Gestão de benefícios Archives - Blog da Gisc - Gestão de saúde corporativa
Category

Gestão de benefícios

Category

5 dicas práticas para aperfeiçoar a gestão de benefícios empresariais

Novos cenários surgem nos contextos empresariais e, com eles, o desafio de repensar as políticas e práticas na gestão de pessoas, principalmente no que tange aos sistemas de gestão de benefícios empresariais.

Esse tipo de programa tem ganhado importância, por ser uma ótima oportunidade de estimular os colaboradores, tornando-os mais produtivos e motivados. Além disso, ações desse gênero fortalecem a cultura organizacional, retêm talentos e apoiam mudanças comportamentais.

Outras vantagens são a melhora na qualidade de vida dos trabalhadores e de suas famílias e a prevenção e diminuição de doenças ocupacionais e absenteísmo no ambiente de trabalho. Fatores esses que geram grandes despesas.

Em sua empresa, os benefícios refletem de forma positiva ou negativa na satisfação de seus colaboradores? Confira cinco dicas de como você pode aperfeiçoar a gestão de benefícios em sua organização!

1. Faça um planejamento eficiente

Uma boa gestão começa com planejamento. O primeiro passo do plano de realização dos benefícios é a identificação do que será oferecido, seja tangível ou intangível. É preciso especificar cada ponto e definir métricas de avaliação.

Acompanhe a aplicação dos benefícios e, sempre que necessário, revise se ainda estão de acordo com as necessidades dos colaboradores ou se precisa mudá-los.

2. Ofereça benefícios adequados

Os benefícios devem estar adequados ao perfil dos colaboradores da empresa. Para tanto, utilize de pesquisas internas para reconhecer quais são as principais necessidades. Há benefícios que são mais comuns entre as empresas, como ticket alimentação e plano odontológico.

Já outras empresas vão além e oferecem mais vantagens. Há casos de organizações que disponibilizam uma enfermeira para acompanhar as mulheres durante e após o parto. A empresa também concede auxílio babá.

Outros benefícios que sua empresa também pode ser oferecer são: área de lazer, horários de trabalho flexíveis, programas de apoio psicológico e plano de saúde.

3. Desenvolva políticas de utilização

Desenvolva medidas de utilização, gerando a responsabilização pelo uso adequado do benefício recebido. As pessoas têm necessidades diferentes, por isso, crie políticas para adequar o uso conforme o perfil do colaborador.

Faça o acompanhamento individual das políticas utilizadas por cada funcionário para avaliar o impacto delas na vida profissional e pessoal. Veja se elas estão gerando resultados positivos ou se são apenas mais uma fonte de despesa para a firma.

4. Controle os benefícios concedidos

Uma boa gestão de benefícios inclui controlar os gastos investidos no programa e na utilização deles. Para tanto, invista em um sistema de gestão, o qual poderá auxiliar você na tomada de decisões por meio dos relatórios gerados.

Esse controle também permitirá que você acompanhe quem recebeu os benefícios e não deixa que nenhum funcionário fique de fora.

5. Crie manuais de solicitação de benefícios

A empresa pode optar por duas maneiras ao oferecer os benefícios aos seus colaboradores. Uma é definindo aqueles que são comuns a todos. E a outra é permitindo que cada colaborador solicite os itens que se encaixam no seu perfil. Dessa maneira, todos serão contemplados e ficarão mais satisfeitos ao obter aqueles que melhor atendam suas as necessidades.

Apesar de complexa e trabalhosa, uma boa gestão de benefícios colabora para o aumento da satisfação dos funcionários e, consequentemente, traz resultados positivos no clima organizacional e na rentabilidade da sua empresa. Não se esqueça, seu público interno são os seus primeiros clientes!

Agora, compartilhe este post em suas redes sociais e veja o que seus amigos têm a dizer sobre o assunto!

Por que uma empresa deve adotar um plano de previdência privada para seus colaboradores?

Os planos de previdência privada são uma excelente alternativa para as empresas, independente do seu tamanho ou porte. Reter talentos e manter bons colaboradores, bem como garantir a sua produtividade é algo desejado por todos.

Essa realidade fica ainda mais acentuada com a recente proposta de reforma da previdência feita pelo governo. Agora, mais pessoas se preocupam com a renda que terão quando pararem de trabalhar. Surge assim, a necessidade de investir em uma previdência privada.

Mas o que é de fato um plano de previdência empresarial? E como eles podem ser colocados em prática pelas empresas? Todas essas dúvidas são esclarecidas nos tópicos a seguir. Siga a leitura e confira.

O que é um plano de previdência privada para funcionários?

Os planos de previdência privada representam uma aposentadoria que não está relacionada ao sistema do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS.

Ou seja, é uma contribuição particular, que as pessoas fazem a uma instituição bancária. Assim, quando se aposentarem, podem receber os valores desse investimento como um complemento de renda.

Muitas empresas estão aderindo a planos coletivos e oferecendo esse benefício aos seus colaboradores. Dessa forma, eles passam a ter mais garantias para o momento da aposentadoria.

Como esse tipo de plano funciona e pode ser colocado em prática pelas empresas?

É preciso ter o entendimento de que no Brasil existem dois tipos de previdência privada, o aberto e o fechado. No aberto, qualquer pessoa pode entrar em contato com um banco ou seguradora e fazer a contratação por conta própria.

