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Quais são as principais causas da baixa produtividade dos funcionários?

Certamente, você já sabe que o maior patrimônio de sua empresa é a equipe que a mantém funcionando. Mas, o desempenho dos funcionários tem sido o melhor ou a baixa produtividade está caracterizando seus resultados?

Quando as respostas estão aquém do que poderiam ser, é preciso avaliar as possíveis causas e agir sobre elas. Nem sempre a origem das possíveis falhas está na equipe, mas na ausência de iniciativas capazes de elevar o patamar de resultados da empresa.

Descubra quais são as principais causas de baixa produtividade e saiba o que você deve fazer para corrigi-las.

Principais causas de baixa produtividade

Por trás da baixa produtividade de uma empresa sempre existem causas que podem ser avaliadas para sua correção. Conheça as principais.

Desgaste físico e emocional

O desgaste físico e emocional dos funcionários, quando originado no ambiente de trabalho, deve ser objeto de atenção cuidadosa, pois tende a ser cumulativo, como no caso de excesso de horas extraordinárias. A atividade laboral realizada pode ser extenuante fisicamente, enquanto as questões emocionais podem estar relacionadas ao clima organizacional da empresa.

Por sua vez, questões pessoais relacionadas à família ou à estabilidade financeira do colaborador costumam resultar em queda significativa de seu desempenho. Do mesmo modo, a saúde emocional abalada acaba se traduzindo em manifestações físicas limitantes da capacidade laboral do funcionário.

Atuação na função errada

Quando um colaborador não consegue dar o melhor de si por estar na função errada, é provável que aí resida uma das causas do absenteísmo e de baixa produtividade. Assim, deixar de promover uma otimização do perfil profissional dos membros de sua equipe pode trazer como resultado o baixo desempenho.

Às vezes, não se trata de uma função errada, mas do fato de não estar na posição em que os resultados seriam bem melhores. Avaliações periódicas, nesse sentido, serão de grande valia.

Aumento do estresse no ambiente de trabalho

O estresse no trabalho pode ter origem no volume de responsabilidades requeridas do funcionário, por exemplo. Da mesma forma, também nos prazos muito curtos para os resultados esperados. Como consequência, os erros tornam-se mais frequentes, assim como são tomadas decisões equivocadas, resultando em perda de produtividade.

No entanto, o clima organizacional pode agir como atenuante ou agravante dessas situações estressantes. Um ambiente competitivo, em que as relações não se caracterizam pela motivação e pelo entrosamento da equipe, agrava o estresse do trabalho.

Liderança ineficiente

As fragilidades da liderança se refletem na equipe e afetam drasticamente os resultados. A ineficiência do líder na gestão de sua equipe, quando permanece, retroalimenta seus próprios efeitos negativos.

É assim, por exemplo, com a ausência de motivação sentida pelos funcionários. A falta de reconhecimento dos esforços da equipe limita essa dedicação maior, levando à queda de produtividade. Os resultados negativos desmotivam ainda mais os colaboradores.

Problemas na comunicação interna

A comunicação interna deve ser instrumento de agilização dos processos em uma empresa. Quando mal realizada, resulta em demora de respostas ou ausência da informação necessária.

Assim, a inexistência de mecanismos e de fluxos eficientes para a comunicação interna impede ou atrasa processos efetivos. Do mesmo modo, o uso incorreto dos instrumentos de comunicação como e-mail, telefone e celular também consome o tempo necessário à melhoria da produtividade.

Medidas a serem tomadas

A primeira iniciativa é proceder a uma avaliação dos resultados que a empresa vem obtendo. Em seguida, é importante realizar um diagnóstico das causas de possíveis perdas de produtividade. Com isso, pode-se definir quais sejam as medidas de correção aplicáveis, dentre as quais se destacam as seguintes:

Estabelecer metas e objetivos

Para que as metas estabelecidas reflitam na produtividade, elas devem estar afinadas com a estratégia da empresa. Ao mesmo tempo, devem ser realizáveis, bem definidas e com prazos bem específicos.

Uma boa gestão da equipe define claramente o papel de cada colaborador para o alcance dessas metas. O trabalho harmônico conduzido para uma mesma direção e com um objetivo comum permite mais facilmente alcançar as metas estabelecidas.

Capacitar os funcionários

A capacitação periódica dos colaboradores, por um lado, qualifica os funcionários para as atividades que desenvolvem e, por outro, permite a consolidação da filosofia da empresa, assim como dos procedimentos preconizados para aquelas atividades.

Por sua vez, treinamentos constantes melhoram a performance da equipe e reflete na melhoria da produtividade. Assim, o aprimoramento constante também ajuda a conduzir os resultados para os patamares mais elevados.

Engajar e motivar a equipe

Vestir a camisa é o termo utilizado no jargão das empresas. Mas, para existir esse engajamento dos funcionários, tão sonhado por toda liderança, é necessário que haja motivação.

Desse modo, motivar a equipe é essencial para que se manifeste a animação necessária, que faz cada um dar o melhor de si. A chave para isso encontra-se, primeiramente, na postura da liderança de saber ouvir a equipe.

Isso significa, portanto, prestar atenção no que é dito e ter sensibilidade para o que não é manifestado por palavras. Isso destaca o líder.

A partir desse estágio, o reconhecimento dos sucessos alcançados complementa a base para qualquer outra iniciativa com vistas à motivação. Mas, sempre, primeiro ouvir e reconhecer.

Revisar os processos de trabalho

Processos desorganizados ou com procedimentos ultrapassados podem frear o crescimento da produtividade. Assim, rever os fluxos das ações, assim como o perfil do colaborador encarregado de cada atividade permite aprimorar os resultados.

Para esse fim, um mapeamento de processos é capaz de identificar possíveis gargalos existentes, além de aprimorar o fluxograma em muitos casos. Nesse sentido, não deixe de fazer uso de ferramentas conhecidas como os diagramas de Pareto e de Ishikawa, assim como as técnicas 5S e 5W1H, entre outras.

Importância das ações periódicas

A produtividade de uma empresa resulta de fatores que devem estar atuando conjuntamente. As intervenções necessárias para que haja continuidade precisam ser periódicas. Para esse fim, as ações pontuais não são suficientes e podem iludir o gestor com resultados passageiros.

Finalmente, considere que pessoas e processos precisam ser revistos periodicamente, a fim de identificar pontos que podem ser aprimorados na direção da produtividade da empresa.

Agora, conhecendo as possíveis causas da baixa produtividade em sua empresa, assim como iniciativas para saná-las, você está pronto para avaliar e aprimorar os resultados de sua equipe.

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Como fazer a gestão dos afastamentos e benefícios previdenciários?

Cada vez que o colaborador de uma empresa precisa se afastar do trabalho por um problema de saúde ou acidente, há dois desdobramentos imediatos: é gerado um custo com o atendimento necessário para a sua recuperação e a organização experimenta uma perda com a interrupção na produtividade com a sua ausência.

Não é à toa, portanto, que a gestão de afastamentos tem recebido cada vez mais atenção pela área de Recursos Humanos, interessada em minimizar esses danos. Confira neste post algumas iniciativas que podem reduzir o impacto das ausências nos resultados da empresa.

Entenda a gestão de afastamentos

O absenteísmo – as ausências dos colaboradores ao trabalho por diferentes motivos – é um problema recorrente nas empresas brasileiras. O fenômeno gera, além de custos com tratamentos, consultas e medicações (quando a causa é acidente ou enfermidade), um custo ainda maior relativo justamente à quebra da produção.

