrência, com a inclusão de boas práticas e novos processos de trabalho.

A experiência dos consultores, aliado a uma análise profunda da realidade do seu mercado são essenciais neste processo. Além disso, o olhar externo — de quem não está profundamente envolvido no negócio —, pode ser determinante para identificar riscos.

2. Custos imprevistos

Prevenir crises inclui mensurar os efeitos de uma possível situação negativa. É preciso ter ideia de qual será o seu impacto na empresa e de que forma é possível evitar ou, pelo menos, minimizar os prejuízos.

Um momento de crise pode gerar custos de diferentes espécies a uma empresa, não apenas o financeiro. Uma situação de risco pode fazer com o empreendimento perca capital humano ou sofra danos a sua imagem, por exemplo, com resultados péssimos para o futuro do negócio.

Identificar e mensurar esse tipo de custo sem auxílio externo pode ser um tanto difícil, especialmente quando se está mergulhado no dia a dia da gestão, sem gás para visualizar cada desdobramento futuro das situações adversas que a empresa está enfrentando ou lidará em breve.

3. Problemas no ambiente de trabalho

Por vezes, embora os resultados estejam sendo alcançados e a produtividade se mantenha elevada com todas as metas cumpridas, o ambiente interno da empresa pode estar carregado, prestes a explodir com tudo o que foi conquistado.

Um clima ruim de trabalho é um dos maiores inimigos da perenidade de um negócio. E quando os bons resultados mascaram essa situação, está criado o cenário para uma crise que pode ser bastante grave.

Há diferentes fatores que influenciam na qualidade do ambiente de trabalho. Desde falhas de gestão até problemas de infraestrutura, muitas coisas podem gerar a insatisfação de sua equipe. E isso pode ser um golpe na motivação e no engajamento, elementos indispensáveis para manter a produtividade em alta.

Mais uma vez o olhar externo de uma consultoria em gestão de riscos pode auxiliar na identificação dos fatores que tornam este ambiente ruim e contribuir na elaboração de um plano preventivo que melhore o clima interno e reverta os efeitos desta situação na empresa.

4. Dificuldade de avaliar cenários

Mergulhado no dia a dia da gestão do negócio pode acontecer que os líderes da empresa tenham dificuldades de visualizar desdobramentos importantes, que vão impactar a organização futuramente.

Essa deficiência de avaliação pode envolver desde uma situação interna, até uma mudança nas condições do mercado que impõe restrições ou ameaças que exijam um novo posicionamento, uma nova atitude.

Para isso, porém, é essencial antecipar o que está por vir para planejar como se proteger e se adaptar a uma nova realidade. As consultorias de gestão de risco têm a expertise necessária para fazer essa leitura, com foco no mercado do cliente, em condições de propor o melhor direcionamento para o negócio.

5. Defasagem de processos e tecnologias

Em determinados momentos, parece que a empresa simplesmente está ficando pra trás no seu mercado. Aparentemente, seus concorrentes estão sempre um passo a frente, mais rápidos e produtivos.

Muito provavelmente sua empresa não está conseguindo acompanhar o ritmo do mercado, que atualmente evolui de maneira vertiginosa. Talvez seus processos de trabalho ou seu modelo de gestão precisem de uma atualização que os alinhe com as exigências dos clientes.

Se essa for a causa da sua perda de produtividade, uma consultoria em gestão de risco poderá identificá-la e orientar os gestores sobre os principais passos para que a empresa se mantenha atualizada sempre e que possa competir em condições de igualdade.

Esses são alguns dos sinais que indicam que é hora de sua empresa contar com o suporte de uma consultoria em gestão de riscos para recuperar e manter seu melhor desempenho. Lembre-se sempre que esta contratação não se configura em uma despesa extra, mas, sim, em um investimento na perenidade do seu negócio.

Gostaria de saber mais sobre o que uma consultoria empresarial pode fazer pelo seu negócio? Então, assine nossa newsletter e receba todas as nossas novidades.

Afinal, como funciona a metodologia Almanza e como ela pode contribuir com os resultados de sua empresa?

Alcançar o sucesso na gestão de uma empresa não é uma tarefa simples. Na verdade, requer empenho e dedicação, a fim de alcançar os objetivos e realizar as metas definidas.

Por sua vez, os processos, as instalações, os equipamentos e as pessoas ligadas ao negócio precisam estar seguros. Para isso, é fundamental conhecer os riscos existentes e a melhor maneira de eliminá-los ou de reduzir suas possibilidades.