Já no plano fechado, apenas os membros de determinado grupo podem fazer parte do processo — como os colaboradores de uma determinada empresa, por exemplo. Essa modalidade é semelhante ao que acontece com os planos de saúde coletivos.

Esse é o modelo que deve ser adquirido pelas empresas. Elas precisam entrar em contato com uma corretora de seguros e, entre as opções oferecidas, escolher aquela que lhe é mais vantajosa.

Quais são os benefícios do plano de previdência privada para a empresa e para os colaboradores?

Tanto a empresa quanto os colaboradores de uma empresa podem ter vantagens com um plano de previdência privada coletiva. As empresas, além da retenção de talentos, também conseguem vantagens fiscais com esse método.

Os funcionários, por sua vez, têm parte das taxas da previdência pagas pela empresa e a garantia de uma renda extra no futuro. Além disso, eles conseguem obter valores menores do que os que seriam pagos no caso da contratação de um plano de previdência aberta.

Como fazer para adquirir esse serviço para a minha empresa?

Para adquirir um plano de previdência privada coletivo para a sua empresa, convém que você entre em contato com uma empresa especializada nesse assunto que possa lhe oferecer todas as informações necessárias para a contratação.

A Almanza Corretora de Seguros pode ajudar nesse sentido. Mais informações sobre os serviços que oferecemos podem ser enviadas a você por e-mail. Para isso, basta que você faça o cadastro para receber a nossa newsletter. Não perca essa oportunidade!

Compreenda o que são os programas de saúde in company

O cuidado com a saúde dos colaboradores é uma atividade que demanda importantes esforços da área de Recursos Humanos da empresa. Não é por menos. A gestão eficiente da qualidade de vida e do bem estar dos funcionários tem efeitos consideráveis tanto na produtividade quanto nos controle dos custos com planos de saúde e com cuidados médicos.

O desenvolvimento de programas de saúde in company é uma boa alternativa para aperfeiçoar estes resultados. Eles permitem direcionar esforços para as necessidades e pontos fracos do público específico da empresa, personalizando as ações de conscientização e engajando os colaboradores nas iniciativas.

Mas você sabe como os programas de saúde in company funcionam? Confira neste artigo de que forma eles podem auxiliar sua empresa e qual a melhor forma de implementá-los.

O que são os programas de saúde in company

O foco principal dos programas de saúde in company é a prevenção primária de ocorrências as quais os colaboradores de uma empresa estão expostos. Deles se espera eliminar ou reduzir a incidência de doenças crônicas ou outros males que possam comprometer a produtividade da organização.

Além de comprometer a produção, estas ocorrências ocasionam o aumento dos gastos com tratamentos médicos e cuidados paliativos com os colaboradores. A elevação dos custos com os planos de saúde é um dos reflexos desta situação.

Benefícios da boa gestão de saúde corporativa

Os programas in company integram um rol de estratégias que devem ser adotadas para a manutenção da qualidade de vida dos colaboradores. Os benefícios para a organização vão além do controle dos custos da apólice de saúde que, por si só, já justificariam os investimentos na área.

A quebra na produtividade ocasionada por acidentes de trabalho ou por doenças ocupacionais pode ter fortes reflexos nos resultados da organização. Problemas de saúde estão entre as principais causas do absenteísmo, que são as ausências ao trabalho que comprometem a produção de um colaborador.

Doenças e distúrbios diversos também podem estar por trás dos casos de presenteísmo, quando o colaborador, mesmo presente ao local de trabalho, não consegue desenvolver suas atividades de forma minimamente satisfatória.

E há ainda o aspecto legal que é preciso considerar ao avaliar os benefícios da gestão da saúde corporativa. Isso porque as empresas devem cumprir a exigência legal de manter equipes de saúde e segurança no trabalho. O descumprimento desta norma pode ser fonte de passivo trabalhista para organização.

Mapear o público interno é o primeiro passo

Conhecer exatamente o perfil dos colaboradores da empresa e identificar quais são os riscos a quem eles estão expostos é o primeiro passo para elaborar um programa de saúde in company eficiente.

Para isso é necessário realizar um diagnóstico que permita detalhar quais as demandas da equipe no que se refere à saúde e a qualidade de vida. Desta diagnose surgirão diferentes grupos de risco, que orientarão o planejamento das frentes para onde o programa deverá direcionar-se.

Assim é possível traçar algumas variáveis essenciais para o desenvolvimento de cada ação, como o público alvo, objetivos, metas, recursos necessários e indicadores para o acompanhamento.

Ao final do ciclo, a empresa deve conseguir medir de forma clara não apenas os resultados clínicos das iniciativas, mas também os seus resultados financeiros por meio de indicadores como o Retorno sobre o Investimento (ROI), o Valor Presente Líquido (VPL) e a Taxa Interna de Retorno (TIR).

Ferramentas e iniciativas variadas

Com duração média de 12 meses, os programas de saúde in company devem ter metas claras e objetivos desafiadores, porém realizáveis. Mapeados os perfis dos colaboradores e os riscos a que eles estão expostos, a montagem do programa de saúde in company pode lançar mão de diferentes ferramentas para atingir os objetivos propostos.