Quando um colaborador se ausenta, seus colegas são sobrecarregados, os processos de trabalho se atrasam e a produtividade fica comprometida. Por isso é importante que a organização tenha uma visão clara dos motivos dos afastamentos, de forma que possa traçar estratégias para minimizar seus efeitos e prevenir sua ocorrência.

O controle dos afastamentos também se reflete nas obrigações previdenciárias da empresa. Mantendo sob controle o indicador chamado Fator Acidentário de Prevenção (FAP), a organização consegue também reduzir a alíquota do Seguro de Acidentes de Trabalho (SAT), por exemplo.

Nesse caso, um bom programa de gestão de SST pode ser crucial para a redução de custos relacionados ao RH.

Monitore os afastamentos

Mantenha um controle dos afastamentos registrados na empresa. Compile as causas, duração e qual a área ou função onde o fenômeno é mais recorrente. Assim você obtém subsídios para elaborar as estratégias de segurança e medicina do trabalho.

Os registros podem indicar, por exemplo, a quais riscos seus colaboradores estão expostos em cada função. Assim, ao identificar uma situação fora dos padrões no que se refere aos afastamentos, é possível elaborar ações direcionadas, agindo preventivamente.

Com o tempo você terá uma matriz de riscos na empresa, podendo elaborar estratégias de longo prazo, com excelentes resultados na redução dos afastamentos.

Incentive hábitos saudáveis

Promover o bem-estar e a qualidade de vida entre os colaboradores é uma boa medida para combater os índices elevados de afastamentos. As ações mais indicadas dependerão do perfil dos seus colaboradores, mas podem envolver, por exemplo, incentivos à alimentação saudável e à realização de atividades físicas.

Com essa medida é possível não apenas reduzir os afastamentos, mas também ampliar o engajamento e elevar a competitividade dos seus colaboradores.

Invista em sistemas de gestão de RH

O controle dos afastamentos tem hoje tanta importância para os resultados da organização que é absolutamente viável o investimento em ferramentas e estruturas de apoio para que ele se concretize.

O uso de softwares para auxiliar nos processos da área é uma medida extremamente útil, bem como o suporte de uma consultoria especializada na gestão da saúde corporativa.

E na sua empresa, a gestão de afastamentos está sob controle? Entre em contato conosco e saiba com podemos ajudá-lo a aprimorar esse e outros processos da área de RH.

7 maneiras de valorizar o funcionário e aumentar sua qualidade de vida

O sucesso de toda empresa é resultado do trabalho das pessoas que a constituem — o chamado patrimônio humano. E pessoas, por natureza, precisam sentir-se reconhecidas pelo que fazem, não importa o salário que recebam. Assim, valorizar funcionário deve ser item obrigatório na gestão de uma empresa em ascensão.

Colaboradores motivados e com elevada autoestima são capazes de produzir mais e melhor. Mas, para isso, precisam sentir-se valorizados, assim como dispor da qualidade de vida necessária ao seu bom desempenho.

Conheça 7 maneiras de valorizar sua equipe e descubra como os resultados podem ser benéficos para todos.

1. Dar feedback

Uma das maiores forças que trabalham pela motivação de um grupo é o reconhecimento. Essa simples postura de uma liderança efetiva consiste em reconhecer, sobretudo, a existência do colaborador como tal.

Não se trata apenas de elogiar um sucesso alcançado, mas de valorizar o pertencimento à equipe e o trabalho desenvolvido, tanto quanto os grandes resultados obtidos. E, nesse sentido, dar feedback para os colaboradores constitui o reconhecimento de que são um time e, como tal, devem estar sempre informados daquilo que estão construindo dentro da empresa.

Considere, no entanto, a estratégia mais adequada para esse feedback — em especial, quando não se tratar de boas notícias. Assim, avalie o momento e o local para fazê-lo, mas mantenha sua equipe informada.

2. Oferecer benefícios empresariais

Um elenco de benefícios atrativos para os colaboradores pode ser mais significativo para a fidelização de talentos do que o próprio salário. Por exemplo, leve em conta a importância para os funcionários e para o clima organizacional de uma oferta de benefícios como:

Na verdade, essa é a forma mais efetiva de reconhecimento e de valorização do colaborador. Além disso, um plano de benefícios consistente se transforma em um instrumento capaz de consolidar qualidade de vida para todos os beneficiados.

Outras iniciativas complementares podem aprimorar ainda mais o processo de valorização por meio de outros incentivos, como cestas básicas, viagens e flexibilização do horário de trabalho.

3. Dar voz aos funcionários

 Dar voz para a equipe é uma das formas mais imediatas de valorização de todos os colaboradores da organização. Para isso, crie rotinas nas quais todos sejam convidados a se manifestarem sobre assuntos diversos a eles pertinentes.

Peça ideias e sugestões para aprimoramento do trabalho ou para o alcance das metas estipuladas, e deixe claro de quem veio cada ideia ou sugestão. Faça a mesma coisa com relação ao ambiente organizacional, de modo a desenvolver um clima mais leve e cooperativo.

Assim, procure valorizar os aproveitamentos das ideias apresentadas que ocorrerem, mas incentive a contínua manifestação de todos. Deixe claro que essa participação é importante para a equipe e para a própria empresa, e não uma iniciativa pontual e isolada.

Dialogue com as pessoas, conte experiências e ouça os relatos de cada uma. Nesse sentido, dê especial atenção às manifestações individuais que ocorrerem — e crie um espaço para que isso aconteça, de fato.

4. Oferecer treinamentos para aperfeiçoar as habilidades

Para um colaborador em atividade, é importante perceber que está avançando em conhecimento e experiência, isso é, que não está estagnado no tempo. Por essa razão, ofereça oportunidades de aprimoramento por meio de treinamentos específicos e aproveite-os em novas atividades, sempre que possível.

A capacitação dos funcionários melhora a autoestima, a sensação de perspectiva e, quase sempre, resulta em melhor produtividade. Mas, com certeza, é uma boa maneira de valorizar a equipe.

Escolhendo frentes específicas onde existe demanda para a empresa, você pode facilmente alcançar os dois objetivos. Vale a pena gastar um tempo planejando essas oportunidades de crescimento e aperfeiçoamento das habilidades dos funcionários.

5. Celebrar as conquistas

Alcançar metas anteriormente estabelecidas sempre deve ser comemorado. Além de atestar o reconhecimento pela conquista, essa atitude acrescenta valor ao resultado medido.

Mesmo as pequenas conquistas, quando são comemoradas, preparam o terreno para outros sucessos, porque estimulam novos desafios. É um ciclo que se retroalimenta.

Ao oferecer novos desafios, você mostra à sua equipe que confia na sua capacidade de realização — esse voto de confiança da liderança é um elo forte quando cultivado e faz a equipe se sentir valorizada.

Dessa forma, considere incorporar as celebrações das conquistas na rotina da empresa. Essas ocasiões se constituirão em uma ótima oportunidade para manifestações de agradecimento pelos esforços empreendidos e para consolidar o bem-estar corporativo.

6. Envolver os colaboradores na tomada de decisão

Uma forma do gestor demonstrar confiança em relação à sua equipe é fazer com que ela se envolva nos momentos de decisão. Não se trata apenas de dividir responsabilidades, mas de confirmar a confiança que ele deposita em seu time.

Assim, pedir a opinião ou solicitar que se dê uma olhada em alguma questão que pretende resolver denota reconhecimento no valor dos demais. Atitudes dessa natureza, quando corriqueiras, aumentam o entrosamento e a sensação de valorização.