Para isso, o melhor investimento é poder dispor de uma consultoria em seguros. Continue neste post, veja como funciona a metodologia Almanza e saiba como ela pode contribuir com os resultados de sua empresa.

Como a consultoria em seguros pode auxiliar no dia a dia?

Uma empresa, qualquer que seja o seu tamanho ou segmento, precisa de segurança. Essa verdade vale quando se trata de trabalho e de saúde e, da mesma forma, em referência ao patrimônio da empresa e ao meio ambiente onde está inserida.

A presença de riscos sinaliza a possibilidade de fracasso e de perdas nos negócios. Dessa forma, onde houver situações de fragilidade nos negócios ou nas instalações, é preciso resolvê-las ou mantê-las sob controle com a proteção devida.

Mas, como medir os riscos existentes? Como definir as medidas necessárias para se construir a segurança capaz de eliminar ou minimizar os riscos conhecidos ou identificados?

Um dos papéis da consultoria em seguros é disponibilizar sua experiência e seu conhecimento para avaliar a empresa cliente e conhecer suas características. Ao diagnosticar os principais pontos suscetíveis, pode indicar as melhores soluções para cada caso.

Nesse sentido, existem duas grandes estratégias que podem ser adotadas: o suporte oferecido pelo gerenciamento de riscos e a proteção de um seguro empresarial.

Gerenciamento de riscos

O gerenciamento de riscos é responsável por identificar perigos antecipadamente. Em seguida, definir os meios para a eliminação dos riscos, existentes ou previstos, ainda em sua origem.

A consultoria especializada em seguros faz uso de técnicas e ferramentas de diagnóstico para o conhecimento das fragilidades da empresa. Assim, pode utilizar sua experiência para indicar as iniciativas que trarão segurança para a organização.

Seguro empresarial

O seguro empresarial, essencialmente, resguarda a empresa e seus colaboradores. Protege o patrimônio (instalações, mercadorias e pagamentos, entre outros) e as pessoas (colaboradores e terceiros como fornecedores ou clientes).

Para esse fim, é uma solução exata e customizável. Mas, deve ser dimensionada para a realidade exata da empresa e, para garantir que não haja erros na hora de fazer as opções, existe o auxílio da consultoria em seguros.

Como funciona a metodologia Almanza?

A Almanza se destaca pela estruturação de soluções completas para a segurança de cada empresa, incluindo a importância que dispensa à qualidade de vida. Sua metodologia adota o princípio da prestação de uma consultoria especializada em conduzir a gestão dos riscos existentes nos negócios do cliente.

A partir daí, tem como função auxiliar o cliente no processo de diagnosticar as suscetibilidades ocorrentes ou possíveis. Assim, prossegue no intuito de avaliar e definir as soluções mais seguras e adequadas, de uma maneira que seja justa e atrativa.

Ao longo desse trabalho, a consultoria da Almanza vai conhecendo as características dos riscos reais e acompanhando as rotinas empresariais de cada negócio.

Dessa forma, é capaz de manter ao longo do tempo as condições de proteção implementadas. Quando necessário, pode adequá-las conforme a evolução dos negócios que a empresa conduz. Esse caminho pode ser resumido nas seguintes iniciativas principais:

  • identificação das fragilidades e dos riscos resultantes dessas suscetibilidades;
  • análise qualitativa e quantitativa dos riscos encontrados no diagnóstico;
  • planejamento das possíveis respostas aplicáveis com vistas à neutralização dos riscos;
  • monitoramento permanente, acompanhamento e controle das situações de risco antes, durante e após a implantação das soluções indicadas.

Nesse trabalho, a Almanza faz uso intensivo de alta tecnologia e permanente investimento em estudos mercadológicos. Desse modo, pode levar segurança para as empresas reduzindo os imprevistos e seus impactos possíveis.

De que modo sua empresa pode se beneficiar?

Uma consultoria especializada é capaz de dimensionar os pontos mais frágeis de sua empresa.

Com isso, pode encontrar no mercado o melhor seguro e que esteja, ao mesmo tempo, adaptado às suas necessidades, isto é, aquele mais adequado aos riscos existentes.

Não se trata, portanto, da simples contratação de um seguro. Mais que isso, o trabalho consiste em eliminar riscos. Assim, o objetivo é proteger das fragilidades existentes, quando não puder eliminá-las.