Assim, desde o encaminhamento para algum tratamento clínico com um profissional especialista até o incentivo a adoção de novos hábitos podem ser iniciativas implementadas. Ações simples, como convênios com academias de ginastica ou a inclusão de cardápios saudáveis na alimentação fornecida na empresa podem gerar excelentes resultados.

Férias extras aos não fumantes

A Piala Inc, empresa de marketing japonesa, por exemplo, vem obtendo sucesso no combate ao tabagismo com uma iniciativa eficaz: ela concede seis dias extras de férias aos colaboradores que abandonarem o cigarro.

A medida não teve impacto negativo na produtividade da organização. A partir do diagnóstico de que para cada cigarro os colaboradores fumantes perdiam 15 minutos de trabalho para sair do prédio, as férias prolongadas de quem largou o cigarro foram compensados.

De acordo com a empresa, após três meses do inicio da ação, 30 colaboradores já estavam habilitados a desfrutar das férias prolongadas. E quatro deles haviam abandonado em definitivo o cigarro.

Resultados dos programas de saúde in company

Com iniciativas focadas nos públicos da empresa e em suas demandas específicas, é possível projetar resultados práticos dos programas de saúde in company para os seus colaboradores. O incentivo a hábitos saudáveis, por exemplo, é uma frente de atuação que pode ter bastante impacto na melhoria do bem estar e qualidade de vida dos colaboradores.

O simples fato de desenvolver ações voltadas para a saúde dos funcionários já pode ser suficiente para gerar impactos positivos. Perceber a preocupação da organização com seu bem estar e com sua qualidade de vida faz com que o colaborador sinta-se prestigiado, reforçando seu sentimento de pertencimento à organização.

Isso desperta sua motivação e seu engajamento, essenciais para a manutenção de altos índices de produtividade. Além disso, essas iniciativas reforçam a employer branding da corporação.

De forma prática, após a implantação de programas de saúde in company, a organização deve verificar uma redução no absenteísmo, crescimento nos níveis de engajamento dos colaboradores, a redução das demandas por tratamentos farmacêuticos e no número de consultas e tratamentos médicos, reduzindo a sinistralidade do plano de saúde corporativo.

Estes são alguns dos benefícios da adoção de programas de saúde in company. Lembre-se que o planejamento e o mapeamento dos públicos são essenciais para o sucesso desta iniciativa. Não se esqueça, também, que os cuidados com a saúde dos colaboradores de uma organização deve ser um processo contínuo, com foco no bem estar e na qualidade de vida.

Gostaria de saber mais sobre gestão de saúde corporativa? Então assine nossa newsletter e recebe nossas novidades!

4 aspectos importantes sobre a saúde suplementar

Os benefícios ligados à saúde suplementar estão entre os mais valorizados pelos profissionais no mercado de trabalho. Trata-se de uma demanda comum, uma vez que a saúde de um colaborador é fundamental para assegurar sua qualidade de vida e um bom desempenho profissional.

Assim, a saúde suplementar exerce um papel de extrema importância dentro e fora das empresas. Mas, afinal, você sabe o que é e como funciona a saúde suplementar? Para descobrir, continue lendo este artigo!

O que é saúde suplementar

Apesar de não se tratar de algo recente na vida do colaborador e no mercado empresarial, ainda existem muitas dúvidas em relação à saúde suplementar.

Todo serviço referente à área de saúde oferecido pelo setor privado é tratado como saúde suplementar, ou seja, qualquer assistência médica que não seja ofertada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Breve panorama histórico

A saúde suplementar foi implantada no Brasil durante a década de 1960, período em que as empresas no país começavam a oferecer benefícios de assistência médica aos seus colaboradores.

Embora a criação de planos de auxílio médico tenha acontecido nessa época, a partir do desenvolvimento econômico acentuado no Brasil e da ascensão do trabalho formalizado, a atividade só foi regulamentada no final da década de 1990, com a Lei nº 9.656/98.

Logo no ano seguinte, foi publicada a Lei nº 9.961/2000, que instituiu o órgão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), responsável, desde então, pela saúde suplementar no país.

Aspectos importantes sobre saúde suplementar

1. Tipos de operadoras

As operadoras de saúde podem ser classificadas nas seguintes modalidades: seguradoras especializadas em saúde, medicinas de grupo, instituições filantrópicas, autogestões e cooperativas.

2. Órgãos regularizadores

Todas as modalidades de saúde suplementar citadas acima são regulamentadas e fiscalizadas pelos seguintes órgãos:

  • ANS — a Agência Nacional de Saúde Suplementar regulamenta o fluxo financeiro e de atividades entre operadoras, prestadores e beneficiários;
  • SBDC — o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência garante a competitividade real na área;
  • ANVISA — a Agência Nacional de Vigilância Sanitária realiza a regulamentação sanitária e econômica do mercado de comércio de insumos hospitalares.

3. Plano de saúde e seguro saúde

Apesar de muitas vezes serem tratados como sinônimos, existem diferenças determinantes entre um plano de saúde e um seguro saúde. O plano de saúde deve ofertar serviços médicos por meio de uma rede de assistência própria ou por hospitais e clínicas credenciados, contando com garantia de cobertura por reembolso de forma opcional.

Por outro lado, o seguro saúde só pode ser ofertado por uma seguradora especializada na área de saúde e deve assegurar a cobertura por reembolso, uma vez que não pode ser imposta ao beneficiário a indicação dos serviços a serem utilizados, que ficam a critério do assegurado.