Para o gestor, existem algumas vantagens de se adotar essa postura: mais cabeças pensando sobre o mesmo problema. Com isso, ganha-se tempo, e boas ideias podem ser aproveitadas.

7. Mostrar confiança na equipe

O voto de confiança dado pelo gestor à sua equipe, como visto antes, é um forte agente de valorização. Essa atitude, no entanto, pode ter resultados ainda mais intensos quando os membros da equipe são procurados individualmente.

Nesse sentido, conversar separadamente com cada um e reconhecer as habilidades pessoais é uma boa prática. Delegar atribuições nessa hora, em razão das próprias virtudes ou qualidades que o colaborador apresenta, pode trazer gratas surpresas.

Lembre-se que a confiança individualizada valoriza ainda mais o funcionário — é um reforço dado em cada tijolo da construção.

Além dessas iniciativas, leve em conta a importância de respeitar o horário livre do funcionário. Evite, a todo custo, ocupar um colaborador nos seus horários de descanso. Esse respeito também é uma grande demonstração de valorização de sua equipe.

Com essas dicas, você pode avaliar as possibilidades de valorizar funcionário, fortalecer a equipe e, junto com os demais, colher os frutos.

Gostou deste post? Então, você vai querer conhecer os seguros essenciais para os funcionários de sua empresa!

Entenda o conceito e a funcionalidade da matriz de risco

A matriz de risco é uma ferramenta muito utilizada para analisar os riscos de projetos ou áreas dentro de uma empresa. Ela possibilita visualizar os níveis de prioridade no tratamento dos riscos e influenciam na tomada de decisão dos profissionais.

É um recurso fundamental para a gestão de riscos de uma empresa. Pois, contribui para a criação de mecanismos que visam prevenir possíveis falhas que afetem de forma negativa os resultados organizacionais.

Mas você sabe como construir uma matriz de risco e como ela funciona? Não se preocupe! Preparamos este post para ajudar você! Mas antes veja o que é uma matriz de risco e como ela é útil na gestão de riscos.

O que é matriz de risco e qual a sua importância para a empresa?

Assumir e gerenciar os riscos dentro de uma empresa é um dos fatores determinantes para o seu sucesso. Ao passo que todas as atividades empresariais envolvem riscos, os profissionais devem estar aptos a avaliar e mensurar os riscos envolvidos em uma decisão.

Portanto, realizar uma gestão de riscos eficiente é essencial para a empresa. Mas o que é gestão de riscos? É um processo sistemático de identificar, analisar e responder aos riscos, sempre buscando obter vantagem e contribuir para manutenção da qualidade de vida no trabalho.

A gestão de riscos envolve a identificação das ameaças, a análise de probabilidade de ocorrência, criação de um plano de contingência e o controle delas. Nesse contexto, a matriz de risco é uma ferramenta que pode ser utilizada para analisar os riscos de várias naturezas.

Nessa matriz, eles são tabulados de maneira clara e ordenada para facilitar a sua identificação, além da maneira que eles podem afetar a empresa, tantos em termos de frequência quanto em termos de impacto.

Uma matriz de risco é mais do que uma simples ferramenta, pois saber como prevenir problemas, a partir de sua aplicação, é essencial para manter uma empresa saudável e em perfeito funcionamento.

Ela impacta de maneira positiva na satisfação dos colaboradores, em sua produtividade e, consequentemente nos resultados organizacionais. Veja como ela funciona no próximo tópico!

Como a matriz de risco funciona?

Na matriz de risco, o nível é definido pela composição das variáveis de frequência e de impacto associadas aos fatores de riscos. É adotada uma classificação qualitativa para essas variáveis.

Na classificação de frequência, os níveis de impacto são definidos em raríssimo, raro, eventual, frequente e muito frequente. Pode ser composta pela atribuição de pesos que variam de 1 a 5.

Na classificação de impacto, os níveis são muito baixo, baixo, médio, alto e grave. Já os pesos também variam de 1 a 5. Por exemplo, os riscos, em ambas categorias, com os pesos mais elevados indicam a necessidade de controle mais rígidos.

Para avaliar a severidade dos riscos identificados, é possível combinar a matriz de risco com a matriz de avaliação. Ela combina três cores: vermelho, amarelo e verde que correspondem, respectivamente, risco alto, moderado e baixo.

A matriz de avaliação demonstra o nível de importância dos riscos, permitindo avaliar os níveis de controle de cada um deles. A zona vermelha significa impacto e possibilidades de ocorrências grandes e a zona verde tem resultados contrários.

Na análise dos riscos deve-se levar em consideração o tempo. Por exemplo, deve-se considerar a sua ocorrência. Se é no futuro próximo ou mais remoto. Isso significa que as suas prioridades são diferentes. Um exige uma resposta imediata e o outro, pode ser tratado mais tarde.

Cabe lembrar também, que há dois tipos de riscos: os adversos e os favoráveis, que são as oportunidades.

Como implementar a matriz de risco na empresa?

1. Liste os principais riscos

O primeiro passo é identificar todos os riscos que podem afetar um projeto ou uma área da empresa. As fontes de informação podem ser o plano de gestão de risco existente, informação histórica dos riscos ocorridos ou opinião de especialistas ou gestores e colaboradores.

As ferramentas e técnicas de quantificação dos riscos mais utilizadas são entrevistas, criação de possíveis cenários, métodos analíticos e árvore de decisão. Os componentes dos riscos são causa, evento e consequência.

Por exemplo, devido a incapacitação de profissionais na área de segurança, poderá acontecer situações em que os colaboradores não saberão como agir, o que poderá levar à escolhas erradas durante os procedimentos, impactando na perda de tempo e dinheiro.

2. Monte a matriz de cada risco

O passo seguinte é a criação de uma matriz de risco, onde cada um deles será avaliado. Faça uma análise do nível de frequência, impacto e prioridade de acordo com os pesos.

Você pode criar uma tabela para cada variável, a fim de observá-las individualmente. Ou montá-la com todas as variáveis e fatores de risco juntos para comparar os resultados.

Relembre como a matriz de risco funciona no tópico anterior. Depois prossiga para o próximo passo.

3. Trace medidas para evitar os riscos

prevenção é a melhor forma de se obter bons resultados. Então, está na hora de traçar as medidas que diminuirão ou limitarão os riscos. Bem como definir a periodicidade na aplicação dessas correções.

Nessa etapa desenvolva planos de reação aos riscos identificados e avaliados. A melhor maneira de prevenir é a criação de meios para reduzir o risco, como guia de boas práticas, automatização, treinamentos e simulações, checklist etc.

4. Realize um acompanhamento constante

Chegamos ao último passo para a implantação de uma matriz de risco. Depois de traçar as medidas, é preciso realizar um acompanhamento constante para controlá-los.

O processo de identificação, avaliação e desenvolvimento de respostas aos riscos permite, além de combatê-los, manter os planos de contingências atualizados e prontos para serem implementados.

Erros e falhas são inevitáveis, mas podem ser minimizados. Para isso é preciso realizar um diagnóstico, criar estratégias para se antecipar e gerir os riscos e tratá-los por meio de ações corretivas. Esse é um processo contínuo e dinâmico. Para garantir a precisão da matriz de risco conte com o auxílio de todos os envolvidos no processo.

Continue mantendo o ambiente de trabalho seguro, conhecendo os seguros essenciais para a sua empresa e assegura-a contra os potenciais riscos que ela possa sofrer.

Quais são as 3 as principais métricas para medir a eficiência da saúde corporativa?