E isso, só uma consultoria experiente é capaz de fornecer com segurança, tanto para a empresa e seus colaboradores, como para os terceiros com ela envolvidos. Como exemplo, podem ser consideradas algumas necessidades que são atendidas, entre outras:

  • proteger a empresa contra incêndios e inundações;
  • proteger o patrimônio da empresa contra furtos e roubos;
  • resguardar os colaboradores e terceiros, como fornecedores, clientes e visitantes;
  • preservar a saúde dos colaboradores;
  • preservar a frota da empresa.

Existem diversas outras iniciativas que podem ser adequadas às necessidades de sua organização. Novamente, a metodologia da Almanza e sua experiente consultoria em seguros constituem parte dos benefícios obtidos.

Uma empresa saudável, segura e protegida oferece respostas muito melhores em seu desempenho.

Assim, o grande benefício ao contratar segundo as orientações da consultoria é a certeza de que ocorrendo um sinistro haverá a cobertura correta para dar suporte ao dano.

Por que a Almanza?

Você tem vários motivos para considerar essa opção. Trata-se de uma corretora de seguros especializada em soluções completas para garantias patrimoniais e pessoais, pronta para atuar em seu benefício.

Além disso, é constituída por profissionais qualificados e experientes. Dessa maneira, você pode dispor do diagnóstico para indicar a melhor solução, assim como da agilidade para, por exemplo, liberar os pagamentos de indenizações de sinistros ocorridos.

No entanto, talvez a razão maior para considerar a Almanza seja a segurança de saber que quando precisar, sua empresa estará coberta.

Boa parte da credibilidade alcançada resulta de ter percebido o grande número de seguros contratados de modo incorreto no mercado. Dessa forma, poder demonstrar os riscos reais construiu a confiança depositada na consultoria.

Com isso, você viu porque a metodologia Almanza deve ser considerada como a opção correta na contratação de uma consultoria em seguros.

Entre em contato conosco e veja como você pode acertar em sua decisão de proteger sua empresa.

Análise de riscos: como tornar o ambiente de trabalho mais seguro?

As técnicas de análise de risco foram desenvolvidas especialmente para identificar possíveis ameaças do local de trabalho para a saúde de quem ali permanece. Uma análise bem-feita ajuda a desenvolver maior segurança no trabalho, de maneira a reduzir perigos relacionados a cada atividade realizada.

Dessa forma, é possível diminuir casos de afastamento devido a acidentes e doenças ocupacionais e trazer maior qualidade de vida para os funcionários. Quer conhecer o passo a passo de uma análise de riscos, a fim de tornar o ambiente de trabalho mais seguro para todos? Então, continue acompanhando!

1. Conheça o processo produtivo

Nessa primeira etapa, é importante conhecer as diferentes atividades desenvolvidas dentro da empresa. Acompanhe o trabalhador em sua jornada e conheça de perto cada parte do processo produtivo.

É importante que cada passo de uma atividade seja conhecido de forma mais aprofundada. Durante essa etapa, pode-se fazer perguntas para o trabalhador, revisar os processos realizados, se certificar de que não faltou nenhum e, ainda, pedir para aqueles que possuem conhecimento na área que revisem os passos.

Esse processo é de extrema importância e deve ser feito em todas as áreas de trabalho e em todas as etapas, analisando não só o trabalhador individualmente, como também junto com os equipamentos e maquinários. Só assim é possível evitar que algumas atividades permaneçam com grandes chances de risco.

2. Identifique e liste os possíveis riscos de cada atividade

Esse passo pode ser realizado com o primeiro, pois ele consiste em identificar os riscos das atividades nas quais os colaboradores estão expostos e detalhá-las. Para isso, é necessário se perguntar quais são as atividades de risco, quem são as possíveis vítimas, o que precisaria acontecer para causar um acidente, entre outras questões.

As respostas das perguntas devem servir para ter uma visão mais ampla dos riscos e são um complemento para a próxima etapa. Além disso, elas vão ajudar a tomar providência contra os riscos, tornando o ambiente mais seguro para se trabalhar.

3. Analise e avalie os riscos

Com sua lista de perguntas já pronta, é necessário avaliar cada risco individualmente, classificando-os em graus e destrinchando-os. Para isso, deve-se responder a novas questões, tais como:

  • qual atividade está exposta a esse risco?
  • qual é o ambiente de risco?
  • quais são os acontecimentos que podem desencadeá-lo?
  • existem outros fatores que contribuem para potencializar o perigo? Quais são eles?
  • qual seria o resultado desse risco para as pessoas e para a empresa, caso ele venha a acontecer?