4. Tipos de planos de saúde

Cada operadora pode ofertar pacotes distintos de plano de saúde com serviços específicos, combinando um ou mais tipos. Ademais, existem cinco modalidades básicas de planos e seguros ofertados no Brasil. São elas:

  • ambulatorial;
  • hospitalar;
  • ambulatorial com hospitalar;
  • acréscimo de obstetrícia;
  • odontológico e referência.

O alto número de colaboradores que recebe o benefício cresce a cada ano, deixando cada vez mais clara a importância da saúde suplementar para as empresas. Para se ter uma ideia, segundo dados da ANS de 2013, a saúde suplementar no Brasil contava, nesse ano, com 50,3 milhões de beneficiários em todo o país.

A alta demanda pelo benefício aliada às especificidades de cada modelo e serviço torna imprescindível buscar conhecer cada aspecto da saúde suplementar antes de implementá-la em uma empresa. Assim, é possível garantir que o serviço contratado atenda às necessidades de todas partes envolvidas.

Ao oferecer este tipo de benefício para os colaboradores, a empresa contribui bastante para o bem estar de seus funcionários, além de reforçar sua employer branding e fomentar o conceito de responsabilidade social corporativa.

Entretanto, para que as corporações consigam manter a oferta de um bom plano ou seguro de saúde, é imprescindível que os beneficiários contribuam para o equilíbrio da sinistralidade da apólice.

Conseguiu sanar suas principais dúvidas sobre saúde suplementar? Continue sua leitura sobre o tema, conferindo este artigo fundamental sobre planos de saúde empresariais e planos de autogestão.

Você sabe o que é a responsabilidade social corporativa?

A responsabilidade social corporativa é muito mais do que apenas uma estratégia de negócios. Ela representa a possibilidade de influenciar as principais decisões de uma empresa, tornando-se uma forma de se destacar no mercado e obter diferenciais competitivos.

Nesse sentido, cada vez mais  as empresas estão se preocupando mais em resolver os problemas da sua comunidade interna e externa, implementando políticas de boas práticas.

Essas boas práticas devem trazer benefícios não somente para as empresas, mas para todos os envolvidos — funcionários e sociedade —, respeitando a sua cultura de forma ética e transparente.

Nesse artigo, explicaremos a você o que representa a responsabilidade social corporativa e qual a importância dela para as empresas. Confira!

Conceito de responsabilidade social corporativa

Responsabilidade social corporativa é uma via de mão dupla, onde a atividade empresarial se compromete com todos os grupos ou indivíduos ― clientes, fornecedores, ambiente, sociedade e funcionários ― que fazem toda a operação de uma empresa funcionar, mas que dependem dela para alcançar as suas metas.

É a capacidade que as empresas têm em atender esses diferentes públicos com os quais se relaciona, incorporando-os ao planejamento de suas atividades, tendo como objetivo a interação com a sociedade a partir de ações que contemplam as dimensões econômicas, sociais e ambientais com enfoque no desenvolvimento sustentável.

A importância da responsabilidade social corporativa para as empresas

A partir do momento em que as empresas adotam a ética na condução dos seus negócios e melhora a qualidade da relação empresa-sociedade, elas tornam-se corresponsáveis pelo desenvolvimento social da sua comunidade em geral. Com isso, a imagem da empresa passa a ser valorizada perante a sociedade.

Clientes apoiam empresas que se preocupam com o ser humano e não somente em obter lucros. Essas pessoas tornam-se leais defensores da marca. Internamente, seus colaboradores sentem-se orgulhosos por fazer parte de uma empresa que enxerga a sociedade com outros olhos e proporciona qualidade de vida no trabalho.

Ao adotar práticas socialmente responsáveis, as empresas tornam-se mais flexíveis e adquirem uma maior capacidade de adaptação no mercado, o que gera um estado de longevidade para a marca.

Aplicações práticas da responsabilidade social corporativa nas empresas

Como um elemento importante para o desenvolvimento dos negócios, a responsabilidade social corporativa procura manter relações positivas com os seus envolvidos. Mas, como aplicar toda essa teoria no dia a dia das empresas? Conheça algumas práticas de responsabilidade social corporativa que a sua empresa pode usar.

Ação social

Ajuda voluntária por meio de recursos econômicos ou de outros tipos a projetos externos que estão voltados a atender a comunidade com assistência social, saúde, educação, entre outros.

Código de conduta

Uma espécie de cartilha que rege os princípios e as boas práticas da empresa. Essas informações são apresentadas como um modelo orientador e devem ser aplicadas por todos os colaboradores e até mesmo fornecedores e prestadores de serviços.

Desenvolvimento sustentável

É a exploração racional de recursos naturais, eliminando o impacto sobre a ação do ser humano para atender as necessidades de todos sem apresentar perigo às gerações futuras.

Gestão ambiental

Prevenção, redução e eliminação do impacto ambiental negativo ocasionado pela atividade da empresa, visando processamento e adequado descarte de resíduos.

Campanhas internas

As empresas podem estimular a coleta seletiva do lixo, fazer campanhas de combate ao desperdício de energia e água, adotar a prática do descarte consciente de papelão e plásticos e a sua correta reciclagem entre seus colaboradores.