Uma das preocupações fundamentais dos gestores dos programas voltados para o bem-estar dos colaboradores de uma empresa é como mensurar seus resultados e atestar o quão essencial é aquele investimento para a organização. Daí a importância da adoção de métricas de saúde corporativa.

Ter um quadro claro do resultado obtido com esses esforços é indispensável não apenas para reavaliar prioridades e planejar suas próximas etapas, mas também para comprovar o quanto os cuidados com o bem-estar são eficientes e podem impulsionar os resultados da empresa de forma geral.

Neste post, vamos apresentar algumas métricas que podem ser utilizadas para obter esse panorama dos resultados de um programa de saúde corporativa e mostrar qual a sua relevância. Confira!

Importância da gestão de saúde corporativa

Cuidar da saúde dos colaboradores da empresa deve ser, acima de tudo, uma ação preventiva. Identificar uma doença ainda no seu estágio inicial é mais proveitoso para a empresa, pois as possibilidades de tratamento são maiores e os impactos na produtividade do colaborador podem ser mais bem administrados. E também mais econômico.

A aplicação de medidas e iniciativas de prevenção sempre terá um custo menor do que as perdas ocasionadas por um período de afastamento gerado por uma doença. E aqui, não se deve pensar apenas no dia (ou nos dias) perdidos com a ausência. Um colaborador doente representa um ciclo de perdas importantes que não podem ser ignoradas.

Além da quebra na produtividade, há os gastos com plano de saúde, e outras despesas eventualmente envolvidas no tratamento. Também é preciso considerar o desgaste emocional do próprio colaborador, que terá reflexos negativos na sua produtividade.

Por isso é tão importante a chamada prevenção primária, quando se busca antecipar as patologias e atuar já em suas possíveis causas. Essa atuação envolve desde a proteção dos colaboradores contra fatores de risco ligados aos seus hábitos de vida até a proteção contra fatores ligados à sua atividade na empresa.

Prevenção em vários estágios

A proteção dos indivíduos contra patologias que possam ter reflexos em seu desempenho profissional deve envolver uma rede que atua em diferentes estágios, para assim poder antecipar a doença ou tratá-la da forma mais adequada.

prevenção primária, que citamos acima, é importante para identificar os fatores propícios para a instalação de um problema ou patologia, atuando de forma a preveni-los.

Em um nível mais avançado, com a doença já instalada, o diagnóstico precoce é importante para que se desenvolvam ações que permitam reduzir o tempo e as despesas com o seu controle. Quando isso não ocorre, é preciso atuar no tratamento da enfermidade e na redução de seus danos, o que inclui a gestão do tempo de afastamento do trabalho.

Todos esses níveis de atenção devem ser acompanhados de instrumentos para dimensionar os impactos que as enfermidades provocam tanto no colaborador quanto na produtividade da equipe. Esse é o objetivo das métricas de saúde corporativa, uma etapa fundamental na gestão de saúde. Afinal, o que não é medido, não é gerenciado.

Confira a seguir algumas métricas para acompanhar a saúde corporativa em sua empresa.

1. Índice de absenteísmo

O absenteísmo refere-se aos períodos em que os colaboradores se ausentam do trabalho, interrompendo ou prejudicando a produção da empresa. Trata-se de um dos grandes desafios da área de RH, pois quando é elevado, gera um considerável prejuízo à organização.

Entre os efeitos do absenteísmo estão a sobrecarga dos demais integrantes da equipe desfalcada e eventuais custos para reposição do colaborador ausente.

Os problemas de saúde estão entre as principais causas do absenteísmo. E isso inclui tanto as patologias ocasionadas ou agravadas pelo próprio trabalho quanto aquelas doenças crônicas ou resultantes de fatores externos, mas que não recebem o devido tratamento por parte do colaborador.

Nos dois casos é importante que a área de recursos humanos identifique e quantifique exatamente o que motivou a ausência. Trata-se de um insumo indispensável para avaliar a eficácia das políticas de promoção da saúde já adotadas e identificar oportunidades de aprimoramento dessas ações.

2. Sinistralidade do plano de saúde

Outro indicador que mostra com clareza a eficácia dos programas voltados à qualidade de vida e ao bem-estar dos colaboradores é o índice de sinistralidade do plano de saúde. Ele mostra a relação entre os atendimentos realizados aos segurados (consultas, exames e demais procedimentos) e o valor pago pela empresa à operadora para garantir o benefício.

O índice de sinistralidade é um dos balizadores dos preços aplicados no plano de saúde. Quanto mais os colaboradores utilizarem o plano, e quanto mais complexos forem os atendimentos, maior será o reajuste aplicado pela operadora na renovação do contrato.

Além desse reflexo direto nos custos da empresa, a sinistralidade elevada pode indicar que os colaboradores estão excessivamente expostos a riscos e que as medidas preventivas implementadas pela empresa não têm surtido os efeitos esperados.

3. Satisfação dos colaboradores

Uma pesquisa de satisfação interna oferece mais um bom indicador sobre como está a saúde dos colaboradores e sobre qual a eficácia dos programas de promoção da saúde de uma organização.

Entre os diversos fatores que influenciam o colaborador no momento de avaliar qual o seu nível de satisfação com o trabalho, a saúde e qualidade de vida está entre os mais importantes. Quando o ambiente, a pressão ou outros fatores relacionados à sua atividade causam prejuízos à saúde, fatalmente isso vai se refletir na sua satisfação.

Além disso, quando os colaboradores se sentem acolhidos e amparados pela empresa por meio de programas direcionados à sua qualidade de vida ou de benefícios focados na saúde, naturalmente seu nível de satisfação cresce. Isso resulta em um aumento na motivação e engajamento.

Lembre-se de que, mais do que simples benefícios, as ações que visam à manutenção da saúde dos profissionais são uma forma de investir na manutenção da produtividade e da competitividade da empresa.

Estas são algumas das métricas de saúde corporativa que sua empresa pode utilizar para avaliar a eficácia de suas ações de promoção do bem-estar dos seus colaboradores.

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Por que fazer o mapeamento da saúde dos funcionários? Entenda!

Você quer implementar ações que promovam a saúde e o bem estar dos seus colaboradores. Mas sabe por onde começar? Entende quais são as principais necessidades da equipe nesse aspecto?

O mapeamento da saúde dos funcionários pode ser o seu maior aliado nesse sentido. Isso porque esse processo revela indicadores poderosos sobre o perfil da sua equipe e as estratégias mais eficientes para a sua organização.

Então, que tal continuar a leitura e descobrir mais sobre o assunto?

O que é e como funciona o mapeamento da saúde dos funcionários?

O mapeamento da saúde dos funcionários nada mais é do que uma forma de acessar os principais indicadores de saúde e comportamento relacionados a esse conceito dos seus funcionários — tanto dentro quanto fora da empresa. Portanto, é uma forma de entender como está a saúde da equipe e qual o padrão de cuidado que cada colaborador tem consigo.

Para isso, são utilizadas algumas estratégias específicas. A principal delas é um questionário desenvolvido especialmente para o mapeamento da saúde dos funcionários.

Esse questionário contém perguntas sobre os hábitos alimentares de cada membro da equipe,prática de atividades físicas, vícios e padrão de consumo de álcool, histórico familiar relacionado a doenças (como diabetes), assim como a percepção do colaborador sobre a própria saúde. Além disso, você pode incluir mais perguntas de acordo com as necessidades da empresa.