4. Crie um plano de controle de riscos

Por fim, deve ser feito um plano que apresente as soluções para eliminar ou reduzir cada um dos riscos apontados.

As principais medidas a serem implementadas para evitar acidentes ou doenças ocupacionais são a utilização de equipamentos de proteção individual, controle administrativo (mudando a forma na qual é realizado o trabalho) e controle de engenharia (realizando reformas no ambiente de trabalho).

Portanto, a análise de risco é essencial para tornar o ambiente de trabalho mais seguro, a fim de evitar acidentes e doenças. Além disso, não basta apenas conhecer o risco, é necessário tomar algumas medidas a fim de eliminá-lo. Dessa forma, tanto a empresa quanto os colaboradores saem ganhando.

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Como garantir mais segurança patrimonial para sua empresa?

Qualquer que seja o segmento de atuação, o patrimônio de sua empresa é a base de todo o sucesso do negócio. Assim, garantir que tudo esteja disponível sempre e em boas condições deve fazer parte dos principais cuidados da gestão.

Nesse sentido, a segurança patrimonial de sua empresa é imprescindível e não pode ser deixada para depois. Para alcançá-la, algumas iniciativas são indispensáveis a fim de que tudo esteja bem.

Continue neste post e saiba como garantir mais segurança patrimonial para sua empresa!

Desenvolvimento de uma cultura de segurança na empresa

Como o cuidado com a saúde, a segurança não deve ser apenas um aspecto administrativo, mas parte integrante da rotina da empresa. Assim, para a implementação de medidas efetivas, você deve considerar o desenvolvimento de uma verdadeira cultura de segurança.

Esse cuidado deve envolver todos os que atuam dentro ou fora do espaço físico, inclusive o pessoal terceirizado. Com isso, pequenas e grandes decisões estarão sempre imbuídas das considerações de segurança necessárias.

É assim, por exemplo, que a atenção com o acesso às instalações deve estar presente e ser observada por todos, tanto quanto a certeza de que o patrimônio está segurado contra imprevistos.

Contratação de um seguro empresarial

O seguro empresarial é uma modalidade de seguro que tem por objetivo a proteção contra diversos riscos comuns às empresas. Por sua vez, toma por base a atividade específica desenvolvida pela contratante.

Desse modo, a apólice pode ser moldada às suas necessidades, a partir de um plano básico. Com isso, cada seguro torna-se único e desenhado para o que você considera importante em sua empresa.

Por essa razão, é essencial a assistência de uma boa corretora de seguros, especializada em seguro empresarial. Ela será capaz de orientá-lo quanto às coberturas adequadas ao seu negócio e com a melhor proteção para o seu patrimônio.

Implantação de um sistema de segurança

As instalações da empresa precisam estar protegidas por um sistema de segurança planejado e adequado para as características locais.

Como se faz com a segurança do trabalho, cada situação também deve ser avaliada para a segurança patrimonial. Alguns aspectos mais importantes devem ser considerados:

Controle de acesso

Existem diversas alternativas para o controle de acesso que levam em conta pessoas, veículos, carga e a própria arquitetura das instalações. Assim, uma boa avaliação por um especialista poderá apontar o controle mais adequado para sua empresa.

Câmeras de segurança

As câmeras de segurança são indispensáveis e um forte inibidor de inciativas mal-intencionadas. Quase sempre constituem a base de um sistema de vigilância para a segurança patrimonial.

A possibilidade de gravação das imagens com atualizações programadas tem se configurado como elemento-chave nas investigações de imprevistos.

Monitoramento 24 horas

Um sistema de monitoramento 24 horas constitui uma das ferramentas responsáveis por reduzir o sentimento de insegurança que afeta a qualidade de vida.

Utilizando câmeras associadas a alarmes, faz uso de uma central de monitoramento permanente. Assim, permite a visualização de qualquer evento e o acionamento imediato, no caso de uma invasão, para a devida tomada de decisão.

Você agora já tem uma boa base para garantir a segurança patrimonial de sua empresa! Tenha muita atenção com os pontos levantados e garanta que todo o seu patrimônio esteja bem cuidado.

Se gostou deste post, continue a leitura e veja como garantir o bem-estar corporativo em uma grande empresa.