A procura contínua pela promoção do bem estar corporativo também é uma maneira de fomentar a busca pela Responsabilidade Social Corporativa.

Além de contribuir positivamente para a imagem da empresa perante à sociedade, essas iniciativas também reforçam a marca empregadora da empresa, também denominada Employer Branding.

Reconhecer os benefícios das políticas e práticas da responsabilidade social corporativa é entender o impacto positivo no desenvolvimento econômico das empresas. Portanto, considere incluí-la no planejamento estratégico dos seus negócios.

Gostou do nosso artigo sobre responsabilidade social corporativa? Aproveite para seguir as nossas páginas nas redes sociais e acompanhar as nossas atualizações. Estamos presentes no Facebook e no Linkedln.

 

Compreenda o que são os planos de saúde coletivos empresariais e os planos de autogestão

É comum que os empresários ou gerentes de recursos humanos pensem que planos de saúde coletivos empresariais e planos de autogestão sejam sinônimos. No entanto, os conceitos são bem diferentes e cada um tem suas particularidades e benefícios próprios.

Continue a leitura e entenda como se caracterizam cada uma dessas modalidades de planos de saúde empresariais e veja qual é a melhor opção para o seu negócio.

O que são planos de saúde coletivos empresariais?

Tratam-se de planos de saúde que podem ser contratados pelas empresas para oferecer serviços médicos e odontológicos para os seus funcionários e dependentes (cônjuges e filhos).

Assim, a empresa negocia com a operadora de saúde as características que melhor lhe atendem para a elaboração do plano de saúde empresarial, oferecendo soluções personalizadas para os seus colaboradores e seus familiares.

Geralmente, os funcionários são convidados a aderir ao plano de saúde coletivo empresarial assim que são contratados pela organização, podendo ou não contribuir em parte com o custeio do plano, mediante desconto em folha.

Vale ressaltar que, uma das vantagens desse tipo de seguro de saúde, é que a operadora não pode aumentar o preço da mensalidade quando ela quiser. Isso é garantido por lei, de modo que os valores só podem ser reajustados uma vez ao ano, quando o contrato fizer aniversário, baseado na inflação e na sinistralidade.

E os planos de autogestão? O que são?

Os planos de saúde de autogestão, por sua vez, são o tipo de seguro em que a própria empresa se responsabiliza pela administração daquilo que é oferecido aos seus colaboradores e seus dependentes, sem a contratação de um intermediário para isso.

Entre as vantagens que esse modelo possui está a possibilidade de consultar os colaboradores e, assim, moldar um plano de saúde que esteja alinhado com as necessidades de todos eles.

Para que esse tipo de plano seja colocado em prática, no entanto, é preciso que a empresa se responsabilize por algumas atividades, como a negociação com clínicas, hospitais, médicos, dentistas e outros profissionais da área da saúde.

Tudo isso demanda tempo, mas também traz a vantagem de que apenas as consultas e procedimentos realizados serão pagos, não havendo a necessidade de pagar uma mensalidade fixa para uma empresa.

Além disso, neste tipo de modalidade, os programas de Promoção de Saúde e Qualidade de Vida no Trabalho costumam proporcionar grande retorno financeiro, na medida em que reduzem significativamente a utilização direta dos prestadores de serviço.

Qual é a melhor opção para a minha empresa?

Não é possível dizer que uma modalidade de plano é mais eficiente ou melhor do que a outra. Ambas têm vantagens, que podem ser mais ou menos interessantes para a realidade de cada empresa.

O ideal é que a empresa realize estudos, avalie os prós e contras de cada um desses tipos de plano, faça reuniões com o conselho administrativo e, somente assim, defina qual é a melhor opção para a organização, sobretudo no tocante ao custeio do mesmo.

Isso porque, para o custeio do plano, os colaboradores podem ou não contribuir com o pagamento de uma pequena taxa, que normalmente é descontada do seu salário mensal. Essa contribuição garante que os mesmos possam continuar tendo acesso ao benefícios do plano mesmo após desligamento da empresa, conforme prevê a Resolução nº 279 da ANS.

Sendo assim, é crucial não só escolher a melhor modalidade de plano, mas também estar atento ao seu método de custeio.

Agora que você já sabe quais são as diferenças entre planos de saúde coletivos empresariais e planos de autogestão, ficou mais fácil encontrar a opção ideal para a sua empresa, não é mesmo? Compartilhe este artigo em suas redes sociais e possibilite que outras pessoas tenham acesso a essas informações!

Sinistralidade do plano de saúde: veja como calculá-la

Todo ano, quando chega a época do reajuste do valor do plano de saúde, a insatisfação é geral, sobretudo no meio empresarial. E a pergunta que sempre se faz é: por que aumentou tanto? Na grande maioria das vezes a explicação está na elevada sinistralidade do plano de saúde.

Esse conceito — sinistralidade — é a base técnica da correção do valor de mensalidade pago para as operadoras e seguradoras de saúde. A partir dessa referência, juntamente com o reajuste financeiro atrelado à inflação, é que são fixados os novos valores a serem praticados com os consumidores.

Continue neste post e saiba como calcular a sinistralidade do plano de saúde e o que pode ser feito para reduzir aumentos exorbitantes.

O que é sinistralidade do plano de saúde?