O questionário pode ser aplicado presencialmente ou de forma virtual. A primeira maneira possibilita uma conversa mais aberta com o funcionário, de forma a acessar também elementos psicológicos e emocionais relacionados à saúde. Já a segunda maneira permite que o colaborador responda o questionário rapidamente e de qualquer lugar, economizando recursos e tempo.

Outras estratégias também podem ser analisadas, tanto no questionário quanto com a contratação de uma equipe especializada. Esse é o caso de níveis de glicemia no sangue, IMC, pressão arterial, peso, altura, entre outros.

Tudo isso faz parte de um mapeamento da saúde dos funcionários eficiente e eficaz, gerando uma série de insumos para a sua empresa.

Qual a importância do mapeamento da saúde dos funcionários?

Como você já deve ter percebido, o mapeamento da saúde dos funcionários pode ser uma ferramenta muito importante para a sua empresa.

Isso porque já foi constatado que colaboradores saudáveis são mais motivados e produtivos. Além disso, as empresas, atualmente, tendem a não se preocupar apenas com o desempenho dos colaboradores no ambiente de trabalho, considerando o funcionário como uma pessoa completa — que possui desejos e necessidades individuais.

Diante desse cenário, é importante criar uma cultura de saúde na empresa, encorajando a equipe a adotar comportamentos e práticas positivas para a vida, dentro e fora do trabalho. Nesse aspecto, o mapeamento é uma ferramenta extremamente importante.

Ela permite que você conheça melhor a equipe, identificando os padrões de comportamento predominantes na empresa. Além disso, é possível fazer um diagnóstico sobre a condição física dos colaboradores como um todo, entendendo melhor quais são os principais pontos de atenção e criando as melhores estratégias para a equipe.

  A ferramenta permite, assim, entender onde é necessário concentrar esforços e quais são as principais ações a serem implementadas para uma cultura de saúde na companhia.

Além disso, o mapeamento pode servir como uma forma de levar a equipe a refletir sobre o próprio comportamento. Isso porque existem hábitos que podem passar despercebidos para determinados profissionais, mas afetar a sua saúde como um todo. Durante o mapeamento, ele pode perceber esses elementos e, antes mesmo de qualquer ação da empresa, começar a trabalhar para modificá-los.

Quais são os benefícios do mapeamento da saúde?

O mapeamento da saúde traz uma série de benefícios, tanto para a empresa quanto para o colaborador. Leia os itens e entenda agora as principais vantagens!

Melhoria da saúde dos colaboradores

O mapeamento da saúde dos funcionários faz parte de uma estratégia maior de implementação de uma cultura de saúde na empresa. Dessa forma, ele traz impactos positivos para o colaborador, permitindo que as condições físicas e psicológicas de todo o time de funcionários melhorem.

Aumenta a satisfação da equipe

Quando você investe em saúde, investe na equipe como um todo. Os funcionários percebem isso e, dessa forma, sentem-se mais valorizados. Isso é um dos fatores que pode aumentar os níveis de satisfação dos colaboradores com a empresa.

Reduz gastos para a empresa

Os gastos com colaboradores afastados devido a problemas de saúde são um dos grandes custos de um empreendimento. Com o mapeamento e a melhoria das condições de saúde da equipe, você é capaz de reduzir o índice de afastamento e absenteísmo, reduzindo também os gastos.

Potencializa os resultados

Colaboradores mais saudáveis, motivados e satisfeitos produzem mais. Isso significa que o mapeamento da saúde dos funcionários pode potencializar os resultados do negócio.

Como uma empresa especializada pode ser sua aliada no mapeamento da saúde dos funcionários?

Existem empresas especializadas em saúde dos trabalhadores. Elas lidam com diferentes companhias, como a sua, e trabalham para resolver problemas semelhantes aos seus.

Dessa forma, essas empresas podem ser grandes aliadas no mapeamento da saúde dos funcionários. Isso porque contam com colaboradores experientes e capacitados para realizar esse processo com eficiência.

Além disso, evita que os seus funcionários tenham que dedicar um tempo específico para tal atividade. Desa forma, os seus colaboradores podem continuar focados nas atividades diárias da empresa com a garantia que um mapeamento de qualidade será realizado na organização.

O mapeamento da saúde dos funcionários vem ganhando cada vez mais espaço nas organizações. Essa ferramenta faz parte, como dito anteriormente, da criação de uma cultura de saúde dentro da empresa, melhorando as condições físicas e psicológicas do time de colaboradores. Além disso, traz uma série de benefícios, tanto para o funcionário quanto para o negócio. Portanto, ele pode ser um grande aliado na hora de criar um diferencial competitivo para a sua empresa e, com isso, destacar-se perante o mercado.

Então, que tal encontrar em contato com a Almanza agora mesmo? Aproveite e confira todas as soluções em saúde do trabalhador que temos para oferecer para o seu negócio!

Conheça os 6 erros mais comuns na gestão de obras

Para que seja bem-sucedida, uma construção requer planejamento. No entanto, em razão de erros na gestão de obras (que costumam ser comuns), nem sempre as coisas são mantidas sob controle.

De modo geral, essas falhas alteram o cronograma da obra e impactam o planejamento financeiro, trazendo custos maiores — quando não provocam prejuízos. É preciso, portanto, conhecer tais fragilidades e saber como superá-las.

Quer ver quais são os 6 erros mais comuns na gestão de obras e aprender a evitá-los? Continue a leitura deste artigo!

1. Descuido com a segurança dos funcionários

O descuido com a segurança no canteiro de obras não é apenas um erro de gestão, mas uma infração facilmente percebida pela fiscalização. Por isso, o cuidado com as condições no ambiente laboral deve ser sempre redobrado pela empresa e pelos funcionários.

Nesse sentido, é preciso considerar especialmente a utilização dos equipamentos de proteção individual (EPIs). Na verdade, deve haver um controle do fornecimento e do emprego adequado do EPI para cada trabalhador.

Para tanto, o gestor deve disponibilizar o equipamento, instruir sobre seu uso e fomentar a utilização. Na verdade, todo esse empenho precisa incluir ainda uma cobrança permanente, capaz de promover o efetivo emprego do EPI apropriado.

De modo geral, é recomendado seguir o roteiro abaixo para garantir a segurança no canteiro de obras:

  • planejar a segurança do local antes do início do trabalho;
  • considerar as previsões das normas de segurança;
  • capacitar a equipe;
  • promover a cultura da prevenção de acidentes;
  • fazer uma precisa gestão dos EPIs necessários e fornecidos.

2. Comunicação inadequada com a equipe

O sucesso da gestão de um canteiro de obras requer comunicação eficiente entre o responsável e sua equipe, assim como das diversas áreas entre si. Considere que existe uma diversidade de atividades, mas todas devem seguir no mesmo sentido para alcançar o objetivo em comum.

Para obter esse resultado, é preciso manter a harmonia do conjunto — o que requer boa comunicação. Isso é imprescindível sobretudo quando existirem dúvidas ou dificuldades que possam afetar o bom andamento dos trabalhos.

Podemos afirmar, portanto, que saber a quem se reportar a partir de canais claramente definidos é importante. Porém, fazer a informação fluir e propiciar as respostas necessárias são cuidados prioritários.

Considere que a comunicação, quando é falha, pode favorecer o aparecimento de um clima ruim no ambiente de trabalho. Como resultado, há a possibilidade de ocorrerem quedas na produtividade e tomadas de decisões equivocadas.

3. Descumprimento do cronograma

Uma das principais falhas no segmento da construção civil é o atraso na entrega de uma obra. O descumprimento do cronograma operacional (existe também um financeiro) geralmente está na raiz do problema.