A sinistralidade é um conceito que reflete as relações entre os custos e as receitas de uma operadora de planos de saúde. É, assim, um indicador para a operadora conhecer quanto gasta e qual pode ser o seu lucro. A sinistralidade é medida em porcentagem (%).

Um sinistro é cada uma das utilizações que um beneficiário qualquer faz do plano. Os sinistros representam custos para o plano.

Por outro lado, as receitas resultam dos pagamentos que o beneficiário faz, isto é, os valores das mensalidades pagas. As receitas constituem o prêmio do plano.

Como calcular a sinistralidade do plano de saúde?

O cálculo da sinistralidade se faz a partir de uma fórmula bem simples:

Sinistralidade (%) = (Sinistro/ Prêmio) X 100

Traduzindo: a sinistralidade é igual ao valor dos custos com o beneficiário (sinistro), divididos pelo valor das mensalidades pagas pelo beneficiário (prêmio). O resultado é multiplicado por 100, para dispor do dado em porcentagem.

O percentual máximo de sinistralidade deve estar devidamente explicitado no contrato, por força da exigência da legislação aplicável. Por outro lado, a falta de clareza do seu cálculo, por parte de algumas operadoras, tem sido motivo de muitos questionamentos quando dos reajustes aplicados.

Qual seu impacto em um plano de saúde coletivo?

A sinistralidade é um índice utilizado para o ajuste dos preços dos planos de saúde. No caso dos planos coletivos empresariais, além desse índice, a correção anual recebe, ainda, a variação da chamada inflação médica (a variação dos custos das operadoras de um ano para outro).

Isso faz com que o aumento anual no preço dos planos coletivos empresariais seja bem maior que a variação ocorrente nos planos individuais, que fazem uso apenas da inflação médica. E, por tratar-se de um assunto pouco regulado pela legislação brasileira, tem sido motivo de muita discussão judicial.

Como evitar reajustes insustentáveis?

Paradoxalmente, o que faz o preço de um plano de saúde subir é a sua utilização. Assim, quanto mais os seus funcionários fazem uso do plano, mais caro ele deve ficar no próximo reajuste, em razão do peso da sinistralidade.

Nesse cenário, o que pode ser feito para que esses reajustes não sejam insustentáveis?

A resposta é simples: reduzir a utilização do plano. E, para isso, sua empresa deve, primeiramente, considerar os riscos envolvidos no dia a dia e que afetam a gestão da saúde dos colaboradores.

Assim, basicamente, existem três tipos de riscos que precisam ser identificados:

  • os que podem ser eliminados;
  • os que podem ser minimizados;
  • os que precisam ser monitorados.

Uma vez identificados, você deve iniciar o trabalho pertinente a cada um, eliminando, minimizando ou monitorando. A intenção, portanto, é diminuir a necessidade de utilização do plano de saúde. E o caminho é uma melhor atenção preventiva àqueles riscos.

Assim, por exemplo, programas efetivos de educação preventiva em saúde devem ser conduzidos e acompanhados pela empresa. Esses programas podem envolver incentivo a uma qualidade de vida melhor propiciada pela redução no tabagismo e no alcoolismo. Ao mesmo tempo, é possível incentivar a adoção de uma alimentação saudável e da prática de atividades físicas, entre outras.

Com uma política de saúde assim implantada, ao calcular a sinistralidade do plano de saúde, os valores tenderão a ser menores, com maior capacidade de sustentação do reajuste.

Gostou deste post? Então, compartilhe-o com seus amigos nas redes sociais. Vai ser muito bom saber que ajudou outras pessoas a estarem bem informadas também.

4 ações para reforçar a sua employer branding

Captar e manter profissionais de alta qualidade é bem mais difícil do que aparenta. Primeiro, sua empresa como a marca empregadora, terá que filtrá-los a partir de uma imensidão de currículos e cadastros e, segundo, precisa ter uma proposta que seja melhor que a dos seus concorrentes. Uma forma de solucionar estes dois problemas é através do trabalho de employer branding da sua empresa.

Traduzido livremente como “imagem de empregador”, este termo se refere à reputação de uma empresa ou empreendedor enquanto chefe. Em outras palavras, é a expectativa que as pessoas têm ao trabalharem para você. Caso achem que sua empresa é um bom lugar pra trabalhar, bons profissionais vão te buscar primeiro, evitando a confusão de currículos.

Trabalhar esse aspecto do seu negócio é extremamente importante para captar melhores colaboradores. Veja aqui 4 práticas que você pode adotar para reforçar sua employer branding:

1. Seja bem claro na sua proposta

Algo que todos os candidatos detestam em entrevistas de emprego é a falta de clareza em algumas contratações. Cláusulas muito abertas ou confusas podem levar um profissional experiente a acreditar que você quer se aproveitar dele.

E o pior é que essa notícia pode se espalhar, prejudicando ainda mais sua reputação. Mesmo que o candidato não peça diretamente para discutir o contrato, tenha certeza de destacar os pontos mais importantes, especialmente as restrições.

2. Não tente vender algo que não tem

Algumas empresas cometem o erro grave de passar uma imagem que não possui em sua employer branding. Se você diz que possui um ambiente de trabalho agradável, que promove saúde e qualidade de vida, por exemplo, é melhor que tenha! Da mesma forma que faria ao cliente, enganar seus novos colaboradores nunca traz bons resultados.

3. Pense nos profissionais como seu público-alvo

O paralelo entre candidatos e clientes pode ser levado um passo adiante: ao planejar uma campanha ou promoção para o seu público, você considera seu perfil e quais benefícios são mais interessantes dentro desse contexto. Quanto mais focado, melhor.

Da mesma forma, sua empresa atrai certos tipos profissionais específicos, podendo ter algumas variações entre cada setor. E, da mesma maneira que um público-alvo, seus “candidatos-alvo” estão interessados em tipos específicos de benefícios. Vale-refeição, plano de saúde, planos de carreira, estabilidade, entre outras coisas, podem ser uma forma eficiente de manter um profissional capacitado dentro do seu negócio.

4. Integre todos os setores nessa tarefa

É verdade que boa parte do trabalho de employer branding é realizado pela área de Recursos Humanos. Faz sentido, já que eles lidam com a maior parte das contratações. Esse processo, inclusive, compôes uma das métricas de RH. Porém, isso não significa que eles são os únicos responsáveis pela boa ou má reputação da empresa.

O trabalho deles é transmitir o melhor lado da equipe e destacar seus diferenciais, mas o ambiente e clima organizacional são resultados das próprias equipes internas. A recepção por parte dos demais colaboradores é tão importante quanto a primeira impressão transmitida pelo anúncio da vaga.

Agora que você sabe como o employer branding pode contribuir para sua equipe, é hora de investir na sua reputação! Acha que mais pessoas podem aproveitar estas dicas?

Então compartilhe este artigo em suas redes sociais e mostre como é possível reter mais profissionais de talento.

Veja por que o plano de saúde é o benefício mais valorizado pelos brasileiros

Dentro de uma estratégia de Recursos Humanos para atração e retenção de talentos, a política de benefícios é um dos pontos mais relevantes. Sendo assim, existem muitos fatores que determinam quais devem ser oferecidos aos funcionários. Afinal, existe uma grande variedade. Dentre todas, porém, nenhuma é mais desejada e importante do que um bom plano de saúde.

As empresas que oferecem um bom convênio médico têm uma série de vantagens em relação às que não concedem. Apesar de ser, muitas vezes, visto apenas como um custo a mais, esse benefício pode impactar direta e positivamente nos níveis de produtividade, na taxa de turnover e em outros fatores estratégicos.

Isso acontece porque a assistência médica está entre os principais desejos dos brasileiros, sendo, portanto, mais valorizado por todos. E isso tem um peso decisivo na relação entre empresa e colaborador.

Continue lendo e descubra porque é tão importante para o RH e quais elementos influenciam no valor do investimento para oferecer um bom convênio médico.

A importância de um plano de saúde

Naturalmente, a primeira coisa que qualquer profissional considera na hora de aceitar uma proposta de trabalho ou decidir por uma mudança de empresa é a remuneração.

Não há, evidentemente, nenhum fator mais importante que este. Entretanto, logo em seguida vêm os benefícios oferecidos. Desses, o plano de saúde tem uma vantagem gigantesca sobre qualquer outro.

Muitos fatores explicam o grande valor que os profissionais brasileiros dão à assistência médica oferecida pelas empresas.

O primeiro deles é a questão estrutural da saúde pública. Embora o Brasil esteja entre os países que possuem um sistema universal de saúde, sabemos da precariedade com que, muitas vezes, é prestado. Por isso, contar com um convênio médico privado é uma tranquilidade que todos desejam ter.

Outro aspecto é o elevado custo de planos individuais ou familiares, que podem acabar comprometendo grande parte da renda mensal de uma família. Por isso, dispor desse benefício em uma empresa torna-se algo tão valorizado.

Vantagens para as empresas

Para as organizações, oferecer uma assistência médica gera muitas vantagens. Conheça algumas:

  • redução do absenteísmo;
  • redução na rotatividade dos funcionários;
  • redução nos afastamentos previdenciários por problemas de saúde;
  • aumento no engajamento e sentimento de pertencimento das equipes;
  • valorização por parte dos colaboradores;
  • melhora na produtividade;
  • melhora no clima organizacional.

Valores e reajustes em um plano de saúde

Muitas empresas se preocupam com a questão do custo de oferecer uma assistência médica. Especialmente, por causa dos reajustes que os planos sofrem através da inflação do segmento médico que costuma ser superior à do mercado em geral.

Há também o peso do  fator chamado sinistralidade. Trata-se de uma relação que a operadora faz entre a arrecadação e os gastos ensejados pela utilização dos serviços. Isso é considerado na hora de negociar o reajuste do contrato.

Como escolher a melhor opção?

O segredo para encontrar o equilíbrio entre um benefício que atenda às expectativas de seus funcionários e que não gere um custo além do razoável é pesquisar bastante. Se possível, melhor ainda é contar com uma consultoria especializada para auxiliar nessa escolha.

Nesse sentido, a prestadora do serviço deve estar disposta a conhecer a fundo suas necessidades, apresentar uma negociação clara e transparente, com informações precisas e sem margem para dúvidas.

Além disso, é ainda recomendável buscar por uma empresa que ofereça um serviço de gestão de saúde corporativa. Só assim será possível integrar todas as informações de saúde dos colaboradores e seus dependentes, a fim de se extrair o maior custo-benefício do plano de saúde.