Não se pode desconsiderar a possibilidade do surgimento de fatores externos capazes de afetar o andamento dos prazos inicialmente previstos. Mas mesmo o clima e a demora na entrega por parte de um fornecedor, por exemplo, devem ser levados em conta durante a elaboração do cronograma.

Dessa forma, o planejamento da obra precisa considerar prazos realizáveis, assim como prever circunstâncias contrárias. Uma vez definido, o cronograma tem que ser seguido. Para tanto, todo empenho deve ser aplicado a fim de evitar sua compensação com o uso de um horário extraordinário.

4. Falta de controle do material

Receber o material no canteiro e descuidar-se de sua gestão é uma falha comum durante as obras. O mesmo se aplica àquilo que está em uso e ao que já foi utilizado.

Quando existe a má gestão do estoque, pode ocorrer um maior número de perdas. Esse fato, por si só, aumenta a demanda por material acima do previsto, além do desperdício que comumente é observado.

O resultado que se obtém nesses casos é um significativo aumento no custo real da obra, muitas vezes ultrapassando as previsões do planejamento financeiro. Por essa razão, além do cuidado na gestão, a capacitação da equipe é essencial para que sejam evitadas perdas de tal natureza.

As iniciativas necessárias a um bom controle de material podem ser assim resumidas:

  • planejamento da demanda;
  • treinamento do pessoal para a utilização;
  • gestão organizada e eficaz do estoque;
  • acompanhamento do consumo.

5. Ausência de controle financeiro

Um controle eficiente começa com o planejamento adequado e a elaboração do respectivo cronograma financeiro. Este último documento, por sua vez, consiste na programação do desembolso de dinheiro para o pagamento das diversas despesas envolvidas na obra.

Assim, desde o pagamento dos trabalhadores até a aquisição dos insumos, o cronograma financeiro é a base para o controle dos gastos em uma construção. Além disso, existem os custos indiretos, que não podem ser desconsiderados.

A gestão financeira da obra deve levar em conta as despesas efetuadas diariamente, mantendo as informações sempre em referência às previsões do planejamento. Embora a fórmula seja simples (“não se pode gastar mais do que se tem”), na prática é bem comum que haja um avanço das previsões e os gastos superem aquilo planejado.

Sem um adequado controle financeiro, a situação de inadimplência com fornecedores e a dificuldade de pagamento da folha de pessoal serão sempre sombras capazes de inviabilizar a conclusão da obra. Tais riscos precisam ser evitados com muito cuidado.

6. Perda do escopo do projeto

Por mais experiente que seja o gestor da obra, não se pode perder o escopo do projeto ou afastar-se de suas previsões originais. Isso significa que é essencial manter o foco. Por vezes, o excesso de autoconfiança induz a um desvio de estratégias, podendo ocasionar retrabalhos e perdas de material.

Para que o resultado seja o sucesso pretendido, os diversos projetos que compõem a obra precisam estar harmonizados. Não se afastar do escopo dessas previsões estruturais, da hidráulica e da elétrica, entre outros, é fundamental para alcançar o objetivo do trabalho.

Assim, na ocorrência de dúvidas quanto ao projeto, uma boa discussão com os diversos setores envolvidos pode esclarecê-las e mostrar o melhor caminho. Nesse sentido, como já apontado anteriormente, a comunicação precisa fluir com facilidade.

Com as dicas acima, você pode evitar os erros na gestão de obras que comumente são observados. Vale a pena levá-las em consideração!

Nosso artigo foi útil para sua rotina de trabalho? Então, aproveite e conheça agora o seguro para riscos de engenharia!

Como evitar prejuízos com imprevistos empresariais? Descubra agora!

Quem atua como gestor de um negócio sabe como essa tarefa é difícil no dia a dia, tanto na contratação de funcionários como no controle dos processos e na tomada de decisões. Isso porque, em muitos casos, a saúde financeira da empresa fica à mercê de situações que podem fugir do controle da chefia. Nessas horas, então, estar preparado para agir e reduzir os impactos é fundamental.

Mesmo com uma estratégia de atuação baseada em planejamento e eficiência, não é fácil se livrar de imprevistos empresariais, inerentes à natureza da atividade empreendedora. Ainda assim, há formas de evitar o surgimento de alguns deles. Quer saber como? Veja a seguir as principais eventualidades do mundo corporativo e como se preparar para cada uma delas!

Os mais comuns imprevistos empresariais

Quando falamos dessas eventualidades corporativas, pensamos logo naquelas ligadas ao mercado e às condições do setor — ou seja, o que nos foge ao controle. Bom, mesmo estas podem ser melhor controladas se houver um plano de gerenciamento eficiente. Mas elas não são as únicas. Vejamos mais algumas a seguir.

Acidentes de trabalho

Esse item é deixado de lado em muitas organizações por ser considerado um custo extra, desnecessário. No entanto, investir na medicina do trabalho pode significar menos absenteísmo, custos menores com licenças médicas, melhora na qualidade de vida dos funcionários e mais motivação e produtividade no dia a dia corporativo.

Esse investimento também deixa a empresa preparada para atuar em casos de acidentes de trabalho. Veja o que é considerado pela legislação vigente nesse sentido:

  • doenças desencadeadas pela atividade exercida pelo funcionário no exercício da função;
  • acidentes ocorridos durante o expediente do indivíduo dentro do ambiente da organização;
  • acidentes que acontecerem durante o trajeto do funcionário entre a sua casa e o trabalho, se a distância e o tempo forem compatíveis com o percurso feito normalmente.

Investir nessa segurança do trabalho pode até ser considerado como mais um gasto para a empresa. Contudo, aquela que não cumprir a legislação pode ser multada, obrigada a pagar o Seguro de Acidente do Trabalho (SAT) e até levada à justiça por causas trabalhistas. Muito prejuízo, não é mesmo? Então, tenha um programa sólido de segurança do trabalho na sua empresa para minimizar esses imprevistos e garantir o bem-estar de todos!

Problemas com a responsabilidade civil

Situações como essa podem ocorrer para quem trabalha com a prestação de serviços a terceiros, como empresas de eventos, por exemplo. Nesse caso, os funcionários vão trabalhar nas dependências dos próprios clientes, provavelmente, com equipamentos de outros.

Isso significa que, quanto à responsabilidade civil, é preciso estar preparado para prejuízos financeiros causados graças a indenizações por danos materiais ou morais a clientes, funcionários ou fornecedores, mesmo que de forma involuntária. Nesses casos, contar com um bom seguro pode livrar você de uma grande conta a pagar, para o ressarcimento de quem quer que seja.

Danos ao patrimônio da empresa

A perda de materiais e equipamentos também pode representar um grande imprevisto empresarial, com grave prejuízo financeiro. Ela pode até colocar em risco a sobrevivência da companhia, a depender da situação. Você não quer ter esse tipo de eventualidade, não é mesmo? Vejamos em quais casos pode haver danos ao patrimônio:

  • roubos;
  • despesas emergenciais;
  • incêndios;
  • danos na parte elétrica ou na estrutura física da empresa;
  • acidentes com a frota;
  • catástrofes naturais;
  • vandalismo.

Quando há um incêndio, por exemplo, as empresas são obrigadas por lei a contratar um seguro para cobrir esse tipo de prejuízo. Sem ele, a organização pode ser multada e, em alguns casos, até ser impedida de funcionar, caso não cumpra a exigência. Dessa forma, o melhor é incluir nesse contrato obrigatório outros tipos de fatalidade, para garantir a sua tranquilidade.

Falta de uma equipe capacitada

Ter funcionários pouco qualificados pode representar mais do que a ineficiência no dia a dia da empresa. Uma equipe sem capacitação não consegue desenvolver as atividades e alcançar os resultados desejados. Isso acaba refletindo em atitudes de omissão e negligência por parte dos trabalhadores, ou até fraudes para mascarar má condutas e baixo desempenho.

Por isso, é muito importante investir na contratação de bons profissionais, sempre com a qualificação necessária para realizar o trabalho indicado. Também vale apostar na constante capacitação dos funcionários já contratados, incentivando-os a buscar mais conhecimento constantemente.

Problemas com o sistema operacional

Ninguém quer que isso aconteça, mas programas de computador podem falhar e atrasar as atividades de uma empresa.

Se um bom produto ou serviço não for contratado, pode haver queda de servidor, falha de sistema operacional, divulgação indevida de dados e informações sigilosas, ciberataques, entre tantos outros problemas. Além disso, é preciso instruir funcionários e colaboradores para usar antivírus e firewalls corretamente, bem como não divulgar informações confidenciais da empresa onde atuam.

A importância de contratar um seguro

Como dito anteriormente, nem todas as situações levantadas neste texto podem ser evitadas. Mas elas podem, sim, ser controladas e ter seu impacto reduzido. A contratação de um seguro para atender as principais necessidades da empresa é uma saída para evitar um grande descontrole financeiro nesse sentido, capaz até de comprometer o futuro da organização.

A seguradora contratada poderá lhe oferecer assistência nas mais diversas situações do mundo corporativo, além de garantir os recursos necessários para resolver imprevistos empresariais e, assim, garantir a saúde financeira da companhia.

Ainda outras medidas podem ser adotadas, como:

  • fazer um bom planejamento e gerenciamento da sua empresa;
  • investir em um ambiente de qualidade para os trabalhadores;
  • ter um plano de ação para a segurança no trabalho;
  • ficar sempre atualizado com as novas tendências do mercado;
  • cuidar da saúde financeira da sua organização;
  • ter uma boa reserva de capital.

Enfim, você sabe como é desafiadora a tarefa de gerenciar uma empresa. Mas, com um planejamento estratégico, o controle de cada setor da organização e um bom seguro, é plenamente possível diminuir os impactos de imprevistos empresariais e ter sucesso no seu empreendimento!

E aí, gostou do nosso conteúdo? Agora, aproveite para conferir também 5 seguros que são essenciais para a sua empresa!

5 seguros essenciais para os funcionários da empresa

A preocupação com a saúde e bem-estar dos colaboradores, não apenas a curto prazo, começou a fazer parte de muitas empresas. Afinal, essa é uma forma de valorizar a equipe e mostrar que a empresa se preocupa com o profissional como um todo, não apenas nas horas que ele está trabalhando.

É aí que entram os seguros para funcionários da empresa. Eles são muito importantes para a manutenção da motivação e engajamento da equipe, além de auxiliar o cuidado do time de colaboradores que geram os resultados do seu negócio.

Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura e descubra!

Por que investir em seguros para funcionários da empresa?

Reflita um pouco sobre uma coisa: quem efetivamente garante bons resultados para o seu negócio? Independente da área de atuação, automação de processos e máquinas utilizada na empresa, o que realmente gera um diferencial capaz de proporcionar vantagem competitiva para um negócio são os colaboradores.

É aí que entra a importância de investir na proteção, segurança e bem-estar do time. Uma das formas de fazer isso é por meio de seguros para os funcionários.

Os seguros mostram que a empresa se preocupa e valoriza a equipe. Isso reflete diretamente na satisfação do funcionário com a empresa, o que impacta positivamente a motivação, engajamento e até mesmo a produtividade do time.

Porém os benefícios vão além desses elementos. Quando a sua empresa oferece seguros para os funcionários, acaba chamando atenção de profissionais disponíveis no mercado de trabalho. Isso significa que você desperta o desejo dos melhores talentos em fazer parte do negócio.

Dessa forma, quando abre um processo seletivo, atrai mais candidatos qualificados para preencher suas vagas, potencializando o time da sua empresa como um todo — assim como os seus resultados.

Ainda vale lembrar que os seguros oferecem segurança tanto para a empresa quanto para os colaboradores. Isso porque eles se sentem amparados em caso de acidentes, doenças ou qualquer outra situação adversa.

Além disso, ainda existem categorias profissionais para as quais são obrigatórias alguns tipos de seguro — como o de vida —, de forma a garantir que a sua empresa e o funcionário estejam protegidos no caso de acidentes.

Quais são os melhores seguros para os funcionários da empresa?

Sabendo da importância de investir em seguros para os funcionários da empresa, é a hora de descobrir quais são os mais vantajosos para o negócio. Leia e descubra alguns que podem trazer ótimos resultados!

1. Seguro de vida

A finalidade de um seguro de vida é proteger a família e dependentes de uma pessoa caso algo aconteça com ela. Ou seja, em caso de morte, os familiares recebem dinheiro e não ficam desamparados. Além disso, alguns seguros de vida também oferecem proteção no caso de acidentes e invalidez.

Portanto, quando você oferece esse tipo de seguro para o seu colaborador, ele se sente mais protegido. Isso porque, apesar de ser um assunto difícil, é preciso admitir que acidentes podem acontecer a qualquer momento e há como evitá-los, mas não como impedir com total garantia.

O colaborador também sente que você se preocupa com a família e dependentes do profissional. Dessa forma, ficam mais satisfeitos com a empresa como um todo uma vez que percebem o investimento que você realiza no time.

2. Seguro de saúde

Seguro de saúde é um dos benefícios mais valorizados pelos colaboradores. Isso porque garante assistência em caso de doenças ou qualquer outro problema relacionado à integridade física do profissional.

Além disso, com esse seguro, o colaborador pode investir na própria saúde, realizando exames de rotina e consultas de check-up. Alguns seguros também podem ser estendidos para dependentes, o que aumenta as vantagens do benefício oferecido.

Dessa forma, além de garantir a satisfação do time, você ainda passa a contar com colaboradores saudáveis e bem-dispostos para a realização das atividades na empresa.

3. Seguro odontológico

Nem todos os seguros de saúde garantem acesso a serviços odontológicos. Dessa forma, é importante ficar atento também a esse benefício para a sua equipe.

Eles oferecem a possibilidade de tratamentos dentários, assim como odontologia preventiva — com limpezas anuais, por exemplo. Isso é muito bem-visto pelos colaboradores uma vez que demonstra preocupação em relação à saúde do profissional como um todo.

4. Seguro previdenciário

Seus colaboradores se preocupam com o futuro. Afinal, querem ter a certeza de uma aposentadoria tranquila após tantos anos de dedicação.

É aí que entra o seguro previdenciário, como uma forma de garantir essa proteção aos funcionários. Dessa maneira, você mostra que também se preocupa com o colaborador, mesmo após ele deixar a organização.

5. Seguro viagem

Em algumas empresas, os colaboradores precisam se deslocar até outras cidades do país para realizar atividades. A sua empresa é responsável por tudo que acontece, tanto no deslocamento quanto no local.

Portanto, o seguro viagem é uma forma de garantir proteção ao seu colaborador durante esse tipo de atividade. Além disso, protege a sua empresa contra qualquer tipo de acidente, o que, caso contrário, poderia gerar gastos e transtornos não previstos para o negócio.

O que levar em consideração na hora de escolher seguros para funcionários da empresa?

Na hora de escolher um seguro para os funcionários da empresa, é importante levar alguns elementos em consideração.