Embora este seja mais um desafio para os gestores de RH, a execução adequada desse trabalho e a oferta de um bom plano de saúde, certamente trará impactos positivos. É mais uma ferramenta para mostrar a área atuando de forma estratégica e gerando resultados para a empresa.

Quer ficar sempre por dentro do tema saúde corporativa? Então, siga nossas redes sociais – no Facebook da Almanza Corretora de Seguros e da Almanza GISC e também no Linkedin – e tenha acesso às melhores informações para a gestão de seus negócios.

4 formas de reduzir o sinistro do plano de saúde nas empresas

Cada vez em que o plano de saúde é acionado, seja para qualquer tipo de procedimento, como consultas, diagnoses ou tratamentos, um sinistro é registrado na apólice da empresa. Dessa forma, a sinistralidade do plano de saúde é representada pela relação entre os sinistros (custos) ocorridos na apólice e o prêmio (receitas) pago para a operadora.

O objetivo desse cálculo é obter o percentual que aponta a utilização do plano por parte dos beneficiários. Cada operadora estabelece o valor que considera aceitável, que normalmente gira em torno de 70% a 75%, e, quando esse percentual ultrapassa o limite acordado, os valores de mensalidade a serem pagos pela empresa podem se elevar acima do índice da inflação.

Controlar esses valores é uma responsabilidade da área de Recursos Humanos, na qual os planos de saúde representam o segundo maior gasto — perdendo somente para a folha de pagamento.

Dessa forma, acompanhar de perto a sinistralidade do plano de saúde é essencial para melhorar os resultados do RH e garantir um bom desempenho financeiro ao negócio.

Para facilitar essa missão, elaboramos este post com 4 dicas essenciais para reduzir a sinistralidade do plano de saúde nas empresas. Continue lendo!

1. Orientar sobre o uso racional do plano de saúde

O primeiro passo para garantir que o plano seja utilizado da forma correta, é orientar e estimular seus funcionários a utilizarem as coberturas do plano de maneira consciente.

Para que isso seja possível, é interessante elaborar panfletos e promover palestras sobre o assunto. Esses meios permitem explicar como esse sistema funciona e demonstrar a importância de seu uso responsável.

Outra alternativa é adotar um plano de saúde com coparticipação, no qual uma parcela do pagamento é transferida ao beneficiário. Esse procedimento costuma incentivar a racionalização dos sinistros.

2. Apostar na adoção de medidas preventivas

Confirmando o ditado que diz que “é melhor prevenir do que remediar”, adotar medidas preventivas auxiliam bastante na diminuição da sinistralidade do plano de saúde. Afinal, os tratamentos para problemas de saúde mais graves são mais caros.

Portanto, é recomendado estimular hábitos de vida saudáveis. Esse tipo de comportamento não só reduz os sinistros, mas também aumenta a disposição e motivação dos funcionários.

Também é interessante investir em programas que promovam saúde, bem estar e qualidade de vida no trabalho. Ginástica laboral, campanhas de vacinação, meditação Mindfulness e até mesmo a valorização de programas públicos são alguns bons exemplos que podem ser implementados.

3. Considerar o perfil dos colaboradores

Mapear o perfil dos seus funcionários é importante na diminuição dos sinistros. Levar em conta as particularidades médicas de cada um pode facilitar o planejamento e a implementação dos programas de saúde.

Separá-los em grupos de risco ou de doenças também ajuda a prevenir problemas maiores. Por exemplo, colaboradores com quadro de hipertensão podem ter sua pressão arterial medida com uma frequência regular, assim como colaboradores diabéticos podem ter uma dieta diferenciada oferecida no refeitório da empresa.

Assim, a saúde da equipe pode ser monitorada de perto e conforme suas necessidades específicas, prevenindo maiores complicações e tratamentos mais onerosos.

4. Obter dados sobre a utilização dos beneficiários

A coleta de dados auxilia na redução da sinistralidade do plano de saúde, ao permitir a análise de como os beneficiários estão utilizando o plano. Os dados também contribuem para a tomada de decisões estratégicas no negócio.

Saber manusear e interpretar as informações é um outro ponto relevante. Para tal, a elaboração de relatórios gerenciais é uma boa opção.

Vale lembrar que esses dados devem ser confiáveis e refletir a realidade da utilização do plano, para que todas as ações que se embasam neles sejam tomadas com exatidão. Portanto, invista em uma fonte de informações segura e de qualidade.

Nos últimos anos, os percentuais de reajuste aplicados nos planos de saúde coletivos empresariais têm se mostrado bem altos, acima dos dois dígitos. Isso pode ser pior ainda em empresas com mais de 30 funcionários, nas quais o reajuste é negociado diretamente com a operadora/seguradora, sem intermediação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Por isso, é muito importante controlar a sinistralidade do plano de saúde, a fim de evitar gastos excessivos ao negociar o reajuste. Adotar algumas medidas que auxiliam na redução desse percentual pode ser a chave para melhorias significativas em sua gestão de RH!

Esse artigo ajudou você a entender como reduzir a sinistralidade do plano de saúde em sua empresa? Aproveite para compartilhá-lo em suas redes sociais e ajude seus amigos a também esclarecerem suas dúvidas!