Em primeiro lugar, entenda qual o orçamento destinado a esses benefícios. A partir disso, é possível descobrir quais os tipos de seguros você pode contratar e determinar critérios para priorizar os mais importantes.

Você também precisa entender muito bem a sua empresa, elencando características do negócio como o número de colaboradores, tipo de atividades desenvolvidas, necessidades da equipe, entre outros.

Por fim, é importante sempre ficar atento às características da prestadora de serviços. Isso porque a qualidade do seguro depende diretamente da empresa que oferece o benefício. Portanto, faça vários orçamentos, mas pesquise também referências sobre os seguros, de forma a entender qual o melhor custo-benefício para o seu negócio.

Oferecer seguro para funcionários da empresa é uma ótima forma de potencializar os resultados da equipe. Afinal, uma equipe que se sente protegida tende a ser mais motivada e engajada nas atividades. Portanto, entenda cada um dos tipos de seguro e descubra quais são aqueles que melhor se adéquam ao seu negócio.

Aproveite também para baixar o nosso e-book e descubra como fazer uma gestão de saúde e segurança do trabalho na sua empresa!

Invista na gestão da saúde corporativa de sua empresa e aumente sua competitividade

Mais do que garantir o bem estar dos colaboradores, investir na gestão da saúde corporativa é uma forma de elevar os índices de produtividade e competitividade da empresa.

Saudáveis física e mentalmente, os funcionários estão habilitados para realizar suas atividades com melhores resultados. Mais do isso: sentem-se engajados e motivados na busca dos objetivos e metas da organização. Isso sem falar no melhor controle das despesas com atendimentos médicos e com o plano de saúde corporativa, resultantes também da boa gestão.

Neste artigo reunimos algumas informações sobre o papel da gestão da saúde corporativa, qual a forma correta de aplicá-la e quais os resultados que dela se pode esperar. Confira:

O que é a gestão da saúde corporativa?

Atualmente, a gestão da saúde corporativa é um tema estratégico para as empresas. Ela pode representar mais competitividade e menos custos para a organização, a partir da elaboração de ações, programas e procedimentos que previnam patologias e garantam o bem-estar dos colaboradores.

O ponto de partida para traçar estas iniciativas é a busca de subsídios e a elaboração de um diagnóstico sobre a saúde ocupacional, a saúde suplementar e a ergonomia na empresa. A análise dos dados referentes a estes três aspectos permite identificar os principais problemas a saúde a que os trabalhadores estão expostos.

Assim, é possível mapear os riscos relacionando atividades, setores e patologias. Estes dados, por sua vez, podem ser cruzados com os registros de atendimentos do convênio de saúde da empresa e até com informações sobre os hábitos e condições de vida do colaborador fora do ambiente de trabalho.

Isso torna o diagnóstico, a prevenção e o tratamento das patologias mais efetivos. Assim se alcança a realidade que citamos no início do artigo: com mais saúde e bem-estar dos colaboradores a empresa torna-se mais competitiva e tem menores custos.

Como colocar em prática a gestão da saúde corporativa?

Cada vez mais disseminada entre as empresas, a gestão da saúde corporativa tem processos e ações que precisam ser observados. Confira algumas delas:

  • é importante fazer o mapeamento das necessidades e riscos aos quais os colaboradores estão expostos. Assim identificam-se as patologias mais frequentes e é possível traçar estratégias de prevenção e tratamento;

  • ofereça um plano de saúde coletivo. Além de ser um dos benefícios mais desejados pelos colaboradores, o convênio é um importante aliado na definição das estratégias de promoção da saúde na empresa, especialmente no diagnóstico das demandas;

  • além de implementar o plano de saúde é preciso desenvolver alguma ferramenta que permita acompanhar a sua utilização. A ideia é identificar a origem das patologias mais comuns;

  • monitore o absenteísmo na empresa. Desenvolva processos que permitam verificar as causas e os efeitos das ausências dos colaboradores;

  • dê atenção também ao presenteísmo. É importante medir o quanto ele está sendo nocivo para a produtividade da empresa e também quais as suas causas;

  • a contratação de uma consultoria pode ser uma boa medida para aprimorar os processos de gestão de saúde e fazer a adequação ergonômica dos postos e processos do trabalho;

  • invista, ainda, em programas de saúde in company, muito efetivos na prevenção primária e na redução das doenças ocupacionais;

  • promova uma cultura de prevenção entre os colaboradores. Isso vale tanto para os cuidados com a saúde quanto para a redução de acidentes. Promova eventos, discussões, workshops e outros momentos de discussão sobre temas como uso de EPIs, por exemplo. Isso mantém os funcionários sempre alertas para os riscos inerentes às rotinas de trabalho.

Quais as vantagens de uma boa gestão?

Cuidar da saúde e do bem-estar dos colaboradores pode garantir uma série de benefícios para a empresa. Confira:

Menos afastamentos

O excesso de faltas e afastamentos, sejam eles justificados ou não (absenteísmo), é um verdadeiro golpe na produtividade dos colaboradores. E os problemas médicos estão entre as principais causas desta situação. A reversão deste quadro é um dos benefícios da gestão da saúde corporativa para a empresa.

Mais qualidade de vida

A produtividade dos colaboradores está diretamente relacionada com a qualidade de vida. Pessoas mais felizes obtêm melhores resultados, pois atuam com mais satisfação. Gerar este ambiente também é papel da gestão da saúde corporativa.

Perceber a atenção e a preocupação que a empresa lhe reserva costuma despertar no colaborador o sentimento de pertencimento, o engajamento e a motivação.

Retenção de talentos

Políticas maduras de promoção da saúde e da qualidade de vida melhoram o ambiente interno na empresa. E este é um dos elementos que aumentam o valor da empresa aos olhos da força de trabalho. É uma ferramenta para a retenção de talentos.

Controle de custos

A gestão da saúde corporativa também tem impactos positivos sob o ponto de vista financeiro em diferentes aspectos. A melhoria do ambiente e das condições de trabalho, por exemplo, pode reduzir eventuais demandas trabalhistas.

O controle e a redução dos acidentes diminui a exposição da empresa aos rigores da legislação trabalhista, neste caso materializado em multas que podem ser bem pesadas.

Além disso, a prevenção de patologias recorrentes entre os colaboradores permite melhorar as condições de contratação do plano de saúde, a partir da redução do volume e da complexidade dos sinistros.

É importante lembrar-se da importância da mensuração do desempenho das iniciativas de gestão da saúde corporativa no que se refere ao aspecto financeiro. Para cada ação deve ser elaborado o processo de controle do retorno sobre o investimento (ROI), como forma, inclusive, de garantir sua perenidade na empresa.

Melhoria da imagem da empresa

Em tempos de elevada preocupação com a responsabilidade social, engajar-se na promoção de qualidade de vida para os colaboradores tem repercussão positiva também na imagem da organização. Isso ocorre tanto internamente, entre os próprios funcionários, quanto externamente, frente ao mercado e aos seus clientes.

Adequação ao eSocial

eSocial é o novo sistema de controle e envio aos órgãos federais das obrigações junto aos colaboradores, e é de adesão obrigatória a todas as empresas. A medida, que afeta fortemente a área de recursos humanos pode ter sua operação facilitada por meio da gestão da saúde corporativa.

Você sabia o quanto a gestão da saúde corporativa é importante para melhorar a produtividade e a competitividade de sua empresa? Gostaria de saber mais sobre o tema? Então assine nossa newsletter e fique por dentro de todas as nossas novidades.